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25 de abril

H.C.A

Júlia van Rijn11ºGnº14

  • Ilustrações
  • Esculturas
  • Música

Portugal

Ilustração

Árvore de abril, André Carrilho, 2022, Galeria José Geraldes da Silva, Porto, 40x50cm

Ilustração

Cravos, Maria João Faria, 2012, Lisboa, 30x40cm

Ilustração

Duas mãos cheias de força, Maria João Faria, 2012, Lisboa, 30x40cm

Escultura

Monumento ao 25 de abril, José Rodrigues, 1999, Viana do Castelo, altura de 16 metros, chapa de aço e cobertura de ferruginosa .

Escultura

Piece celebrating the 43rd anniversary of the 25 April 1974, Vhils, 2017, Lisboa

Memorial ao 25 de abril, Rui Pereira, 2017, Lisboa

Escultura

Música

Liberdade, Sérgio Godinho, 1974, Portugal

Companheiro Vanco, Carlos Alberto Maniz e Maria do Amparo, 1975, Portugal

O Pecado (do) Capital, Jorge Palma e Fernão Girão, 1975

A cantiga é uma arma, José Mário Branco, 1975

Fim

Inaugorado, na Praça da Liberdade, na noite de 24 a 25 de abril para o 25º aniversário da "Revolução dos Cravos". Em 2006 a corrente teve de ser cortada, representando as portas que se abrem para a liberdade.

Esta ilustração representa dois cravos que florescem e libertam-se, tornando-se borboletas, como a liberdade que se alcançou para ser livre.

Esta ilustração foi feita para comemorar os 50 anos do 25 de abril.A árvore de abril representa um grande cravo com pessoas felizes por baixo.

Com esta ilustração, Maria João Faria, quer representar a liberdade que deveria ser tão simples mas que se alcançou tão complexa.

Foi um convite, para produzir uma peça que refletisse e comemorasse a Revolução de Abril e os ideais democráticos que ela representa. O cravo represente uma transição social e política manifestada pacificamentee o rosta feminino representa a República e os seus valores democráticos.

Esta escultura foi feita, não para representar a cultura de uma memória do passado, mas como um exemplo para o futuro, recordando os grandes progressos que alcançaram o país em tão pouco tempo.

"Paz, pão, habitação, saúde, educação". É assim que Sérgio Godinho fala neste tratado político.Com esta música, ele quer refletir sobre a luta e a esperança por uma liberdade, abordando a necessidade de condições básicas para uma vida digna.

Esta canção não só reflete sobre as várias questões sociopolíticas, como tambem questiona o papel do capitalismo na sociedade.Ela convida-nos a questionar a autoridade e a acreditar menos nas falsas promessas feitas pelos indivíduos do poder, alem críticar vários problemas, que tambem se encontravam em portugal antes do 25 de abril.

Esta música é um hino revolucionário, inspirador. Que vale sobretudo pela exaltação do militar de Abril.

Tournou-se um dos temas mais conhecidos do Grupo de Acção Cultural, apresentando uma mensagem política de cariz revoluncionário ("o canto mole em letra dura nunca fez revoluções").

A revolução de 25 de abril de 1974, tambem conhecida como a revolução dos cravos, liderado pelo Movimento das Forças Armadas, foi um evento da história de portugal. Esta revolução, depôs o regime ditatorial do Estado Novo, que já existia desde 1933. Libertando o país.