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Ana Trindade e Carolina Jesus

Estratégias de Avaliação e Intervenção em Porblemas de Motricidade e CogniçãoDomínio Motor

Jogos inclusivos

É possível dançar sem poder ouvir a música?

Atividade 1:Dança dos sentidos

Grupo-turma fícticio

Esta turma é composta por 16 alunos, na faixa etária dos 7-10 anos.

NÚMERO

A turma integra uma aluna com deficiência auditiva (total, congénita)

HANDICAPS

Grupo-turma bastante heterógeneo, com 10 elementos que praticam desporto regularmente em atividades extracurriculares. Contém uma aluna com deficiência auditiva (Teresa)

CARACTERÍSTICAS

Apenas audição

LIMITAÇÕES

CARACTERIZAÇÃO DA TURMA

Este jogo pode ser adaptado a qualquer faixa etária, desde que se adapte os desafios da coreografia de acordo com a idade das crianças.Os desafios criados nesta atividade são destinados a crianças que frequentem o ensino primário. O número do público pode variar, mas não deverá ter mais de 20/25 crianças.

Público-alvo:

O professor ensina como se desenvolve a dança. A Teresa terá um intérprete de língua gestual neste momento.

PASSO 4

O professor pede aos alunos para se colocarem em pares. Se o professor preferir, pode formar pares aleátorios: escreve o nome de todos os alunos em papéis (ou pede aos alunos para escreverem o seu nome num papel) e coloca num saco. De seguida, retira os nomes aleatóriamente.

PASSO 2

Os alunos colocam-se em roda, de pés descalsos e com uma coluna de som (potente) no centro. Deverão estar de mão dada com o seu par (como na imagem em anexo).

PASSO 3

Segue-se a experimentação da mesma, com alguns treinos até ao culminar da atividade: uma gravação em vídeo da dança.

PASSO 5

O professor deve explicar a atividade aos alunos e o seu objetivo.

passo 1

processo

Para que a Teresa possa sentir a pulsação da música e o seu ritmo, será colocada uma coluna de som potente no chão, enquanto os seus pés estão descalços, para uma maior sensibilidade da vibração da música. Para não haver uma sensação de desigualdade, todas as crianças também ficarão descalças, embora não haja uma necessidade prática.

é possível dançar sem poder ouvir a música?

Capacidades coordenativas:- Orientação;- Reação;- Ritmo;- Equilíbrio;- Aprendizagem.

Capacidades motoras condicionais:- Flexibilidade;- Resistência.

CAPACIDADES FÍSICAS MAIS IMPLICADAS:

  • Trabalhar em equipa/ cooperação;
  • Promover a sensibilização para as tradições portuguesas, e a cultura da dança tradicional.
  • Treinar o equilíbrio, ritmo, reação, aprendizagem, coordenação e a orientação;
  • Promover a inclusão e a empatia pelos outros.

OBJETIVOS DO JOGO:

Adaptar os desafios da coreografia à faixa etária das crianças;

Na eventualidade de existir um aluno invisual, adaptar a dança a estarem sempre em contacto físico com o par;

Na eventualidade de existir um aluno cadeirante, em vez dos momentos de salto na coreografia, os alunos podem apenas abanar os braços. O resto da coreografia é possível ser realizada na cadeira de rodas desde que haja espaço na roda para ter um guia atrás, que conduzirá a cadeira.

VARIANTES

Professor e alunos

Humanos

Coluna de som potente, dispositivo para colocar a música, dispositivo para gravar

Materiais

Qualquer terreno, preferencialmente com chão de madeira

Espaciais

Cerca de uma hora para a preparação, sendo que a dança tem um total de 3 minutos.

Temporais

Recursos

atividade 2: corrida de três pernas (adaptado)

Este jogo pode ser adaptado a qualquer faixa etária, desde que se adapte os desafios do percurso de acordo com a idade das crianças e a matéria que está a ser lecionada (como vamos poder perceber mais à frente).Os desafios criados neste trabalho são destinados a crianças que frequentem o ensino primário. O número do público pode variar, mas não deverá ter mais de 20/25 crianças.

PÚBLICO-ALVO

Grupo-turma fícticio

Esta turma é composta por 16 alunos, na faixa etária dos 7-10 anos.

NÚMERO

A turma integra dois alunos com deficiência visual (cegueira parcial - capacidade mínima de ver formas a curta distância, capacidade de ver vultos e pontos de luz).

HANDICAPS

Grupo-turma bastante heterógeneo, com 10 elementos que praticam desporto regularmente em atividades extracurriculares. Contém 2 alunos com deficiência visual

CARACTERÍSTICAS

Os alunos com deficiência visual revelam algumas dificuldades a nível motor, como a falta de equíllibrio e pouca coordenação motora.

LIMITAÇÕES

CARACTERIZAÇÃO DA TURMA

Um dos alunos coloca uma venda, pode ser uma venda para dormir, óculos da piscina com algodão ou simplesmente um cachecol. Desta forma, uma das crianças vai ser o guia e a outra não irá ver o percurso.

PASSO 4

O professor pede aos alunos para se colocarem em pares. Se o professor preferir, pode formar pares aleátorios: escreve o nome de todos os alunos em papéis (ou pede aos alunos para escreverem o seu nome num papel) e coloca num saco. De seguida, retira os nomes aleatóriamente.

PASSO 2

Os alunos atam os atacadores um ao outro ou no caso das sapatilhas não terem atacador, o professor coloca um cordel ou uma faixa nas duas pernas, de forma a que as pernas fiquem juntas.

PASSO 3

O professor sopra o apito, de forma a que todos os pares comecem a corrida ao mesmo tempo. Os alunos devem concluir todos os desafios do percurso. Ganha o par que chegar primeiro ao fim do percurso.

PASSO 4

O professor deve explicar o jogo aos alunos e o seu objetivo.

passo 1

processo

DESAFIO 1

DESAFIO 2

O percurso irá ter 2 desafios: o primeiro é destinado ao invisual, ou seja, a criança que está com a venda e o segundo é destinado ao guia.

DESAFIOS

MATERIAIS

Este desafio é destinado para a criança que tem a venda. O desafio consiste em descobrir, numa caixa fechada, dois objetos iguais. Na caixa existem vários objetos, alguns repetidos. O objetivo da criança é descobrir dois que sejam iguais e retirá-los da caixa. Com esta atividade a criança irá desenvolver o sentido do tato.

CAIXA SENSORIAL

MATERIAL

Este desafio é destinado para o guia do par, ou seja, a criança que não tem a venda. O professor distribui folhas com uma hora e a criança tem como objetivo colocar essa hora num relógio (do tipo de parede). O par só prossegue no percurso quando conseguirem concluir.

JOGO DO RELÓGIO

Adaptar os desafios à faixa etária das crianças;

Alterar a quantidade dos desafios, podem ser mais ou menos;

Alterar o percurso: a dificuldade, a duração (pode ser criado percursos mais longos).

VARIANTES

Capacidades coordenativas:- Orientação;- Equilíbrio;- Ritmo;- Aprendizagem.

Capacidades motoras condicionais:- Velocidade de execução;- Resistência.

CAPACIDADES FÍSICAS MAIS IMPLICADAS:

  • Trabalhar em equipa/ cooperação;
  • Praticar a matéria que está ser lecionada nas aulas;
  • Treinar o equilíbrio, a coordenação e a orientação;
  • Promover a inclusão e a empatia pelos outros;
  • Promover uma experiência de fazer uma atividade como um invisual.

OBJETIVOS DO JOGO:

Professor e alunos

Humanos

Vendas, objetos variados com um par igual, caixa de cartão previamente recortada, arco, papéis com números de 0-12, papéis com horários variados, lápis.

Materiais

Qualquer terreno grande, preferencialmente ao ar livre.

Espaciais

A atividade depende da velocidade dos pares, sendo que ganha o par mais rápido, não havendo um tempo limite.

Temporais

Recursos

  • MÚSICA
  • EDUCAÇÃO FÍSICA
  • PORTUGUÊS

ATIVIDADE 2

ATIVIDADE 1

  • ESTUDO DO MEIO;
  • EDUCAÇÃO FÍSICA.

TRANSDISCIPLINARIDADE

  • Ana Trindade;
  • Carolina Jesus.

FIM