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Lírico

Camões

ANÁLISE DE POEMAS

Começar

  • Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Português;
  • Foi-nos proposta a análise de dois poemas de lírica camoniana: um da medida velha e um da medida nova;
  • A finalidade deste trabalho é abordar a variedade da produção poética de Camões;
  • Esperamos ter alcançado todos os objetivos.

Introdução

Índice

1. Introdução

2. Contextualização historico-cultural-literária

3. Cronologia

4. Biografia

5. Poema: Aquela Cativa (análise)

6. Poema: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (análise)

7. Questionário

8. Conclusão

9. Video

10. Text + icons

11. Audio

12. Embedded content

13. Interactive question

14. Conclusions

15. Closure

Contextualização HISTóRICO-cultural

  • Histórica:
Decadência económica, social e moral do século XVI;
  • Cultural:
RenascimentoHumanismoClassicismo

Contextualização LITERÁRIA

Contexto literário

  • Estéticas tradicionais:
-Correntes estéticas (poesia trovadoresca e poesia palaciana)-Géneros literários (Vilancete; Cantiga; Trovas/Endechas; Esparsa)
  • Estéticas clássicas
-Correntes estéticas (Petarquismo; neoplatonismo)-Géneros literários (Sonetos)

cronologia

c. 1524

Nascimento de Luís Vaz de Camões.

c. 1553

Partida de Luís Vaz de Camões para o Oriente.

c. 1572

Publicação de Os Lusíadas

c. 1580

Morte de Luís Vaz de Camões.

Biografia

  • Foi um dos maiores poetas de Portugal da tradição ocidental;
  • Luís Vaz de Camões nasceu em 1524 e faleceu no dia 10 junho de 1580, em Lisboa;
  • Estudou na Universidade de Coimbra;
  • Em 1572 escreveu Os Lusíadas.
  • Estrutura externa
  • Estrutura interna
-Tema-Desenvolvimento do tema
  • Recursos estilísticos
-Hipérbole-Trocadilho-Metáfora-Comparação-Anáfora-Personificação

Pretidão de Amor, tão doce a figura, que a neve lhe jura que trocara a cor. Leda mansidão, que o siso acompanha; bem parece estranha, Mas Bárbora não. Presença serena que a tormenta amansa; nela, enfim, descansa toda a minha pena. Esta é a cativa que me tem cativo. E pois nela vivo, é força que viva.

Endechas a ũa cativa com quem andava de amores na Índia, chamada Bárbora. Aquela cativa que me tem cativo, porque nela vivo já não quer que viva. Eu nunca vi rosa em suaves molhos, que pera meus olhos fosse mais fermosa. Nem no campo flores, nem no céu estrelas me parecem belas como os meus amores. Rosto singular, olhos sossegados, pretos e cansados, mas não de matar. Uma graça viva, que neles lhe mora, para ser senhora de quem é cativa. Pretos os cabelos, onde o povo vão perde opinião que os louros são belos.

Aquela cativa

Medida velha

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança: Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades. Continuamente vemos novidades, Diferentes em tudo da esperança:Do mal ficam as mágoas na lembrança, E do bem (se algum houve) as saudades.O tempo cobre o chão de verde manto,Que já coberto foi de neve fria, E em mim converte em choro o doce canto. E afora este mudar-se cada dia, Outra mudança faz de mor espanto, Que não se muda já como soía.

  • Estrutura externa
  • Estrutura interna
-Tema-Desenvolvimento do tema
  • Recursos estilísticos
-Enumeração-Paralelismo anafórico-Antítese-Metáfora

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Medida nova

Questionário

Para terminar a nossa apresentação, iremos propor algumas questões para verificar se fomos capazes de vos informar de forma clara.

-Genially

Luís Vaz de Camões

Questão 1

Questão 2

Questão 3

Questão 4

Trabalho realizado por:

Conclusão

Pudemos concluir que, de facto, Luís Vaz de Camões foi uma importante figura nacional, sendo a maior referência da literatura portuguesa.Fomos capazes de analisar estes inigualáveis poemas profundamente, expandindo o nosso conhecimento, tanto na vertente cultural, como pedagógica.Esperamos ter alcançado todos os objetivos que nos foram propostos.

Ao fim deste trabalho...

'Ah o amor... que nasce não sei onde, vem não sei como, e dói não sei porquê. Luis de Camões

  • Anastácia Honcharenko, nº3, 10ºB;
  • Maria Honcharenko, nº21, 10ºB;
  • Mariana Pereira, nº22, 10ºB;
  • Matilde Cortinhas, nº23, 10ºB.

Obrigada pela atenção

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Estrutura interna:

Tema: Temática da mudança. Isto revela o desencanto e frustração do sujeito poético perante a passagem do tempo, que contrasta com a mudnça cíclica verificada na natureza.Desenvolvimento: Sujeito poético descreve as mudanças ocorridas no ser humano e na natureza, estabelecendo uma oposição entre ambos, mostrando o pessimismo resultante da conciência do sujeito poético adquire sobre a sua vida limitada.

  • Conclusão: O sujeito poético, ao constatar que tudo está em contínua mudança, sofre, pois tem a certeza que não conseguirá ser novamente feliz.

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Aquela cativa

Estrutura interna:
  • Tema: Beleza da mulher amada, neste caso "cativa" pois é escrava do sujeito poético. Este diz-se "cativo" (prisioneiro) porque a ama, sentindo-se preso a ela emocionalmente.
  • Desenvolvimento do tema: Sujeito realça a beleza de Bárbora, sendo bela segundo um tipo de beleza diferente do padrão. Este destaca os seus traços físicoss, psicológicos e morais. Nas palavras do sujeito poético, Bárbora é mais bela que as rosas, flores e estrelas.
  • Pele escura
  • Olhos negros
  • Cabelo negro

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