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causa-efeito

princípio da uniformidade da natureza

a sua circularidade

raciocínios indutivosno quotidiano

força dohábito

conjunçãoconstante

inferênciascausais

Impressões

Impressões

Impressões

Ideias

Ideias

Ideias

Experiência

a priori

certeza

não substancial

probabilidade

a posteriori

substancial

a priori

Princípio da Cópia

DAVID HUME

Origem do Conhecimento

Causalidade para Hume

A substancialidade dos conhecimentos matemáticos

As consequências desta concessão de causalidade

A impossibilidade da vida com o ceticismo radical

Compreensão habitual de causalidade

Relações de ideias

Questõesde facto

Conhecimento do Mundo

Problema da Causalidade

Objeçõesa Hume

CeticismoModerado

Problema da Indução

David Hume argumenta que todo nosso conhecimento provém das impressões que experimentamos através dos nossos sentidos, ou seja, a origem do conhecimento está na experiência.

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As impressões derivam dos sentidos, sendo dados fornecidos pela experiência imediata, podendo ser externas ou internas, e simples ou complexas.

As ideias são menos fortes e vívidas do que as impressões, sendo também chamadas de pensamentos, podendo ser, também, simples ou complexas.

Este princípio rejeita a existência de ideias inatas, uma vez que, sendo as ideias cópias das impressões, estas têm origem na experiência.

Ideias cujo conhecimento pode ser obtido através da análise de conceitos, a priori, por intuição ou dedução, sendo a sua verdade necessária. Envolvem a certeza e o seu conhecimento não é substancial. Ex.: um triângulo tem três lados

Ideias a posteriori,que é necessário recorrer à experiência para as conhecer. Tratam-se de verdades contingentes, não podendo nós estar certos da sua verdade, mas sim da sua probabilidade. São conhecimentos substanciais. Ex.: O sol vai nascer amanhã

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No nosso dia-a-dia deparamo-nos com diversas situações onde um acontecimento A provoca um acontecimento B. Entre A e B há uma conexão que faz com que, não havendo interferência de outros fatores, o acontecimento de A provocará o de B. Há por isso, uma conexão necessária entre a causa A e o efeito B.

Inferências causais são conclusões que fazemos sobre a relação de causa-efeito entre eventos, com base na nossa observação e experiência.

Conjunções constantes são as observações repetidas de eventos onde um sucede o outro, levando-nos a inferir uma relação causal entre eles, embora essa relação não possa ser justificada a partir da experiência.

David Hume afirma que criamos relações causais pela força do hábito (dois eventos sucedem-se muitas vezes e, por isso, criamos a expectativa de que vai voltar a ocorrer). Estas não podem ser justificadas empiricamente, daí Hume defender a existência de conjunções constantes e não de conexões necessárias.

No nosso quotidiano, fazemos inúmeros raciocínios indutivos. Estes partem da experiência, mas levam-nos além dela na medida em que as suas conclusões se referem a casos não observados. Mas que razões temos para confiar nesses raciocínios?

Segundo Hume, os raciocínios indutivos baseiam-se neste pressuposto que afirma que a natureza é regular, não muda arbitrariamente.

O princípio da uniformidade da natureza não pode ser justificado a priori, uma vez que “A natureza é regular” é uma questão de facto. Para justificar este princípio a posteriori teremos de recorrer a um raciocínio indutivo, “Até hoje a natureza tem sido regular, logo continuará a ser”. Não podemos justificar a indução recorrendo a outra, uma vez que se torna circular.

Hume declarou-se ser um cético moderado, dado que chegou a conclusões céticas sobre a causalidade e a indução, para além de pensar que muitas crenças que consideramos conhecimento não o são.

Hume acreditava que não é possível viver sendo um cético radical, devido às exigências da vida prática. Desta forma, acreditava que não devemos renegar as nossas crenças indutivistas e causais, apesar de não terem justificação racional e não serem conhecimentos.

Hume defende os conhecimentos matemáticos como relações de ideias e, dessa forma, conhecimentos não substanciais. Porém é implausível que os mesmos não o sejam, porque, quando se fazem cálculos matemáticos parece haver conhecimento novo e não uma mera explicitação de ideias, e, também, porque a matemática se aplica ao mundo.

Se aceitarmos a concessão que Hume tem da causalidade vamos ter de aceitar consequências destas, que são falsas, como que o dia é causa da noite e vice-versa, ou que a criação do universo não foi um caso de causalidade.

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David Hume (1711-1766) foi um filósofo e historiador escocês que se tornou célebre pela sua abordagem empirista e cética, destacando-se pela sua crítica à ideia tradicional de causalidade e pela teoria do conhecimento baseada na experiência sensorial

David Hume