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Transcript

Mary Wollstonecraft

"I do not wish women to have power over men; but over themselves"

Curiosidades: Primeira mulher a desafiar publicamente o estigma da maternidade Foi a primeira feminista a conectar a opressão das mulheres à opressão dos escravos, destacando a importância da liberdade para todos

Mary Wollstonecraft Filósofa, escritora e ativista dos direitos humanos, sobretudo das mulheres Mary Wollstonecraft não teve uma educação formal extensa devido às limitações impostas às mulheres na época em que viveu. No entanto, ela procurou ganhar conhecimento por conta própria e aproveitou as oportunidades que teve para se educar.

Fontes

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/desventuras/indignada-mary-wollstonecraft-inaugurou-luta-pela-emancipacao-feminina.phtml

https://www.scielo.br/j/ref/a/DZssxdXgt97Lj4kV8DXss4k/

https://www.britannica.com/biography/Mary-Wollstonecraft

https://plato.stanford.edu/entries/wollstonecraft/

https://www.pinterest.pt/

https://www.pensador.com/autor/mary_wollstonecraft/

Uma reivindicação pelos direitos da mulher

A obra literária de maior importância de Mary Wollstonecraft foi, Uma reivindicação pelos direitos da mulher, lançada em 1792 e vista como uma das bases do feminismo.

O livro constitui um documento essencial sobre o pensamento no final do século XVIII e os argumentos de Mary a favor de um tratamento e educação igualitária entre os gêneros.

A obra foi uma resposta à constituição francesa de 1789 e dirige se diretamente a intelectuais do iluminismo como John Gregory, James Fordyce e Jean-Jacques Rousseau.

No livro é possível entender as principais ideias feministas da autora, que acreditava na racionalidade e acesso ao conhecimento como forma de emancipação e liberdade. Mary ainda criticava o excesso de sentimentalismo e superficialidade a que as mulheres estavam sujeitas e defendia que elas deviam ter condições de se desenvolverem intelectualmente tanto quanto os homens e gerenciar seus próprios bens.

As questões abordadas por Wollstonecraft, como a desigualdade de gênero, a discriminação e a importância da educação, permanecem relevantes nos dias de hoje. As suas obras continuam a inspirar feministas e defensores dos direitos das mulheres, na luta pela igualdade de género.

Volta para Londres e frequentar os círculos de intelectuais britânicos, onde reencontra William Godwin, um dos precursores do pensamento anarquista. Os dois envolvem se e ela engravida. A relação entre eles foi bastante respeitosa e feliz. Moraram em casas separadas e mantiveram autonomia e liberdade. A segunda filha de Mary Wollstonecraft vem ao mundo a 30 de agosto de 1797. Depois de um parto complicado, a escritora desenvolveu uma grave infeção, que causou o seu falecimento a 10 de setembro de 1797, em Londres. No ano seguinte à sua morte, Godwin publicou um livro de memórias em que relatava a vida de Mary e sua visão do mundo, o que acabou manchando de vez a reputação da ativista aos olhos da sociedade do século XVIII.

Mary Wollstonecraft foi uma importante escritora e ativista dos direitos humanos, sobretudo, das mulheres. Considerada a “pioneira do feminismo”, Mary empenhou-se na luta por uma educação igualitária e defendeu maior autonomia das mulheres no casamento e sociedade, sendo uma influência e inspiração para os movimentos feministas que surgiram no século XIX.

Nasceu em Londres, na Inglaterra, a 17 de abril de 1759, Mary veio de uma família de classe média e traçou uma trajetória pouco convencional para uma mulher do seu tempo. Em 1788 escreve o seu primeiro romance, intitulado Mary: A Fiction, com uma protagonista forte, que faz críticas ao casamento e aos comportamentos esperados das mulheres.Após escrever a sua obra-prima, Uma reivindicação pelos direitos da mulher, em 1792, Mary Wollstonecraft vai para a França, determinada a ver de perto os acontecimentos da Revolução Francesa.