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Transcript

Professora: Claúdia Dinamene Luís do Nascimento Alves

Alunos: Tomás Ferreira; Martim Fonseca; Afonso Paixão;Filipe silvestre

Marquês de Pombal e D. José I

https://ensina.rtp.pt/explicador/a-governacao-do-marques-de-pombal-e-a-reconstrucao-de-lisboa-h56/

https://lisboasecreta.co/terramoto-de-1755-em-lisboa/

Informação:

Imagens:

https://ensina.rtp.pt/artigo/a-reconstrucao-de-lisboa-apos-o-terramoto/

https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/marques-pombal.htm

https://curiosahistoria.com.br/o-terremoto-que-devastou-portugal/

https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/parceiros

Webgrafia

Marquês de Pombal (1699-1782) foi um político e diplomata português. Foi Embaixador nas cortes inglesa e austríaca. Foi Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e também Ministro do Reino. Sebastião José de Carvalho e Mello, o Marquês de Pombal e Conde de Oeiras, nasceu em Lisboa, Portugal, no dia 13 de maio de 1699. Era filho de Manuel de Carvalho e Ataíde e de Teresa Luísa de Mendonça e Mello, fidalgos e ascendentes de uma dinastia de desembargadores. O Marquês de Pombal ingressou no curso de Direito na Universidade de Coimbra e dedicou-se depois ao estudo da história e política. Em 1723 casou-se com Teresa de Noronha e Bourbon Mendonça e Almeida.

Biografia de Marquês de Pombal

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Defendendo um Estado forte, Pombal criou as companhias monopolistas de comércio colonial: Companhia de Grão-Pará e Maranhão e a Companhia de Pernambuco e Paraíba. Com esta última organização, que operava na Europa, no Brasil e em África, Pombal pretendia dominar as principais fontes da economia nacional.

Quando Sebastião José de Carvalho e Melo passou a integrar o governo de D. José, era notória a crise económica do reino. Para tentar resolver a situação, o Marquês de Pombal voltou-se para as práticas mercantilistas, reduzindo as compras ao estrangeiro. Reorganizou o comércio, incentivando as exportações, reactivou a produção das manufacturas (tecidos, couros, cutelaria e Real Fábrica de Sedas do Rato) e realizou uma reforma fiscal.

Reformas que o Marquês de Pombal fez em Portugal

A destruição quase total, causada pelo terramoto de 1755, permitiu que fosse planeada e construída uma Lisboa nova e “esclarecida”. Tratou-se de uma decisão extremamente inovadora para a época.

O Marquês de Pombal encarregou um grupo de engenheiros portugueses e estrangeiros de traçar o novo perfil da cidade de Lisboa. Em vez de reconstruir a cidade utilizando as velhas ruas como referência, foram traçadas novas ruas e praças que permitiriam, em caso de novo terramoto, pontos de fuga e de concentração da população. Não menos inovador foram os novos edifícios. Nas fundações e nas paredes podem-se encontrar estruturas de madeira preparadas para resistir a novos sismos

Terramoto de 1755 em Lisboa

D. José I (1714-1777), 25º rei de Portugal, subiu ao trono em 1750. Ficou conhecido na história portuguesa pelo cognome de Reformador, graças às reformas empreendidas pelo seu primeiro-ministro, Marquês de Pombal. O grande mérito da sua governação residiu na escolha deste homem, que a pouco e pouco concentrou nas suas mãos todos os poderes do Estado, com repercussões na vida pública. O monumento, de 14 m de altura, erguido para homenagear D. José I integra a sua estátua equestre em bronze. De influência francesa e a primeira estátua em bronze fundida em Portugal é considerada uma das mais belas estátuas do género em toda a Europa, para além de ser a estátua pública mais antiga de Lisboa e do país. Assenta sobre um pedestal em pedra lioz de Pero Pinheiro, ladeado,respectivamente à esquerda e à direita, por esculturas alegóricas do Triunfo e da Fama, que simbolizam feitos heróicos dos portugueses. Na frente do pedestal, voltada para o rio, destaca-se o grande brasão real, sob o qual foi colocado um medalhão em bronze com a efígie do Marquês de Pombal (retirado em 1777 e reposto em 1833). Na face oposta exibe uma alegoria em baixo-relevo à Generosidade régia, traduzindo o empenho do monarca na reconstrução da cidade destruída pela Terramoto.

D. José I