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Transcript

A inaudita guerra da Avenida Gago Coutinho

Uma obra de Mário de Carvalho

Índice

Biografia do autor

Prémios do autor

Mapa de localização

Contextualização do conto

Ação do conto

A organização das sequências narrativas no conto é a seguinte:

Personagens

Narrador

Origem do conto

Quem foi Clio?

Palavras de origem árabe neste conto

Textos

Mário de Carvalho

Mário Costa Martins de Carvalho nasceu a 25 de setembro de 1944 em Lisboa, é um romancista, contista, dramaturgo e argumentista português. Licenciou-se em Direito e viu o serviço militar interrompido pela prisão.Desde muito cedo ligado aos meios da resistência contra o salazarismo, foi condenado a dois anos de cadeia, tendo de se exilar após cumprir a maior parte da pena.

Para saber mais

Prémios de Mário Carvalho

Mário de Carvalho foi um interpre a quem lhe foram dados bastantes prémios, entre os mesmos o Prémio Cidade Lisboa, primeiro que lhe foi atribuído.

O autor utiliza a paisagem urbana para explorar questões mais amplas sobre a condição humana e a sociedade da época. Assim, embora a Avenida Gago Coutinho seja a localização física central, a narrativa transcende o espaço real para mergulhar nas profundezas da psique dos personagens e nas reflexões sobre a sociedade moderna.

O conto "A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho" ocorre principalmente em Lisboa, mais especificamente na Avenida Gago Coutinho. Esta avenida é uma localização real na cidade, conhecida por suas características urbanas.

Contextualização do Conto

"A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho" é um conto de Mário de Carvalho, publicado a 1983. É um texto narrativo no qual é retratado a historia de uma guerra entre duas datas distintas na história.

Ação do conto

Introdução

A introdução do conto apresenta a situação de poetas, deuses e, posteriormente, da musa Clio, que representa a História, adormecendo brevemente enquanto tece a tapeçaria do tempo. Linhas 1-10 (1ªparte)

Desenvolvimento

O desenvolvimento centra-se na invasão surpreendente liderada por Ibn-el-Muftar, um líder árabe, que se depara com a Lisboa moderna, causando confusão entre os automobilistas e resultando em confrontos com a polícia.Linhas 10-95 (1ªparte) 1-91 (2ªparte)

Conclusão

A conclusão revela que tudo não passou de um breve encantamento da musa Clio, obscurecendo a memória das pessoas envolvidas nos eventos. A narrativa conclui com consequências para personagens como o comissário Nunes, o capitão Soares e o coronel Rolão.Linhas 92-100 (2ªparte)

A organização das sequências narrativas no conto é a seguinte:

Info

Introdução: - Apresentação da situação de poetas e deuses que dormitam, destacando a musa Clio. - Descrição da invasão árabe liderada por Ibn-el-Muftar.

Desenvolvimento: - Detalhes da chegada dos árabes a Lisboa moderna e a reação dos automobilistas. - Confronto entre a tropa árabe e a polícia, envolvendo diversas personagens contemporâneas. - Descrição do caos provocado pela invasão, incluindo interações entre personagens modernas e árabes.

Conclusao - Revelação de que tudo foi causado pelo breve sono da musa Clio. - Consequências para as personagens contemporâneas, como o comissário Nunes, o capitão Soares e o coronel Rolão. - Conclusão com a resolução das situações geradas pela invasão árabe.

Personagens

Personagens

Secundárias e figurantes

Principais

O narrador é heterodiegético pois fala na terceira pessoa e subjetivo por dar a sua própria opiniao ao decorrer da história.

Narrador

Origem do conto:

A musa Clio que se deixa adormecer enquanto esta a trabalhar com a tapeçaria milenária e, sem querer, confunde duas datas, a de 4 de Junho de 1148 e a de 29 de Setembro de 1984. Nessa altura, na Avenida Gago Coutinho, os automobilistas e os cidadãos que ali estavam depararam-se com um exército do árabe Ibn-el-Muftar.

quem era clio?

Clio, na mitologia grega, é a musa da história e da poesia épica. Ela é frequentemente representada com um rolo de pergaminho, um livro ou uma coroa de louros, simbolizando a preservação e celebração dos eventos históricos. Clio inspira os escritores, historiadores e poetas, guiando-os na narrativa e na compreensão do passado.O seu nome deriva da palavra grega “kleos”, que significa glória ou fama, destacando a importância de preservar e compartilhar as realizações notáveis ao longo do tempo.

Palavras de origem árabe neste conto

Salam Aleikum

Que a paz esteja com você

Ali-ben-YussufÁla

Ibn-el-Muftar

Elevado/sublime

Inch-allah

Se Deus quiser

E se espanha invadisse sintra?Uma invasão espanhola em Sintra geraria um impacto dramático na região. As consequências seriam vastas, desde questões geopolíticas até desafios logísticos e sociais. O patrimônio histórico e cultural de Sintra poderia estar sob ameaça, e as comunidades locais seriam afetadas por mudanças abruptas na administração e na vida cotidiana. A resposta internacional a essa invasão também seria um fator crucial, podendo influenciar o desfecho do conflito.

Se a fictícia guerra da Avenida Gago Coutinho fosse real, as suas destruições seriam vastas e profundas. A comunidade local enfrentaria danos imediatos à infraestrutura e possíveis deslocamentos. Economicamente, o comércio na região seria duramente atingido, com lojas a fechar e a atividade comercial praticamente a acabar. A presença de patrulhas armadas e a violência urbana criariam um clima de insegurança e medo, afetando a qualidade de vida dos residentes. O conflito poderia desencadear tensões políticas mais amplas, possivelmente a envolver intervenções de forças de segurança regionais ou nacionais. A imagem histórica da avenida, antes associada à aviação e exploração, seria escondida por uma narrativa de conflito e destruição. O turismo, essencial para a economia local, também sofreria consideráveis impactos negativos, com a reputação da região como destino seguro sendo abalada. Resolver o conflito exigiria esforços locais, além de mediações e intervenções externas para restabelecer a paz e reconstruir a comunidade afetada.

Obrigada!

Trabalho realizado por: Carolina Martins, Inês Cristóvão, Margarida leal, Maria Rodrigues

A estrutura narrativa segue uma introdução que estabelece o contexto, um desenvolvimento que detalha os eventos e conflitos, e um desenlace que revela a explicação sobrenatural e as consequências para as personagens contemporâneas.

Personagens Secundárias:1. (29 set 1984)Agente da PSP Manuel Reis Tobias, Comissário Nunes, Capitão Aurélio Soares, Coronel Vaz RolãoPersonagens contemporâneas envolvidas nos acontecimentos causados pelo encantamento.2. (4 junho de 1149) Ali-Ben-yussut e Mamut BeshrwerFigurantes:2. Homero, Horácio Automobilistaspolicia de intervenção:Embora mencionados, têm uma presença mais simbólica, não participando diretamente na trama

Personagens Principais:1. Clio:A musa da História, responsável pelo encantamento e desencantamento dos eventos.(29 set 1884)2. Ibn-el-Muftar: O líder árabe que lidera a invasão e interage com as personagens modernas. (4 junho 1149)