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Os efeitos da internet na saúde juvenil

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Os efeitos da internet na saúde juvenil

Elaborado por: Anastácia MartinsJaneiro de 2024

Sempre ONLINE

No âmbito de um projeto de Cidadania e Desenvolvimento de uma turma do 9.º ano de escolaridade sobre os riscos do uso excessivo da internet na saúde das crianças e jovens, elaboramos uma apresentação resultante dos vários temas e trabalhos realizados.

A nossa realidade...

A dependência digital não para de crescer!

A presença omnipresente da internet está a moldar o crescimento e o desenvolvimento das crianças e jovens de hoje. Embora a internet proporcione benefícios inacreditáveis, é urgente estudar o impacto do uso da internet, especialmente quando se trata da saúde das crianças e adolescentes. Vamos analisar como o uso excessivo da internet pode influenciar não apenas a saúde física, mas também a saúde mental das novas gerações, apresentando dados e estratégias para promover um equilíbrio entre os benefícios da conectividade digital e a saúde integral dos mais novos.

Estatísticas e Tendências

Entre os 12 meses e os 5 anos De acordo com o estudo Utilização dos Aparelhos Digitais em Crianças com Idade entre os 12 meses e os 5 anos: - A televisão (37,5%), o smartphone (28,9%) e o tablet (20,7%) foram os aparelhos mais usados pelas crianças; - A utilização começou antes dos 18 meses: 74,7% para a televisão, 23,4% para o smartphone e 16,3% para o tablet; - 65,9% veem diariamente televisão e 24% usam o smartphone todos os dias.
Dados sobre o tempo de ecrã
O que recomendam os especialistas? A AACAP atualizou, em 2020, as recomendações relativas ao tempo de ecrã, sugerindo os seguintes limites: Até aos 18 meses, as crianças só devem usar os ecrãs para conversarem, por videochamada, com familiares ausentes; Entre os 18 e os 24 meses, só devem usar ecrãs para verem programas educativos, mas sempre sob supervisão; Entre os 2 e os 5 anos, o tempo de ecrã sem propósitos educativos deve reduzir-se a 1 hora por dia durante a semana e 3 horas aos fins-de-semana; A partir dos 6 anos, os pais devem incentivar outro tipo de atividades, limitando as que incluem ecrãs. As recomendações daquela Associação passam também por desligar todos os ecrãs durante as refeições. Aconselha também a que não se usem os ecrãs para acalmar birras.
Em suma...a utilização de ecrãs pode ser uma forma de entretenimento e de aprendizagem mas, o excesso é prejudicial. Pode significar menos tempo para outras atividades, como brincar, socializar ou até estudar, mas pode também refletir-se na qualidade do sono ou na ausência de atividade física.
Dados sobre o aumento do tempo de tela Esses dados sugerem que o aumento do tempo diante dos ecrãs entre crianças e jovens é uma tendência global que requer atenção e intervenções para garantir um equilíbrio saudável entre o uso da tecnologia e outros aspetos importantes do desenvolvimento infantojuvenil.
O crescimento do uso da internet por crianças e jovens apresenta diversos desafios e preocupações que passamos a elencar:- Exposição prematura a conteúdo inadequado: As crianças e os jovens podem ser expostos a conteúdos inadequados para a sua faixa etária, como a violência, a pornografia ou outras informações prejudiciais. - Riscos de Segurança Online: A exposição a riscos online, como o cyberbullying e o assédio, aumenta com o uso frequente da internet.
- Impactos na Saúde Mental: O uso excessivo das redes sociais e a pressão para se imitar padrões online podem contribuir para problemas de saúde mental, incluindo a ansiedade e a depressão.- Prejuízos na Saúde Física: O tempo prolongado em frente aos ecrãs pode levar ao sedentarismo, a distúrbios do sono, a problemas posturais, a problemas de visão e até mesmo contribuir para a obesidade infantil. - Desenvolvimento Cognitivo Comprometido: O uso intensivo de dispositivos eletrónicos pode afetar o desenvolvimento cognitivo, influenciando a atenção, a concentração e o desenvolvimento de competências.
- Impacto nas Relações Interpessoais: A dependência de dispositivos pode afetar negativamente as interações presenciais, prejudicando as competências sociais e as relações familiares e de amizade. - Vício e Dependência Tecnológica: As crianças e os jovens podem desenvolver comportamentos viciantes em relação à internet, comprometendo outras atividades importantes, como os estudos, as atividades lúdicas e as relações interpessoais. - Desigualdades Digitais: As crianças e os jovens de diferentes contextos socioeconómicos podem enfrentar desigualdades no acesso à internet, criando disparidades na educação e nas oportunidades.

É crucial entender os desafios que se colocam com o uso excessivo da internet para desenvolver estratégias e soluções que promovam um uso saudável e equilibrado da internet por parte de crianças e jovens.As ações a levar a cabo têm de ser realizadas em estreita articulação com as famílias, a escola e a sociedade em geral.

Conclusão

Webgrafia