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Ato II, Cenas IV-XV

Afonso Tedim, nº2; Nuno Marques nº17; Rafael Batista nº20; Rodrigo Canedo nº23;11ºA

Frei Luís de sousa

13. Perguntas e respostas

14. Bibliografia

12. Cena XV

11. Cena XIV

10. Cena XIII

6. Cena IX

5. Cena VIII

4. Cena VII

9. Cena XII

8. Cena XI

7. Cena X

3. Cena VI

2. Cena V

1. Cena IV

ÍNDice

Frei Jorge traz as notícias de que o arcebispo está em Lisboa, e por isso Manuel de Sousa Coutinho o deveria ir visitar, este não exita pois também teria um negócio a tratar no Sacramento.

Cena Iv

D.Madalena decide que vai ficar no palácio de D. João de Portugal durante a viagem e Frei Jorge fica com ela. Manuel de Sousa Coutinho conta a Madalena que teria que ir a Lisboa (numa sexta-feira) e esta fica aterrada. Maria implora á mãe para acompanhar o pai na viagem pois queria conhecer a sua tia D. Joana.

Cena v

Manuel de Sousa Coutinho convence D. Madalena que o melhor é deixar Maria ir com ele a Lisboa. Madalena propõe que Telmo vá com eles pois Maria e Telmo não estão bem um sem o outro e porque ela não quer Telmo por perto no dia de aniversário do desaparecimento de D. João de Portugal, visto que este a está sempre a relembrar que ele pode estar vivo.

Cena vI

A despedida emotiva de D. Madalena e Maria, realçando a preocupação e carinho que têm uma pela outra.

Cena vII

A despedida de D. Madalena e Manuel de Sousa Coutinho, onde esta pressente que a sua relação pode ter o mesmo fim que a dos condes de Vimioso. Ela questiona-se como é possível que duas pessoas que se amam acabem por se dedicarem ambos a uma vida religiosa.

Cena vIII

Monólogo de Frei Jorge onde este prevê que algo de mal está para vir.

Cena IX

D. Madalena pede a Miranda que lhe diga quando a sua família desembarcar e fala com Frei Jorge sobre o dia que ela mais receia (sexta-feira). Este é o dia dos seus maiores horrores: foi quando casou pela 1º vez; viu Manuel de Sousa Coutinho pela 1ºvez; e perdeu-se el-rei D. Sebastião e o seu marido na batalha de Alcácer Quibir)

Cena X

Miranda anuncia a chegada de Romeiro a Frei Jorge e D.Madalena.

Cena XI

Jorge alerta D. Madalena para o perigo destes peregrinos, que podem aproveitar-se da boa vontade deles.

Cena XII

Apresentação de Romeiro por parte de Miranda a Frei Jorge e D. Madalena e vice-versa.

Cena XIII

Romeiro fala da sua vida passada, que tem semelhanças com a de D. João de Portugal. Este revela a D. Madalena o que o tinha trazido desde os "Santos-Lugares", que um homem português que muito bem lhe quis, estava vivo e cativo há 20 anos desde a batalha de Alcácer Quibir.

Cena XIV

(continuação)

D. Madalena com o discurso de Romeiro ficava cada vez mais ansiosa e quando este revela sem exitar que o homem que se referia era D. João de Portugal apontando para um retrato dele, esta entra em pânico porque percebe que a sua filha era ilegítima .

Cena XIV

Frei Jorge começa a duvidar da verdadeira identidade de Romeiro, ao que este a confirma dizendo que D. João de Portugal não era "ninguém" uma vez que todos os seus entes mais próximos o esqueceeram

Cena XV

1. Refere, de forma sucinta, os acontecimentos das Cenas IV e V.

Perguntas:

1. Refere, de forma sucinta, os acontecimentos das Cenas IV e V.

Perguntas:

Nas cenas IV e V, Frei Jorge traz as notícias de que o arcebispo está em Lisboa, e por isso Manuel de Sousa Coutinho o deveria ir visitar, este não exita pois também teria um negócio a tratar no Sacramento. D.Madalena decide que vai ficar no palácio de D. João de Portugal durante a viagem e Frei Jorge fica com ela. Manuel de Sousa Coutinho conta a Madalena que teria que ir a Lisboa (numa sexta-feira) e esta fica aterrada. Maria implora á mãe para acompanhar o pai na viagem pois queria conhecer a sua tia D. Joana.

Perguntas:

2. Interpreta, de acordo como conhecimento que tens da obra, as seguintes palavras de D. Madalena: «Telmo que vá com ele; não o quero cá» (Cena VI, l.107).

Perguntas:

2. Interpreta, de acordo como conhecimento que tens da obra, as seguintes palavras de D. Madalena: «Telmo que vá com ele; não o quero cá» (Cena VI, l.107).D. Madalena quer que Telmo acompanhe Maria na viagem pois reconhece que estes não vivem um sem o outro e porque ela não quer Telmo por perto no dia de aniversário do desaparecimento de D. João de Portugal, visto que este a está sempre a relembrar que ele pode estar vivo.

Perguntas:

3. Explica a relação entre mãe e filha, na Cena VII, justificando a tua resposta.

Perguntas:

3. Explica a relação entre mãe e filha, na Cena VII, justificando a tua resposta.D.Madalena e Maria tinham uma relação muito próxima explicitada pela preocupação e carinho que elas tinham uma pela outra.

Perguntas:

4. Demonstra que a evocação da condessa de Vimioso, D.Joana de Castro, pode ser considerada, na Cena VIII, um indício trágico.

Perguntas:

4. Demonstra que a evocação da condessa de Vimioso, D.Joana de Castro, pode ser considerada, na Cena VIII, um indício trágico.D.Madalena não compreende como duas pessoas que se amam profundamente, se podem separar intencionalmente. Isto pode ser um indício trágico de separação de D. Madalena eManuel de Sousa Coutinho.

Perguntas:

5. Explica a importância do monólogo de Frei Jorge na Cena IX.

Perguntas:

5. Explica a importância do monólogo de Frei Jorge na Cena IX.O monólogo de Frei Jorge na cena IX dá a entender que algo de mal está por vir.

Perguntas:

6. Clarifica a duplo sentido das palavras de D. Madalena: "o tempo muda tão depressa..." (Cena X).

Perguntas:

6. Clarifica a duplo sentido das palavras de D. Madalena: "o tempo muda tão depressa..." (Cena X). Com esta expressão D. Madalena pretende indicar que o tempo (condições climatéricas) pode mudar repentinamente tal como o tempo (situações da vida).

Perguntas:

7. D.Madalena, na Cena V, fica aterrorizada por ser "sexta-feira", repetindo constantemente a palavra "hoje" (II, 67-68). 7.1. Indica as razões apontadas pela personagem, no diálogo com Frei Jorge, na Cena X, para o seu terror..

Perguntas:

7. D.Madalena, na Cena V, fica aterrorizada por ser "sexta-feira", repetindo constantemente a palavra "hoje" (II, 67-68). 7.1. Indica as razões apontadas pela personagem, no diálogo com Frei Jorge, na Cena X, para o seu terror.. D. Madalena considera que sexta é um dia aziago pois foi nesse dia que as maiores desgraças da sua vida aconteceram: viu pela primeira vez e apaixonou-se por Manuel de Sousa Coutinho enquanto estava casada com D. João de Portugal; foi a uma sexta-feira que começou a batalha de Alcácer Quibir onde D. João supostamente tinha morrido; e foi quando casou pela 1º vez, num casamento sem amor com D. João.

Perguntas:

7.2. Demonstra que o esclarecimento de D.Madalena a Frei Jorge permite a localização cronológica da ação do Ato II.

Perguntas:

7.2. Demonstra que o esclarecimento de D.Madalena a Frei Jorge permite a localização cronológica da ação do Ato II. A ação situa-se a 4 de agosto de 1599, pois faz anos que se perdeu el-rei D. Sebastião (4 de agosto de 1578), D. Madalena esteve á procura de D. João de Portugal 7 anos e esta casada com Manuel de Sousa Coutinho á 14 anos (Presente).

Perguntas:

7.3. Explica a razão por que D.Madalena considera aquela sexta-feira "um dia fatal" (Cena X, I. 164) para si e relaciona-a com o seu comportamento desde o início da obra.

Perguntas:

7.3. Explica a razão por que D. Madalena considera aquela sexta-feira "um dia fatal" (Cena X, I. 164) para si e relaciona-a com o seu comportamento desde o início da obra. O terror de D. Madalena deve-se ao facto de ser sexta-feira e de ser nesse dia que se celebra os anos do seu primeiro casamento, que lhe relembra o possível adultério que ela possa ter cometido; esse dia também lhe lembra do aniversário que se perdeu el-Rei D. Sebastião e D. João de Portugal na batalha de Alcácer Quibir; e o dia em que viu e se apaixonou por Manuel de Sousa Coutinho enquanto casada com D. João, cometendo assim um crime.

Perguntas:

8. Demonstra que a caracterização física do romeiro, feita por Miranda, sugere não se tratar de um peregrino comum.

Perguntas:

8. Demonstra que a caracterização física do romeiro, feita por Miranda, sugere não se tratar de um peregrino comum.De acordo com Miranda, Romeiro não se trata de um peregrino comum pois apresenta umas barbas formosas e alvas que remetem a um homem sábio e digno.

Perguntas:

9. A Cena XIV apresenta dois momentos distintos. 9.1. Procede à sua delimitação, indicando as revelações feitas pelo Romeiro no primeiro momento.

Perguntas:

9. A Cena XIV apresenta dois momentos distintos. 9.1. Procede à sua delimitação, indicando as revelações feitas pelo Romeiro no primeiro momento. O 1º momento é caracterizado pela apresentação de Romeiro e a revelação de que este não tem família pois a mesma se tinha esquecido dele. Estes acontecimentos ocorrem até á linha 92, o 2º momento ocorre a partir da linha 93 até ao fim da cena.

Perguntas:

9.2. Comprova que, ao longo do primeiro momento, vão sendo dadas pistas sobre a identidade do Romeiro.

Perguntas:

9.2. Comprova que, ao longo do primeiro momento, vão sendo dadas pistas sobre a identidade do Romeiro. Durante o 1º momento vão sendo dadas pistas sobre a verdadeira identidade de Romeiro pelas semelhanças da sua história com a história de D. João de Portugal como podemos ver em: (“Romeiro – Parentes!... Os mais chegados, os que eu me importava achar… contaram com a minha morte, fizeram a sua felicidade com ela; hão de jurar que não me conhecem.”)(linhas 65-68, Cena XVI).

Perguntas:

9.3. Comenta a expressividade do deítico que introduz o segundo momento, relacionando-o com a simbologia do número 3.

Perguntas:

9.3. Comenta a expressividade do deítico que introduz o segundo momento, relacionando-o com a simbologia do número 3. O deítico que introduz o segundo momento, trata-se de um deítico temporal (“Hoje”) e o autor escolheu 3 dias devido ao seu simbolismo que representa o ciclo da vida.

Perguntas:

10. Relaciona o crescendo de emoções de D.Madalena com as informações que vão sendo dadas pelo Romeiro acerca de quem o enviou, justificando a tua resposta com elementos textuais.

Perguntas:

10. Relaciona o crescendo de emoções de D.Madalena com as informações que vão sendo dadas pelo Romeiro acerca de quem o enviou, justificando a tua resposta com elementos textuais.Á medida que Romeiro falava, D. Madalena ia ficando cada vez mais curiosa, intrigada, ansiosa, incrédula e nervosa. Conseguimos perceber as suas emoções através de algumas didascálias e falas dela, tais como (“(aterrada)”, “(espavorida)” e “(na maior ansiedade)”).

Perguntas:

11. O Romeiro identifica o mandatário do "recado", apontando o retrato de D.João de Portugal. 11.1. Explica, por palavras tuas, a reação de D.Madalena.

Perguntas:

11. O Romeiro identifica o mandatário do "recado", apontando o retrato de D.João de Portugal. 11.1. Explica, por palavras tuas, a reação de D.Madalena. Dona Madalena ficou em êxtase, espantada, assustada e receosa pois, nesse momento, percebeu que tinha cometido adultério e que a sua filha era ilegítima.

Perguntas:

12. O Romeiro, na Cena XV, após ser questionado sobre a sua identidade, mais uma vez aponta para o retrato de D.João de Portugal e responde "Ninguém". 12.1. Relaciona a classe a subclasse do vocábulo «Ninguém» com o seu sentido.

Perguntas:

12. O Romeiro, na Cena XV, após ser questionado sobre a sua identidade, mais uma vez aponta para o retrato de D.João de Portugal e responde "Ninguém". 12.1. Relaciona a classe a subclasse do vocábulo «Ninguém» com o seu sentido. "Ninguém" é um pronome indefinido e remete para um esquecimento, pois todos tinham esquecido D. João de Portugal.

Bibliografia:

https://www.esqm.pt/documentos/BE/Personagens.pdf https://www.santillana.pt/files/DNLCNT/Priv/_11811_c.book/258/index.html