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Ano: 12º Turma: O

Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde

Agrupamento de Escolas de Santa Maria da Feira

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Trabalho realizado por: Ana Rita, Jéssica e Mafalda

as Fases do luto

Webgrafia

Notícia

Vídeo

Conclusão

Apoio

Fatores

Estratégias

Fases do luto

Conceito de luto

Introdução

INDice

01

Neste trabalho, iremos explorar as fases do luto, desde os estágios propostos por Elisabeth Kübler-Ross até as perspectivas mais recentes da psicologia, iremos também referir estratégias para superar um luto ou se necessário, qual o apoio a dar a diferentes faixas etárias. Durante o processo de luto é importante que todas a pessoas tenham consciência e se coloquem no lugar da outra pessoa, ou seja, é relevante que exista empatia por parte das outras pessoas, principalmente pessoas que lhes são próximas e por parte dos próprios profissionais de saúde.

IntroduÇÃO

O luto é um processo que afeta a nível emocional e psicológico devido à perda de algo significativo como por exemplo a morte de uma pessoa muito próxima. Durante esse processo é importante que as pessoas aprendam a lidar com a dor, que se habituem à ausência daquela pessoa e que encontrem motivação para prosseguir com a sua vida.

o que é o luto?

As fases de luto

4. DEPRESSÃO

3. Negociação

5. Aceitação

1. Negação

2. IRA

  • Aceitar e reconhecer as emoções, ou seja, permitir que se expresse de forma saudável;
  • Procurar por apoio social;
  • Estabelecer cerimónias de despedida, como por exemplo missas;
  • Se o luto estiver a ser um processo muito complicado, é preferível que a pessoa procure apoio profissional;
  • Relembrar-se de coisas positivas, não pensar apenas na perda da pessoa.

Estratégias para ultrapassar o luto

  • A natureza da relação com quem ou com aquilo que se perdeu;
  • As circunstâncias da perda;
  • A história pessoal;
  • A personalidade;
  • As características individuais (idade, etc.);
  • Os valores sociais, culturais e religiosos.

Fatores que influenciam o luto

O apoio emocional é a melhor forma de ajudar alguém em luto. Este é um processo individual, mas não deve ser solitário. Caso não esteja fisicamente próximo da pessoa enlutada, pode recorrer às tecnologias para manter-se em contacto com ela, ouvi-la e acarinhá-la.É normal sentirmos que não sabemos o que fazer ou dizer perante o luto de outra pessoa. Mas é importante que a disponibilidade e atenção sejam suficientes. Pode-se ficar apenas a ouvir, a segurar a mão, ao fazermos isso já estamos a ser uma grande ajuda para a pessoa que se encontra em luto.É impotante mimar a pessoa enlutada com mensagens de atenção em alturas inesperadas, telefonar de vez em quando para saber como está, perguntar se comeu, se tomou banho, e prontificar-se a ajudar se perceber que o autocuidado tem sido negligenciado. Caso se observe que a pessoa não está a conseguir recompor a sua vida e continuar com as atividades diárias, aconselhar a procurar ajuda profissional (médico de família, psicólogo ou psiquiatra).

Como ajudar alguém num luto

- As crianças entendem a morte de forma diferente dos adultos de acordo com sua idade.- Até aos 5 ou 6 anos, não compreendem o conceito de "para sempre", associando a morte à ideia de viagem. - Entre os 5 e 10 anos, podem entender o conceito, mas não acreditam que isso acontecerá com eles ou os seus familiares. - Após os 10 anos, a maioria entende a morte como algo inevitável e definitivo. - Ao dar uma notícia de morte a uma criança, é importante considerar sua idade e maturidade. - Dicas para ajudar uma criança em luto incluem não usar metáforas, ser sincero, expressar seus próprios sentimentos, manter viva a memória do falecido e ser paciente. - Crianças em luto podem apresentar retrocesso no desenvolvimento e sinais de luto patológico ou prolongado.

Como ajudar uma criança num luto

https://www.youtube.com/live/qC1g3Llgmxc?si=tPG-bA46axGqvEdu (41:50 - 43:40)

https://vm.tiktok.com/ZGef3vPmT/

https://vm.tiktok.com/ZGef3HV4P/

Videos alusivos

https://www.diariodominho.pt/opiniao/2024-02-24-fases-no-luto-sera-que-existem-mesmo-65d8d08f31d6b

Notícias

Em resumo, o estudo das fases do luto proporciona uma compreensão mais profunda do processo de enfrentar a perda e do sofrimento emocional vivenciado pelas pessoas que passam por essa experiência. Desde a proposta inicial de Elisabeth Kübler-Ross, as fases do luto têm sido um tópico importante na psicologia, embora a sua aplicação referente ao luto tenha sido um tema de bastantes debates e críticas ao longo do tempo.

Conclusão

Sebentahttps://www.saudebemestar.pt/pt/blog/psicologia/luto/

Webgrafia

A pessoa tende a isolar-se e afastar-se dos que a rodeiam, evitando qualquer forma de contacto. Esta fase resulta da consciencialização da realidade da sua condição por parte do doente e em que ele deixa de ser capaz de continuar a negar a realidade, estando associado às sucessivas perdas que experimenta, às perdas iminentes e à perda da esperança. Esta fase é considerada necessária e benéfica para que o doente consiga atingir a aceitação.

A pessoa revolta-se devido à gravidade da sua doença e do prognóstico que lhe está associado. Normalmente, a pessoa acaba por dirigir a ira que sente contra as pessoas que lhe são mais próximas, demonstrando hostilidade e agressividade perante os seus familiares e profissionais de saúde, o que faz com que estes sintam grande dificuldade em aproximar-se da pessoa doente.

A pessoa passa a aceitar a morte com o conformismo possível. Esta fase caracteriza-se pela definição de objetivos e metas para o tempo que lhe resta viver, assim como a partilha de desejos e vontades que gostaria de ver cumpridos após a sua morte, e pela expressão de afetos e sentimentos.A aceitação resulta de um longo processo em que a pessoa doente dispôs de tempo suficiente e foi ajudada de um modo efetivo na gestão das fases anteriormente descritas.Esta sistematização das fases pelas quais a maioria das pessoas tende a passar quando confrontada com uma doença grave, a verdade é que a maneira como cada pessoa lida com esta situação é única, singular e subjetiva.

A pessoa tenta contradizer, a realidade da situação que está a viver.Durante esta fase, a pessoa tende a agir como se nada de estranho estivesse a acontecer, não admitindo a realidade da sua condição, nem aceitando qualquer tipo de diálogo sobre este assunto.Esta fase é temporária, e funciona como uma estratégia de defesa que a pessoa utiliza para evitar enfrentar a situação. Esta necessidade de negação surge praticamente em todos os doentes, sendo mais frequente em fases precoces do desenvolvimento de uma doença grave do que nos últimos tempos de vida.

Estágio menos bem conhecido, mas útil para a pessoa doente; neste caso, a pessoa tenta solicitar junto das outras pessoas e de Deus, fazendo promessas caso venha a melhorar. Esta fase, constitui uma tentativa de adiamento da situação, sendo a maior parte das tentativas de acordos feita com Deus.A nível psicológico, esta fase pode estar associada a sentimentos de culpa que a pessoa doente tem e é relevante que os profissionais de saúde estejam atentos a algumas observações prespicazes que os doentes fazem.