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Modo de vidaà volta do mundo

Famílias

Pop. absoluta, Superfície, IDH, IDG, PIB, etc.

Indicadores de desenvolvimento

Trabalho elaborado por Lourenço Beirante, Dinis Gonçalves e André Barbeiro

PD vs PED vs PMD

Madagáscar

Marrocos

Nova Zelândia

Para avaliar o desenvolvimento de um país, precisamos de ter em conta certos aspetos. Para tal, temos os indicadores de desnvolvimento que avaliam aspetos como a população absoluta, o IDH, o IDG, o PIB, etc. de um país ou região, com a intenção de chegar a uma conclusão quanto ao seu desenvolvimento: país desenvolvido (PD), país em desenvolvimento (PED) ou país menos desenvolvido (PMD).

Indicadores de Desenvolvimento

Famílias no Mundo

Todas as histórias aqui apresentadas foram artificialmente geradas e, por tal, são fictícias

A família Andrianarivo é uma família empobrecida que reside numa área rural de Madagáscar. O Pai chama-se Jean Andrianarivo e tem 38 anos, trabalha como vendedor de rua e ocasionalmente como pedreiro, enfrenta dificuldades para encontrar um emprego estável e muitas vezes tem de aceitar empregos temporários mal remunerados para sustentar a família. Apesar das dificuldades, tem uma atitude positiva e é determinado a oferecer um futuro melhor para os seus filhos. A Mãe chama-se Rahelisoa Andrianarivo e tem 35 anos, trabalha como empregada de limpeza em casas locais, enfrenta longas horas de trabalho e salários baixos, mas é resiliente e trabalha duro para o bem-estar da família. Esta família tem dois filhos, Tovonay Andrianarivo, que tem 14 anos e que ajuda a sustentar a família a trabalhar vários empregos part-time depois da escola e Soa Andrianarivo com 9 anos que ás frequenta a escola local sempre que pode, mas ás vezes precisa de faltar devido à falta de recursos, apesar disto é muito dedicado aos seus estudos e espera tornar-se professora quando crescer. A família Andrianarivo vive numa casa simples feita com materiais improvisados, como madeira e folhas de zinco. Têm acesso limitado a água potável e eletricidade, e muitas vezes enfrentam dificuldades para garantir uma alimentação consistente. Os cuidados de saúde precários e a falta de acesso a serviços básicos são também desafios constantes para a família. Apesar de todas as dificuldades, a família Andrianarivo permanece unida e mantém a esperança de um futuro melhor através da educação e do trabalho árduo.

Dinis Gonçalves

A família Ravalomanana é uma família de classe média que reside em Madagáscar. O pai chama-se Fitiavana Ravalomanana, tem 42 anos e trabalha como professor de história numa escola local, é um pai amoroso e dedicado, valoriza a educação e o conhecimento, é conhecido na comunidade pelo seu compromisso com a educação e por ser um mentor para muitos jovens. A mãe chama-se Voahirana Ravalomanana, tem 40 anos e trabalha como Enfermeira num hospital comunitário, é uma mulher forte e compassiva, preocupa-se profundamente com o bem-estar da sua família e da sua comunidade. Como enfermeira, está sempre pronta para ajudar os outros e é muito respeitada pelo seu profissionalismo e gentileza. Têm dois filhos, Tojo Ravalomanana de 16 anos, é apaixonado por fotografia e passa o tempo livro a capturar a beleza natural da ilha com as suas câmeras, também é um bom aluno na escola, a filha mais nova chama-se Mialy Ravalomana com 12 anos e é também muito inteligente, passa os tempos livres a desenhar e a escrever histórias. A família vive numa casa modesta, numa área urbana, feita de materiais locais, como tijolos de bairro e tem um jardim onde cultivam plantas e vegetais para consumo próprio. Voahirana, como enfermeira, cuida da saúde da família mas ainda enfrentam desafios a acessar cuidados de saúde. A família ganha um salário modesto que gerenciam cuidadosamente.

Dinis Gonçalves

Numa modesta casa de adobe nos arredores da cidade, reside a família Abdallah. O pai, Ahmed, é pescador, enfrentando os desafios do mar diariamente para sustentar a família. No entanto, os ganhos são escassos, especialmente durante os períodos de mar agitado ou quando a pesca é fraca. A mãe, Fátima, é uma mulher trabalhadora e dedicada, costurando roupas para os vizinhos quando não está ocupada com os afazeres domésticos. Ela faz o possível para esticar o apertado orçamento familiar, mas frequentemente é difícil conseguir o suficiente para alimentar todos. Os três filhos da família Abdallah, Jamal, Leila e Ali, são jovens cheios de esperança, apesar das dificuldades. Jamal, o mais velho, ajuda o pai na pesca sempre que pode, enquanto Leila e Ali frequentam uma escola local, sonhando em obter uma educação que os tire da pobreza. Apesar das adversidades, a família Abdallah mantém um forte vínculo familiar e uma admirável resiliência. Eles partilham refeições simples, risos e apoio mútuo, encontrando conforto na união familiar perante as incertezas do futuro. A esperança de uma vida melhor os mantém perseverantes, mesmo nos momentos mais difíceis.

André Barbeiro

Numa tranquila vila nas proximidades de Marraquexe, reside a família Hassan, uma família marroquina com uma boa condição financeira. Vivem numa casa típica marroquina, com paredes caiadas de branco e detalhes em azul, rodeada por um exuberante jardim de palmeiras e buganvílias. O patriarca, Khalid, é engenheiro numa empresa de construção local, enquanto a matriarca, Amina, é uma talentosa artesã especializada em tecelagem. Juntos, o casal construiu uma vida próspera para si e para os seus três filhos, Ahmed, Leila e Jamal. Ahmed segue os passos do pai e trabalha como engenheiro, enquanto Leila é uma estudante universitária dedicada, cursando História e Arqueologia na Universidade de Marraquexe. Jamal, o filho mais novo, tem um talento especial para a música e dedica-se ao estudo do oud, um instrumento tradicional marroquino. Apesar das suas ocupações individuais, a família Hassan mantém uma forte conexão uns com os outros. Nos fins de semana, desfrutam de passeios pelos mercados locais e exploram as bancas de especiarias, tapetes e artesanato. À noite, reúnem-se para partilhar refeições deliciosas de cuscuz, tagines e outros pratos tradicionais da culinária marroquina, preparados com amor por Amina. Os Hassan valorizam os laços familiares, a cultura e a tradição. Com um lar cheio de calor humano e tradição, esta família demonstra que a verdadeira riqueza reside na união e na gratidão pela vida que levam.

André Barbeiro

Na Nova Zelândia, a família McGregor vive numa pequena casa de madeira nas colinas. Thomas, o pai, era pescador, enquanto Sarah cuidava da casa e dos filhos, Liam e Emily. Eles enfrentavam dificuldades financeiras, trabalhando para colocar comida na mesa todos os dias e pagar as contas mais básicas. A casa da família é simples, com poucos móveis e sem luxos. Eles têm dificuldades para pagar contas como água, eletricidade e gás. As crianças muitas vezes precisavam se contentar com roupas usadas e brinquedos improvisados. Thomas passa longas horas no mar à pesca para sustentar a família, enquanto Sarah faz o possível para administrar o pouco dinheiro que têm. Mesmo diante das dificuldades, Liam e Emily demonstram resiliência e esperança, encontrando formas de ajudar a família e sonhar com um futuro melhor. Eles enfrentam muitos obstáculos, mas com determinação, a família McGregor consegue superar as adversidades da pobreza, mantendo-se unida e esperançosa de dias melhores.

Lourenço Beirante

Na Nova Zelândia, a família Patel vive numa casa confortável nos subúrbios de Auckland. Ravi, o pai, é engenheiro, enquanto Priya, a mãe, trabalha como enfermeira. Têm dois filhos, Aryan e Anaya. A casa da família é moderna, com todas as comodidades necessárias para uma vida confortável. Embora não enfrentem dificuldades financeiras, os Patel ainda precisam de gerir o dinheiro com cuidado para pagar as despesas mensais, como a hipoteca da casa, as contas de eletricidade e água, e as mensalidades escolares das crianças. Ravi passa longas horas no trabalho, dedicado à sua carreira, enquanto Priya equilibra o trabalho com as responsabilidades domésticas. Aryan e Anaya têm acesso a uma boa educação e a uma variedade de atividades extracurriculares, mas também são ensinados sobre a importância de serem responsáveis com o dinheiro e valorizarem o que têm. Apesar de viverem uma vida confortável, os Patel enfrentam desafios comuns à classe média, como encontrar um equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar, e garantir que possam proporcionar o melhor futuro possível para os seus filhos na bela paisagem da Nova Zelândia.

Lourenço Beirante

O IDH, o Índice de Desenvolvimento Humano, é um indicador avaliado em três aspetos: vida longa e saudável, conhecimento e nível de vida adequado. Está também, portanto, diretamente relacionado com o bem estar e a qualidade de vida. Este indicador é o mais abrangente, o que torna, também, este uns dos indicadores mais importantes para avaliar o desenvolvimento de um país ou região.

IDH

Fig. 3 IDH

A Nova Zelândia, é o país com o IDH mais elevado, porque é o país mais desenvolvido dos que estão a representados na fig. 3. Isto significa que é o país com melhores condições de vida e maior bem estar dos três. Os outros dois têm um IDH mais baixo, pois também apresentam pior bem-estar.

Lourenço Beirante

A média de anos de escolaridade é um indicador que nos ajuda a refletir sobre a qualidade da educação numa região ou país. Como podemos observar na fig. 8, o país desenvolvido tem uma média de anos de escolaridade maior do que os países em desenvolvimento e menos desenvolvido. Isto deve-se ao facto de nos países desenvolvidos haver maior investimento na educação, acesso universal à educação e escolaridade obrigatória, maior estabilidade política e económica, consciência da importância da educação etc.

Média de Anos de Escolaridade

Fig. 8 Média de Anos de Escolaridade

Lourenço Beirante

Os anos de escolaridade esperados, é o número de anos que uma criança deve passar na escola. É uma das medidas utilizadas para avaliar a educação num país ou região.

Anos de Escolaridade Esperados

Fig. 7 Anos de Escolaridade Esperados

Lourenço Beirante

A população absoluta varia entre países desnvolvidos, em desenvolvimento e menos desenvolvidos. Nos países desenvolvidos, existe uma população muito mais baixa que nas outras duas categorias, pois estes países apresentam uma população envelhecida devido à diminuição da taxa de natalidade e o aumento da esperança média de vida. Pelo contrário, os países em desnvolvimento e menos desenvolvidos têm uma população muito mais elevada, devido às elevadas taxas de natalidade, falta de cuidados como a educação e a saúde reprodutiva, etc. Este indicador pode ser relacionado com a superfície para obter a densidade populacional. Este outro indicador também nos ajuda a entender o desenvolvimento de um país ou região

População Absoluta

Fig. 1 População Absoluta

Lourenço Beirante

Na fig. 9 podemos observar a percentagem de população com acesso à água potável, na Nova Zelândia 100% da população tem acesso á àgua potável, em Marrocos, 90,3% têm acesso á àgua potável e em Madagáscar apenas 43% têm acesso a água potável. Isto demonstra a diferença de qualidade de vida entre os três países que são um país desenvolvido, em desenvolvimento e pouco desenvolvido respetivamente.

População com Acesso à Água Potável

Nova Zelândia

100%

Marrocos

90,3%

Madagáscar

43%

Fig. 9 População com Acesso à Água Potável

Dinis Gonçalves

Na fig. 11 podemos observar os gastos com a saúde por cada um dos três países na percentagem do PIB. Como podemos observar a Nova Zelândia gasta 10.3% do seu PIB na saúde do país, Marrocos gasta 5,99% do seu PIB na saúde do país e Madagáscar gasta 4,55% do seu PIB na saúde do país.

Despesas com a Saúde

Fig. 11 Despesas com a Saúde

André Barbeiro

Na fig. 5 podemos observar o PIB (Produto Interno Bruto) de Nova Zelândia, Marrocos e Madagáscar. O PIB representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região. Madagáscar apresenta um PIB alto, ou seja, é um país desenvolvido, Marrocos apresenta um PIB médio, ou seja, é um país em desenvolvimento e Madagascar apresenta um PIB baixo, ou seja, é um país pouco desenvolvido.

PIB

Fig. 5 PIB

Dinis Gonçalves

Superfície

A área de superfície de um país, não se relaciona com o nível de desenvolvimento de um país, apenas é um indicador para o tamanho do país. Este indicador pode ser relacionado com a população absoluta para obter a densidade populacional. Este outro indicador também nos ajuda a entender o desenvolvimento de um país ou região.

Fig. 2 Superfície

Lourenço Beirante

O IDG, Índice de Desigualdade de Género, é um indicador de desnvolvimento que é avaliado em três dimensões diferentes: saúde reprodutiva, capacitação e mercado de trabalho. Na Nova Zelândia, o há muito pouca desigualdade de género. Como podemos ver no gráfico ao lado, quanto maior o IDH, menor a desigualdade. Por outro lado, nos PED e PMD, o IDG é bastante mais baixo, pois nestes países há bastante mais desigualdade.

IDG

Fig. 4 IDG

Lourenço Beirante

Na fig. 12 podemos observar a TMI (Taxa De Mortalidade Infantil) da Nova Zelândia, Marrocos e Madagáscar. O TMI representa a percentagem de óbitos de crianças no primeiro ano de vida. A Nova Zelândia apresenta uma taxa de 0,44%, Marrocos apresenta uma taxa de 2,35% e Madagáscar apresenta uma taxa de 4,01%. Isto demonstra a diferença de qualidade de vida entre os três países que são um país desenvolvido, em desenvolvimento e pouco desenvolvido respetivamente.

TMI

Nova Zelândia

0,44%

Marrocos

2,35%

Madagáscar

4,01%

Fig. 12 Taxa de Mortalidade Infantil

Dinis Gonçalves

Na fig. 10 podemos observar os gastos na educação efetuados por cada um dos três países na percentagem do PIB. Como podemos observar a Nova Zelândia gasta 5.54% do seu PIB na educação, Marrocos gasta 5,77% do seu PIB na educação e Madagáscar gasta 2,78% do seu PIB na educação. Apesar de Marrocos gastar uma percentagem maior do que a percentagem da Nova Zelândia, a Nova Zelândia acaba por gastar mais dinheiro na educação por causa da diferença no PIB entre os dois países.

Despesas na Educação

Fig. 10 Despesas na Educação

André Barbeiro

A esperança média de vida, é um excelente indicador de desenvolvimento, pois reflete diretamente na qualidade da saúde, por exemplo. Na Nova Zelândia, como é um país desenvolvido, a população tem melhores condições de saúde, trabalho, etc. Em Marrocos, devido a um menor investimento nos serviços públicos, a população tem menos acesso às necessidades básicas. Neste país, a presença de mais fábricas que para lá se deslocalizaram, às quais não são aplicadas medidas ambientais, provocam mais poluição, que contribui para uma menor qualidade do ar.

Esperança Média de Vida

No Madagáscar, a sua baixa esperança média de vida está relacionada com o facto de ser categorizado como um país menos desenvolvido. Mais uma vez, a poluição do ar produzida pelas indústrias que para tal país se deslocalizaram, a falta de cuidados de saúde e outros e a pobreza extrema, cuja também contribui para este valor.

Fig. 6 Esperança Média de Vida à Nascença

Lourenço Beirante