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Transcript

O Ano da Morte de Ricardo ReisCapítulo XII

Inês Moreira 12ºI Nº9

8. Conclusão

7. Excerto

5. Intertextualidade

4. Representação do amor

3. Simbolismo do espaço/deambulação geográfica

2. O tempo histórico e acontecimentos políticos

6. Linguagem e estilo

1. Resumo geral

Indice

Resumo geral

  • As vizinhas interrogam-se acerca da tipo de relação entre Ricardo Reis e Lídia;
  • Enquanto Lídia visitava, ambos envolvem-se fisicamente;
  • Reis escreve uma carta confusa a Marcenda;
  • Reis arranja um trabalho temporário como cardiologista;
  • Através da leitura do jornal, Reis reflete sobre a situação internacional e nacional;
  • Recebe uma carta violeta de Marcenda avisando que o iria visitar e admite que pensou sobre o seu futuro deixando clara a sua decisão de não voltar para Lisboa

Resumo

O tempo histórico e acontecimentos políticos

Panorama internacional e nacional

Simbolismo do espaço/deambulação geográfica

Simbolismo do espaço/ deambulação geográfica

Ao longo do capítulo, Ricardo Reis deambula principalmente pela cidade de Lisboa onde aprecia a paisagem, reflete e critica o espaço. Exemplo: "sobe-se a Avenida da Liberdade, depois a Rua de Alexandre Herculano, atravessa-se a Praça do Brasil, Rua das Amoreiras acima, lá no alto a Rua de Silva Carvalho, o bairro de Campo de Ourique, a Rua de Ferreira Borges, ali na encruzilhada, mesmo no enfiamento da Rua de Domingos Sequeira..."-pg.318

Representação do amor

  • Reis escreve a Marcenda e a mesma responde expondo as suas intenções;
  • Ricardo Reis vê Marcenda como a mulher que sempre quis
  • Ambos envolvem-se fisicamente no ínicio do capítulo;
  • Ricardo Reis vê Lídia como a mulher que lhe cuida da casa

Ricardo Reis e Lídia

Ricardo Reis e Marcenda

Intertextualidade

A estátua do Adamastor localizado no Miradouro de Santa Catarina em Lisboa

Intertextualidade

A deambulação pela cidade de Lisboa

Luís de Camões

Cesário Verde

Linguagem e estilo

Metáfora

Anáfora

Sinédoque

Comparação

Enumeração

Linguagem e estilo

Excerto

"E se é verdade que beijou essa pessoa que hoje não lhe parece ter alguma vez visto, a memória que ainda conserva do beijo vai-se apagando por trás da espessura dos dias, nas livrarias não há tratados capazes de refrescar-lhe essa memória, os tratados só são úteis em lesões cardíacas e pulmonares, e mesmo assim é costume dizer-se que não há doenças, há doentes, quererá isto dizer, se parafraseássemos e ajustássemos ao conto, que não há beijos, há pessoas."

Conclusão

Por fim, conclui-se que neste capítulo Ricardo Reis demonstra as suas características (modo de ver o mundo, maneira como lida com o amor e a sua forma de pensamento).

Fim

"...reduziram tudo a cinzas..."-pág.305

"...cansado também de ter palmilhado a cidade, no espaço limitado (...) como uma mula que vai puxando a nora..."-pág.312

"Se tivesse ficado perdida por lá, no meio dos campos floridos, se a estivesse varrendo o vento como uma grande pétala roxa..."-pág.314

"...não há doenças, há doentes (...) não há beijos, há pessoas."-pág.303

"...do quarto para o escritório, do escritório para a sala, da sala para a cozinha, da cozinha para o quarto de arrumações,..."-pág.295