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Transcript

Início

Memorial do convento

José Saramago

10. Para além da obra

9. Estilo/Linguagem

8. Intertextualidade

7. Críticas

6. Os espaços

5. As Personagens

4. As referências históricas

3. Linhas de ação

2. O título

1. O autor

Índice

"Memorial"-Referente a memoria."Convento"-Casa onde os religiosos fazem vida em comunidade;mosteiro.

Este apresenta uma carga simbólica quer enquanto sugere as memórias – evocativas do passado – e pressuposições existenciais, quer ao remeter para o Mundo místico e misterioso. Este título simboliza também a importância do convento, devido às fortunas e vidas que se gastaram na construção do mesmo.

O titulo sugere memórias de um passado delimitado pela construção do convento de Mafra, com o que de grandioso e de trágico representou como símbolo do país.

O título

"Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é só um dia mais."

"Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar."

"Para temperamentos nostálgicos, em geral quebradiços, pouco flexíveis, viver sozinho é um duríssimo castigo."

A escrita de Saramago frequentemente explora temas filosóficos e existenciais, e suas obras são conhecidas por sua crítica social e política, aoresentando um grande legado mundialmente.

Escritor português e autor laureado com o Prêmio Nobel, conhecido por seu estilo narrativo único e temas instigantes

José SAramago

Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido.» – o projeto, a construção da passarola, a concretização do sonho e o seu preço

Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes

Linhas de ação

Era uma vez gente que construiu esse convento

Era uma vez um rei que fez a promessa de levantar um convento em Mafra

Linhas de ação

Vida na corte e na sociedade portuguesa do século XVIII

D.João V em Portugal

Construção do Convento de Mafra

As referências históricas

As personagens

Os espaços fisicos

Os espaços sociais

Social Network

Music

Map

As críticas

-"Crónica de D. João I" de Fernão Lopes

-"Dom Quixote" de Miguel de Cervantes

-"Auto da barca do inferno" de Gil Vicente

-"Os Maias" de Eça de Queirós

-"A Máquina do Mundo" de Carlos Drummond de Andrade

É possivvel estabelecer uma relação de intertextualidade de memorial do convento com outras obras:

Intertextualidade

Estilo e Linguagem

VS

referências bibliográficas

Ilha da madeira

É um aglomerado de barracões de madeira onde se localiza os alojamentos dos operários que trabalham na construção do convento;

Alto da vela

É o local da construção do convento;

Vila de mafra

É uma pequena população que sobrevive pela agricultura e que vive isolada da civilização até o rei escolher Mafra como local da construção do convento;.

José Saramago utiliza sua obra para fazer críticas sociais e políticas, o que pode não agradar a todos os leitores, dependendo de suas perspectivas pessoais.

Visão Crítica da Sociedade

Cap. XIX, p. 327 – Promoção de Baltasar a boieiro; p. 329 – Elogio e enaltecimento do narrador ao povo humilde e trabalhador, tirando-o, simbolicamente, do anonimato. pp. 332-361 – Transporte da pedra grande (8 dias). Morte de um dos trabalhadores, Francisco Marques (p. 354). Cap. XX, pp.399-407 – Recrutamento de operários para Mafra em todo o reino. Cap. XXII, pp.430-431 – A princesa Maria Bárbara vê uns trabalhadores recrutados para as obras de Mafra. Cap. XXIV, pp. 484-486 – Sagração do convento

Era uma vez a gente que construiu esse convento

L2.ª linha de leitura: «Era uma vez a gente que construiu esse convento.» Cap. XII, pp. 177-180 – Inauguração da primeira pedra, a 17/11/1717. Cap. XVII, pp. 290-297 – As obras do convento; trabalho de Baltasar, regressado a Mafra, na construção, nos carros de mão; Visita de Baltasar à “Ilha da Madeira”, local de alojamento para os trabalhadores do convento. Cap. XVIII, pp. 307-319 – Caracterização dos gastos reais e dos trabalhadores em Mafra. Relatos de histórias pessoais.

A obra aborda eventos históricos, como a construção do Convento de Mafra, mas utiliza uma abordagem ficcional que mistura história e fantasia. Algumas críticas apontam que a narrativa pode ser densa e requer um entendimento prévio da história portuguesa.

Abordagem Histórica e Social

Abegoaria

Na Quinta do Duque de Aveiro , em S. Sebastião da Pedreira, é o local onde a passarola é construída

Rossio

E o centro urbano onde tem lugar as festividades como os autos-de-fé, as procissões e as touradas;

Terreiro do paço

Local onde se situava o Paço da Ribeira, é o centro do poder

A representação de personagens e o uso extensivo de simbolismo podem ser interpretados de maneiras diferentes. Alguns leitores podem achar as figuras simbólicas intrigantes, enquanto outros podem achar a caracterização menos convencional.

Personagens e Simbolismo

"Memorial do Convento" aborda temas complexos, como poder, opressão, religião e a condição humana. Algumas críticas sugerem que a obra pode ser difícil de entender completamente devido à profundidade desses temas.

Temas Complexos

A escrita de Saramago é frequentemente elogiada por sua singularidade, mas também pode ser criticada por sua complexidade e pelo uso pouco convencional de pontuação e diálogo. Alguns leitores podem achar desafiador acompanhar o estilo narrativo.

Estilo narrativo único

Bartolomeu do apelido de Sete-Luas a Blimunda. p. 131 – Partida de Baltasar e Blimunda para Mafra. Cap. X – pp. 137-138 – Apresentação de Blimunda à família de Baltasar, em Mafra. pp. 149-150 – Comparação entre o modo como se conheceram Baltasar e Blimunda e D. João V e a rainha. Cap. XII – pp. 187 – Partida de Baltasar e Blimunda para Lisboa para recomeçarem o trabalho na passarola. p. 190 – Pedido de Baltasar a Blimunda que o veja por dentro, caso morra antes dela. Cap. XIII – p. 193 – Início da recolha das vontades. p. 200 – Perda da capacidade visionária de Blimunda com a chegada da lua nova. Cap. XV – pp. 243-248 – Recolha de vontades em Lisboa, durante uma epidemia. p. 248-250 – Doença de Blimunda e apoio de Baltasar. Cap. XVI – Regresso de Baltasar e Blimunda a Mafra, depois de terem voado. Cap. XXIV – Desaparecimento de Baltasar e desespero de Blimunda. Cap. XXV – pp. 487-492 – Procura de Baltasar por Blimunda, durante nove anos; p. 493 – Reencontro em Lisboa, num auto-de-fé, onde Baltasar está a ser queimado, e recolha da sua vontade.

Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes

L«Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes.» Cap. IV – Apresentação de Baltasar Mateus, o Sete-Sóis, e viagem de Jerez de los Caballeros até chegar a Lisboa. Cap. V – pp. 69, 72-74 – Encontro entre Baltasar, Blimunda e o padre Bartolomeu Lourenço no auto de fé onde vai a mãe de Blimunda, Sebastiana de Jesus, condenada ao degredo por ter visões e revelações; consumação do amor entre Baltasar e Blimunda. Cap. VIII – pp. 100-102 – Revelação que Blimunda faz a Baltasar do seu segredo. Cap. IX – p. 117 – Ida do casal para S. Sebastião da Pedreira. p. 121 – Atribuição, por parte do padre Bartolomeu do apelido de Sete-Luas a Blimunda. p. 131 – Partida de Baltasar e Blimunda para Mafra.Cap. IX – p. 117 – Ida do casal para S. Sebastião da Pedreira. p. 121 – Atribuição, por parte do padre

Cap. I, p. 16 – Promessa do rei. Cap. VII, p. 98 – Reiteração, por parte do rei, do voto relativo à construção do convento, já depois do nascimento da filha e da morte do frade a quem havia feito a promessa. Cap. VIII, p. 115 – Ida do rei a Mafra para escolher o local de edificação do convento.Cap. XXI, pp. 382-385 – Decisão de aumentar o convento. p. 397 – Decisão do dia em que será feita a sagração da basílica.

Era uma vez um rei que fez a promessa de levantar o convento de mafra

Cap. XVI, pp.258,259,261 – Necessidade de sair da quinta; medo do Santo Ofício; início da remoção do telhado da abegoaria. • A concretização do sonho (o voo): Cap. XVI, p.264 – Subida da passarola; pp.265-266 – Emoções partilhadas; p.267 – Vista sobre Lisboa; pp.268-269 – Reação de Scarlatti ao ver a subida da passarola: atira o cravo a um poço. p.273 – Vista sobre Mafra; p.275 – Aterragem no Monte Junto; pp.278-279 – Tentativa de destruição da máquina pelo padre, que desaparece. • O preço do sonho: Cap. XVII, pp.301, 305 – Viagem de Baltasar até Monte Junto para ver a passarola. Anúncio, feito por Scarlatti, da morte do padre Bartolomeu, em Toledo, Espanha. Cap. XX – Viagem de Baltasar e Blimunda a Monte Junto para reparação dos estragos da passarola. Cap. XXIII, p.464 – Voo inadvertido da máquina e desaparecimento de Baltasar

Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido.» – o projeto, a construção da passarola, a concretização do sonho e o seu preço.

• O projeto:Cap. VI, p.82 – O sonho do padre acalentado pelo rei e a incompreensão dos homens. p.83 – Cumplicidade com a mãe de Blimunda. pp.84,87,88 – Convite do padre a Baltasar para o acompanhar à quinta e para o ajudar na construção da máquina voadora. • A construção da passarola: Cap. IX, p.130 – Sonho partilhado a três. Partida do padre para a Holanda. Cap. XI, pp.169-170 – Regresso do padre Bartolomeu da Holanda. Revelação do segredo do éter. Cap. XIII – Início da recolha de vontades. Irão ser precisas pelo menos duas mil.Cap. XIV, pp.225-232 – Partilha do segredo da passarola com Scarlatti, dez anos depois do início da sua construção. Cap. XV, p.254 – Conclusão da construção da passarola.