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Transcript

Início

Memorial do convento

José Saramago

10. Para além da obra

9. Estilo/Linguagem

8. Intertextualidade

7. Críticas

6. Os espaços

5. As Personagens

4. As referências históricas

3. Linhas de ação

2. O título

1. O autor

Índice

José SAramago

Refere-se ao edifício português construído por ordem de D. João V entre 1717 e 1744 (Convento de Mafra).

Obra em que se descreve algo que se pretende gurdar na memória. Trata-se de algo que relata factos memoráveis.

Memorialdo Convento

O título

Síntese dos capítulos

Linhas de ação

  • Era uma vez um rei que fez a promessa de levantar um convento em Mafra.
  • Era uma vez gente que construiu esse convento.
  • Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes.
  • Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido.

Linhas de ação

História vs. Ficção

Problemas económicos

Padre Bartolomeu Lorenço Gusmão

Inquisição

D. João V e D. Maria Ana

Convento de Mafra

As referências históricas

Povo

Domenico Scarlatti

Padre Bartolomeu Lorenço Gusmão

D. João V

D. Maria Ana Josefa

Blimunda Sete-Luas

Baltasar Sete-Sóis

As personagens

A relação conjugal é descrita de forma irónica e sarcástica e resume-se a um único objetivo: dar um herdeiro ao trono. Não existe nenhum envolvimento afetivo entre o rei e a rainha. O rei vai ao quarto da rainha duas vezes por semana a fim de concretizar o seu dever de rei. Porém a rainha já era consedirada estéril à mais de dois anos. A culpa não seria do rei pois este tinha uma vasta lista de filhos bastardos pelo reino. Posteriormente, fruto esta relação contratual D. Maria Ana passa a ter sonhos com o seu cunhado, o infante D. Francisco, sentindo-se demasiado envergonha para revelar em confissão.

O amor contratual: relação rei/rainha

"Batismo" de Blimunda devido aos ser dotes mágicos

"Batismo" de Baltasar porque só pode ver à luz

Sete-SóisSete-Luas

Baltasar e Blimunda conhecem-se na procissão de um auto-de-fé em Lisboa na qual Sebastiana Maria de Jesus, mãe de Blimunda, foi condenada ao degredo para Angola pela Inquisição acusada de ser visionária. A partir desse momento, passaram a viver juntos uma história de amor e paixão.Eles comunicavam pelo o olhar, o silêncio permiti-lhes uma comunicação em profundidade através de gestos simples. Esta relação é repleta de amor, carinho e cumplicidade, respeito mútuo, fidelidade, sensualidade e desejo.

O amor - Baltasar e Blimunda

Trata-se de um género da literatura em que se celebra uma ação grandiosa e os feito de um herói.

No capítulo XIX está presente a descrição da "A Epopeia da Pedra" relativamente às adversidades sentidas no transporte de uma pedra enorme que se destinava à varanda situada sobre o pórtico da igreja num percurso de 15km desde Pêro Pinho a Mafra. Para o sucesso dessa missão foram necessários 8 dias, inúmeros bois, centenas de homens e um carro com dimensões especiais pois tratava-se de uma pedra com cerca de 7 metros de comprimento por 3 metros de largura estimando pesar cerca de 30 toneladas. Toda tarefa foi executada graças ao empenho e sacrifício dos membros do povo, os verdadeiros heróis.

A Epopeia da Pedra

Os espaços

Dimensão simbólica

As críticas

Intertextualidade

Estilo e Linguagem

VS

referências bibliográficas

Em 1988, casa, em segundas núpcias, com a jornalista espanhola Pilar del Rio, circunstância determinante para o intensificar de uma atividade de conferencista e de divugação da sua obra. Além de amor na vida, ela era a primeira leitora, revisora e tradutora de suas obras para o espanhol.

  • Narração do voo da passarola e das suas consequências: desaparecimento do padre Bartolomeu Lourenço e caminhada de Baltasar e Blimunda até Mafra.

Capítulo XVI

  • Regresso do padre Bartolomeu da Holanda e viagem para Coimbra, para estudar;
  • Missão de Blimmunda de recolher as vontades.

Capítulo XI

  • Périplo de Blimunda para a recolha de vontades na epidemia de Lisboa;
  • Doença e cura de Blimunda, através da música de Scarlatti.

Capítulo XV

  • Benção da primeira pedra da basílica de Mafra a 17 de novembro de 1717;
  • Regresso de Baltasar e Blimunda a São Sebastião da Pedreira.

Capítulo XII

  • Descrição do Entrudo e da procissão da Quaresma;
  • Crítica às desigualdades sociais.

Capítulo III

  • Mudança de Baltasar e Blimunda para Mafra;
  • Trabalho de Baltasar nas obras do convento.

Capítulo X

Pelo mérito reconhecimento das obras de Saramago, este recebeu muitos prémios entre os quais se destaca o Prémio Camões em 1995. Este reconhecimento culminou também em 1998, ao ser galardoado com o Prémio Nobel da Literatura, pela primeira vez atribuído a um escrito de língua portuguesa.

  • Apresentação de D. João V e do seu passatempo favorito;
  • Promessa de D. João V aos frades franciscanos de que mandaria construir um convento em Mafra, se a rainha engravidasse.

Capítulo I

  • decisão de ampliação do convento, estabelecimento da data desagração da obra e angariação (forçada) de mais trabalhadores para cumprir o prazo determinado.

Capítulo XXI

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  • Retorno do Padre Bartolomeu Lourenço;
  • Primeiro encontro do padre com Domenico Scarlatti e visita de ambos à abegoaria (da trindade terrestre ao quarteto simbólico).

Capítulo XIV

  • Partida de Baltasar para Monte Junto e voo acidental da passarola.

Capítulo XXIII

  • Apresentação de Baltasar.

Capítulo IV

  • Revelação do segredo de Blimunda a Baltasar (capacidade de ver por dentro das pessoas e das coisas);
  • Nascimento do segundo filho de D. João V, o infante D. Pedro;
  • Escolha do local para a elevação do convento.

Capítulo VIII

  • Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos.
  • Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é só um dia mais.
  • Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo.
  • A leitura é provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar.
  • Eu acredito no respeito pelas crenças de todas as pessoas, mas gostaria que as crenças de todas as pessoas fossem capazes de respeitar as crenças de todas as pessoas.

Frases de Saramago

  • A procissão do auto-de-fé;
  • Encontro e união de Baltasar e Blimunda.

Capítulo V

  • Nascimento e batizado da infanta Maria Bárbara, filha do rei;
  • Renovação da promessa de construção do convento.

Capítulo VII

Adaptação ao cinema

Algumas obras de José Saramago foram adaptadas ao cinema, entre as quais "Ensaio sobre a Cegueira", "Embargo" e "O Homem Duplicado".

  • Episódio da "Epopeia da Pedra", com a descrição do transporte de uma pedra de gigantescas dimensões de Pêro Pinheiro para Mafra.

Capítulo XIX

  • Encontro de Baltasar com o padre Bartolomeu Lourenço e contacto com o projeto da passarola.

Capítulo VI

  • Reflexão de D. João V sobre os gastos na construção do convento;
  • Relato das vivências de alguns dos operários envolvidos na construção.

Capítulo XVIII

  • Início da longa viagem de Blimunda para descobrir Baltasar;
  • Reencontro do casal, nove anos depois, no auto de fé em que Baltasar é sentenciado;
  • Recolha da vontade de Baltasar por Blimunda.

Capítulo XXV

  • Ensaio sobre a Cegueira;
  • Ano da morte de Ricardo Reis;
  • Memorial do Convento;
  • O envavgelho segundo Jesus Cristo;
  • As Intermitências da Morte;
  • A Jangada de Pedra;
  • Claraboia.
Obras de Saramago

A partir de 1970, começou a escrever com mais regularidade publicando romance, poesia, crónica e teatro. Os seus livros estão traduzdos em várias línguas e nttre eles destacam-se:

  • Trabalho de Blimunda e de Baltasar na passarola;
  • Viagem do padre Bartolomeu Lourenço à Holanda (segredo do éter);
  • Descrição de uma tourada em Lisboa.

Capítulo IX

  • Gravidez da rainha e reflexões do narrador sobre outros "milagres" comprovativos das virtudes dos franciscanos.

Capítulo II

  • Viagem de Baltasare Blimunda a Monte Junto (verificação e reparação da passarola).

Capítulo XX

  • Primeira jornada de Blimunda em busca de Baltasar;
  • Sagração do convento de Mafra.

Capítulo XXIV

  • Retoma dos trabalhos na abegoaria e recolha de vontades;
  • Descrição da procissão do Corpo de Deus.

Capítulo XIII

  • Negociação dos casamentos dos infantes portugueses com a casa real espanhola;
  • Descrição das cerimónias nupciais e da viagem comitiva de D. Maria Bárbara.

Capítulo XXII

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Fundação José Saramago

De setembro de 2008 até à sua morte, Saramago manteve um blogue, O Caderno de Saramago, onde foi publicando as suas relexões, críticas, opiniões, nas suas mais variadas vertentes.Hoje, a Fundação José Saramago, continua a assegurar a visualização do conteúdo do blogue, bem como a publicação de notícias e artigos relativos à divulgação da obra do escritor.

  • Trabalho de Baltasar nas obras do convento e visita à máquina voadora;
  • Anúncio da morte do padre Bartolomeu Lourenço em Toledo por Scarlatti, de passagem por Mafra.

Capítulo XVII