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Relatório do Experimento

Collaborative learning networks in a Challenge based learning context

Introdução

Essa pesquisa descreve os resultados da implementação de redes de aprendizagem colaborativa no ensino de desenvolvimento de aplicações digitais em um ambiente Challenge-based Learning (CBL) Onde: Programa de formação de desenvolvedores para produção de soluções digitais inovadoras, uma parceria da UFPE com uma Big Tech

Metodologia CBL

Contexto- Medologia ativa (PBL, Gamification, Peer Learning etc)- Parte de um projeto colaborativo iniciado em 2008 - Apple Classrooms of Tomorrow-Today - Orientado por Challenges - ou seja um desafio do mundo real para ser resolvido enquanto alunos aprendem - Na instância pesquisada (UFPE), Challenges resultam na construção de artefatos digitais e os alunos são alocados em grupos para construí-lo- Aprendizado colaborativo e aluno como protagonista - mentor é responsável por guiar o processo mas parte dos estudantes se aprofundar no conteúdo para construção do artefato

Dar o exemplo de um tipo de Challenge e aplicado a suas etapas

o aprendizado é colaborativo

mais infos de algum artigo

Quando Descrever melhor as etapas

Metodologia CBL

Explicar passo a passo do CBL

De repente trazer um quadro comparativoquais países e estados? Dizer que nossa instância tem algumas particularidades

Contexto

Programa para Formação de Desenvolvedores - Programa existente em diversos países e mais de x unidades no Brasil -- em uma parceria entre universidades e uma Big Tech- Foca em áreas como programação, design, business e softskills- A instância pesquisada - Cin/UFPE tem algumas particularidades- Modalidade com duração de dois anos, envolvendo alunos de graduação de diversos cursos e percorrendo diversos Challenges- Modalidade de um semestre, envolvendo alunos de um curso específico e percorrendo um único Challenge

- demandas do Challenge (mandatórios e escolhidos pelo mentor);- requisitos da empresa parceira do programa de formação;- escolhas pessoais dos próprios alunos (em especial no curso de 2 anos).

TRAZER QUE UMA DAS MANEIRAS DE OBS A EVOLUÇAÃO DOS ALUNOS É PELA QTD DE OAS APLICADOS

Assim, alunos têm autonomia para percorrer caminhos distintos baseados nas suas demandas de aprendizado, seja por necessidades do projeto ou demandas do mentor ou por desejos pessoais para dar prioridade ao que aprender.

Figura mostrando estrutura de OAs

Contexto

Programa para Formação de DesenvolvedoresEm cada Challenge, a trajetória de estudos é organizada em Objetivos de Aprendizagem (OA)Origens possíveis dos OAs:

- Auxilio a gerenciar sua trajetória durante o Challenge e também como suporte aos mentores para observar a evolução da turma

VISAO PARA ORIENTADOR

- Neste semestre, os alunos do programa contaram com uma Ferramenta de Apoio ao Aprendizado

Cenário

Trazer contexto - aprendizado colaborativo -- problema apenas juntar pessoas

EXEMPLO TEM UM ALUNO QUE QUER USAR O ICLOUD E SÓ ELE NA EQUIPE ESTÁ RESPONSÁVEL POR ISSO E TEM OUTRA PESSOA EM OUTRA EQUIPE E AS VEZES NÃO PODE

Programa para Formação de Desenvolvedores- Esse estímulo à autonomia pode ser prejudicado quando o aluno tem que aprender OAs não ensinados pelo mentor- Observamos que muitos alunos acabam travando, tendo dificuldade de aprender por si e impactando nos OAs realizados pelo aluno- Alunos ficam mais dependentes do mentor- Não sabem o que colegas de outros grupos estão estudandoo acampanhamento era feito por uma ferramenta

Contexto

TRAZER ALGUM EXEMPLO COM O LISBELA - O que alunos tem que desenvolver - EXEMPLO IMPACTAR ACADEMY, TINHA GENTE QUE QUERIA FAZER JOGO, TEM MUITO CONTEÚDO QUE NÃO É DADO EM SALA DE AULA -- É COMUM O PROJETO DEMANDAR DE OBJETIVOS QUE NÃO FORAM DADOS DENTRO DO CHALLENGE

--- >>>> TRAZER UM EXEMPLO <<<< É UM CENARIO QUE HA UMA NECESSIDADE DE APRENDER, E AS PESSOAS COM MESMA NECESSIDADE DE APRENDIZADO NAO ESTAO NA MESMA EQUIPE MAS TEM ESSAS MESMAS PESSOAS NA EQUIPECONTEXTUALIZAR, COMO ACONTECEM OS OBJETIVOS explicar que uma das maneiras de avaliar a evolução dos alunos é através dos OAs --

BARREIRAS: alunos de diferentes grupos desconhecem demandas de aprendizado uns dos outros ou uma vez que conhecem por uma série de motivos não colaboram para o aprendizado

Por outro lado tanto os interesses* de aprendizado do aluno quanto os OAs podem acabar sendo compartilhados entre mais alunosAssim alunos com mesmos interesses mas em equipes diferentes acabam deixando de colaborar por desconhecerem....TRAZER RAZÕES PORQUE EMPACAM

Problemas observados

Percepção do ProblemaDado esse contexto de aprendizado que, frequentemente, compreende uma maneira de ensino diferente da tradicional conhecida pelos alunos (onde o professor é o principal emissor do conhecimento), percebemos dois problemas:A primeira relacionada a autonomia característica do CBL, visto que, apesar do desenvolvimento do artefato ser em grupo, os alunos individualmente podem percorrer caminhos distintos, priorizando OAs de acordo com necessidades e desejos de aprendizado particulares, assim como escolhendo meios (como) e com quem querem aprender diferentes.Assim foi observado que muitas vezes os alunos desconhecem outros colegas com interesses de aprendizado similares, assim percorrendo uma jornada mais individual, o que pode causar maior frustração, travamentos no aprendizado e dependência dos mentores, quando é esperado um estudo mais independente.

Cenário

Percepção do ProblemaIsso é ainda mais evidente no Programa para Desenvolvedores com duração de um semestre, cujo os alunos tem menos tempo para se ambientar a cultura CBL, as equipes tendem a não ser multidisciplinares (uma vez que diferentemente do programa de longa duração, todos alunos são de um mesmo curso) aprender temas que muitas vezes nunca tiveram nenhum contato prévio e se enturmar com os novos colegas.A segunda classe diz respeito a um desafio do aprendizado colaborativo em si, dado que uma vez que os alunos descubram outros colegas com interesses de aprendizado similares, isso não significa que irão naturalmente começar a colaborar visto que uma série de fatores ligados à interação social, como a falta de intimidade, esponeaidade e incentivos adequados podem se tornar barreiras para uma colaboração inicial.

Cenário

Uma área pode ter diversas metas e por consequencia uma meta pode ter diversos Objetivos de Aprendizagem que compõem a sequencia de conhecimentos necessários para o desenvolvimento do artefato.

VISAO PARA ORIENTADOR

No contexto estudado dentro das etapas do CBL, o aprendizado esperado dos alunos é categorizado em uma estrutura similar a essa:

Cenário

Problemas observados- aluno trava em alguns conteúdos e desconhece outros colegas com demandas similares- aluno fica limitado ao que mentor ensinou para ele, tendo dificuldades para ir além por conta própria ou permanecendo em uma maior dependencia do mentor para aprender conteúdos não dados- aluno desconhece interesses de aprendizado de colegas que não tem proximidade- demora no aprendizado de alunos com maior dificuldade para começar a interagir e colaborar com outros colegas, seja para pedir ajuda, auxiliar colegas em necessidade ou aprender em conjunto

Cenário

Problemas observadosObservamos que muitas vezes os alunos desconhecem outros colegas com interesses de aprendizado similares, se limitando em saber o que colegas de equipe querem aprender, o que pode não ser compatível com seus interesses. Assim, percorrendo uma jornada mais individual, causando maior frustração por travamentos no aprendizado e dependência dos mentores, quando é esperado um estudo mais independente.Outro problema observado é um desafio do aprendizado colaborativo em si, dado que uma vez que os alunos descubram outros colegas com interesses de aprendizado similares, isso não significa que irão naturalmente começar a colaborar visto que uma série de fatores ligados à interação social, como a falta de intimidade, esponeaidade e incentivos adequados podem se tornar barreiras para uma colaboração inicial.EXEMPLIFICAR UMA TURMA TEM X ALUNOS >>> TEM TAL APRENDIZADO -- QUANDO ALUNOS MAIS EMPACAM, QUANDO BUSCAM AJUDA --- COMO É A ROTINA DE PEDIR AJUDA

Cenário

- Objetivo final do que fazer com esse aprendizado é o mesmo para cada membro do grupo, no caso pesquisado, o desenvolvimento de um aplicativo

- Formada por individuos que têm um interesse de aprendizado em comum, seja por um desejo de especialização ou necessidade de reforço no aprendizado- Objetivo final do que fazer com esse aprendizado pode ser diferente para cada membro

Grupos

Redes colaborativas

Etapa 1 - Redes colaborativas de aprendizado - MUITO BREVEMENTE DESCREVER O QUE SAO AS REDES E BENEFICIOS

A rede é a relação e interação de vários atores entre si centralizado por um objetivo em comum de aprendizado, fazendo da rede uma série de conexões confiáveis com as quais um indivíduo interage regularmente.

ou seja, se alunos a procura e se a existencia dela ajuda alunos a aprenderem, nesse caso destravando em aprendizados dificeis que por fim resultam em mais objetivos de aprendizagem concluidos

Verificar se aqui é mesmo o local correto - acredito ser tudo contexto e objetivos ser algo como verificar se x resulta em y

Nossa hipótese é que essa intervenção promoverá uma alternativa para os alunos destravarem em momentos de dificuldade, além de - EFEITO SECUNDÁRIO

- Nossa abordagem se dá através da criação e manutenção de Redes de Aprendizado Colaborativas baseadas em demandas similares de aprendizado- A rede é conectada por alunos com maior similaridade entre suas demandas de aprendizado e de interesses sociais (como música, filmes, hobbies etc)- A rede é constantemnete estimulada através de dinâmicas de apresentação e interação, de aprendizado e de retomada de atenção (icebreakers, learnings e energizers)

Fazer alunos de equipes diferentes mas com demandas de aprendizado similares colaborarem para aprender dentro de um ambiente CBL

Objetivos de pesquisa

Colaboração para o aprendizado das demandas relacionadas ao Challenge

Popor uma relação não estritamente cognitivo mas também por interesses sociais

Algoritmo para clusterizar e formar as redese apresentar alunos

Saber quem tem determinada necessidade de aprendizado

estímulo à colaboração

estímulo à interação

agrupamento por similaridade

Identificação das demandas

Etapas:

Fazer alunos de equipes diferentes mas com demandas de aprendizado similares colaborarem para aprender dentro de um ambiente CBL

Objetivos de pesquisa

Proposta

Situação atual

Objetivos de pesquisa

"Como fazer alunos de equipes diferentes e com demandas de aprendizado similares colaborarem para aprender dentro de um ambiente CBL?"1) Alunos buscam a rede para aprender?2)Redes contribuem para 'destravar' alunos em dificuldade no aprendizado? 3) Alunos em rede têm maior autonomia dos mentores? 4) Como o network promovido pela rede apoia o aprendizado?

Perguntas de pesquisa

- Foi observado que Redes de Aprendizado Colaborativas foram utilizadas em complementação a outras metodologias ativas, como PBL e X, e contribuiram com Y, esperamos que dentro de um contexto CBL o resultado seja similar, ainda que hajam particularidades diferentes em cada abordagem- Dentro de um aprendizado colaborativo percebemos que quando alunos colaboram mais, dependendo menos de mentores temos como resultado TRABALHOS MAIS X, MAIS Y, assim o resultado eseperado é ESSE- Testar se uma rede beneficia o aprendizado de alunos dentro de uma turma, dado os resultados escalar para uma conexão entre alunos de unidades distintas- Dada a aceitação pelos alunos, a proposta é dar maior dinamicidade para descobrir as demandas de aprendizado dos alunos e da montagem das redes-

Justificativa

4. Referencial Teórico

CBL

Uma área pode ter diversas metas e por consequencia uma meta pode ter diversos Objetivos de Aprendizagem que compõem a sequencia de conhecimentos necessários para o desenvolvimento do artefato.

VISAO PARA ORIENTADOR

No contexto estudado dentro das etapas do CBL, o aprendizado esperado dos alunos é categorizado em uma estrutura similar a essa:

CBL - Instância UFPE

De maneira resumida, a taxonomia de Bloom hierarquiza os níveis de conhecimento em um determinado tema. No contexto estudado, os três primeiros níveis foram adotados para avaliar a evolução de cada aluno.Lembrar, entender, aplicar, analisar, sintetizar, criar -- BEM RESUMIDO AQUI APENAS EXPLICAR O BASICO

Taxonomia de Bloom

Cenário

De maneira resumida, a taxonomia de Bloom hierarquiza os níveis de conhecimento em um determinado tema. No contexto estudado, os três primeiros níveis foram adotados para avaliar a evolução de cada aluno.Lembrar, entender, aplicar, analisar, sintetizar, criar

VISAO PARA ORIENTADOR

Cenário

Aprendizagem colaborativaUma característica importante do CBL é o aprendizado colaborativo, uma vez que alunos aprendem em equipes e cada equipe desenvolve em conjunto o produto final do Challenge. No aprendizado colaborativo, os alunos não têm um papel definido (ou seja A será o designer, B será o programador e C o responsável pelo Business) mas sim um estimulo a que todos participantes se aprofundem em todas áreas propostas no conhecimento e evitem permanecer em uma zona de conforto.Além disso, nesse cenário, o mentor serve como um introdutor do conteúdo mas a trajetória principal é responsabilidade própria do aluno, seja com sua equipe ou através de outros meios que ele julgar efetivos para o aprendizado.

Cenário

É importante salientar que no programa de desenvolvedores estudado não existem avaliações tradicionais (como provas e pontuação) e uma das maneiras adotadas para perceber a evolução dos alunos é o uso da hierarquia de aprendizado apresentada através da Taxonomia de Bloom.

VISAO PARA ORIENTADOR

Neste semestre, os alunos do programa contaram com uma Ferramenta de Apoio ao Aprendizado, que os auxiliava a gerenciar sua trajetória durante o Challenge e também como suporte aos mentores para observar a evolução da turma.

Cenário

Ambiente

Metodologia CBLO CBL é um framework de aprendizado, no qual em um ciclo composto por três etapas estruturadas (Engage, Investigate e Act), os alunos trabalham em grupo e são apresentados a um Challenge, ou seja um desafio do mundo real para ser resolvido enquantro aprendem. >>> FAZER EM BULLETNa instância pesquisada, Challenges eventualmente resultam na construção de um artefatos digitais produzidos a partir de uma ementa dividida em metas e objetivos de aprendizagem pré-definidos. Uma das características que distingue as modalidades do Programa para Formação de Desenvolvedores estudado é que a modalidade com duração de dois anos percorre diversos Challenges durante os estudos, enquanto a com duração de um semestre percorre um único Challenge.

Características

Benefícios

Estudantes trabalham em dupla ou mais integrantes, mutuamente pesquisando para aprender, solucionar, sifnificar ou criar algo;Centrado na exploração dos próprios estudantes;Não fica centrado na apresentação única do professor;Alunos não tem um papel fixo.

* Melhoria das competências no pensamento crítico: o diálogo e a troca de ideias favorece a construção de novos conhecimentos;* Maior motivação: com o apoio dos colegas, o aluno ganha maior disposição para realização das tarefas;* Melhoria da autoestima: como o estudante é a peça central do processo de aprendizagem, ele ganha mais confiança e assertividade;

Por meio da colaboração e participação ativa. Por meio dela, os alunos são incentivados a realizar tarefas ou solucionar problemas de maneira conjunta, construindo seu aprendizado de maneira interdependente. Em outras palavras: os alunos dependem um dos outros para que o processo de aprendizagem ocorra.

Aprendizado Colaborativo --- NAO ENTRAR

Beneficios associados ao aprendizado colaborativo* Melhoria das competências no pensamento crítico: o diálogo e a troca de ideias favorece a construção de novos conhecimentos;* Maior motivação: com o apoio dos colegas, o aluno ganha maior disposição para realização das tarefas;* Melhoria da autoestima: como o estudante é a peça central do processo de aprendizagem, ele ganha mais confiança e assertividade;

Ambiente

o que é uma rede >>>>papers de 2020 PARA CÁ DE QUEM USOU REDES —

Aprendizado Colaborativo --- CSCLAndaimes ETC

  • Um exemplo disso, durante a própria investigação do contexto, alunos de outras turmas do programa relataram iniciativas espontaneas da criação de redes entre alunos que focaram exclusivamente no conteúdo de aprendizado mas que rapidamente essas redes deixavam de se manter ativas pela falta de incentivos.
  • Embora variáveis como tamanho e composição do grupo, tipo de tarefas, estilos de aprendizagem influenciem a eficácia da aprendizagem colaborativa, todos esses fatores estão relacionados de uma forma ou de outra a um único elemento-chave: interação social

Kreijns, Karel & Kirschner, Paul & Jochems, Wim. (2003). Identifying the Pitfalls for Social Interaction in Computer-Supported Collaborative Learning Environments: A Review of the Research. Computers in Human Behavior. 19. 335-353. 10.1016/S0747-5632(02)00057-2.

No aprendizado colaborativo, as teorias apontam que devemos pensar em mecanismos que promovam a interação social tanto quanto a interação cognitiva, já que apenas agrupar alunos não é suficiente para que haja colaboração.

Dinâmicas de reforço de aprendizado e atividades de aula

Formação das redes

Icebreakers, interesses em comum, dinâmicas de interação

Etapa 2 - Estímulo a Interação

Redes Colaborativas

Categoria Dinâmicas de Interação

Dinâmicas responsáveis por reengajar alunos ou redes dispersas. São atividades interativas chamam a atenção dos alunos que menos presentes nas dinâmicas cognitivas.

Dinâmicas responsáveis por promover uma interação inicial da rede. Disponíveis sempre que uma rede é iniciada.

Etapa 2 - Estímulo a Interação

Segundo a teoria, devemos adicionar mecanimos de estimulo a interação social, seja gamificação, Design Thinking, icebreakers, etc. Além disso momentos de reflexão sobre o processo colaborativo são eficazes para proporcionar uma colaboração real para o aprendizado.No nosso estudo, promovemos dinâmicas seguindo o modelo de e-tivities e são dividas em duas categorias:

Para quando a interação está baixa

Energizers

Para começar uma interação

Icebreakers

Latour, Bruno. "Network theory| networks, societies, spheres: Reflections of an actor-network theorist." International journal of communication 5 (2011): 15.

Bruno Latour

Teorias

Etapa 1 - Redes colaborativas de aprendizado

  • Actante, segundo a teoria, é “algo que age ou ao qual a atividade é concedida por outro... um actante pode ser literalmente qualquer coisa, desde que seja concedido ser a fonte da ação”.
  • Como característica, uma rede é a relação e interação de vários actantes* entre si. Em outras palavras, uma rede ajuda a explicar como a ação ocorre, situando um ator individual e outros atores que tornam possível a ação produzida. Os resultados da aprendizagem, na perspectiva da TAR, não são o resultado de um único ator – por exemplo, estudantes ou professores – mas são produzidos a partir da relação de atores – podendo inclusive conterem agentes não-humanos.

Teoria Ator-Rede (TAR)

E-tivities

Salmon, G. (2013). E-tivities: The Key to Active Online Learning (2nd ed.). Routledge. https://doi.org/10.4324/9780203074640

Tais dinâmicas têm correlação com ações típicas de colaboração no aprendizado colaborativo durante os ciclos do CBL. Entre essas ações: peer coding, debates, dar dicas ou produzir uma apresentação com algum colega.Associamos também cada uma dessas ações em cada um dos níveis iniciais da taxonomia de Bloom: lembrar, compreender, aplicar, os quais impactam a ordem que as dinâmicas são apresentadas.

Para reforço do aprendizado

Learning

Categoria Dinâmicas de Cognição

São dinâmicas que permitem uma aprendizagem ativa e participativa. Baseiam-se na ideia de que o conhecimento é construído pelos alunos com outros colegas.

Etapa 3 - Estímulo à cognição

5. Estrutura

Resultado esperado

MEDIR Aprendizado

ESTIMULAR a colaboração

Meetings e dinâmicas específicas para manutenção da rede e estímulo ao aprendizado colaborativo

Identificamos as DEMANDAS DE aprendizado e interesses sociais dos alunos

Apresentamos alunos mais compatívies que portanto formam essa rede. Essa apresentação ocorre através de dinâmicas (Icebreakers) e interesses em comum.

ESTIMULAR a interação

Estimulando a interação

CRIAR das redes

Como a solução está estruturada

O experimento está dividido em etapas que envolvem o agrupamento de alunos, interações sociais e interações cognitivas

Salmon, G. (2013). E-tivities: The Key to Active Online Learning (2nd ed.). Routledge. https://doi.org/10.4324/9780203074640

Tais dinâmicas têm correlação com ações típicas de colaboração no aprendizado colaborativo durante os ciclos do CBL. Entre essas ações: peer coding, debates, dar dicas ou produzir uma apresentação com algum colega.Associamos também cada uma dessas ações em cada um dos níveis iniciais da taxonomia de Bloom: lembrar, compreender, aplicar, os quais impactam a ordem que as dinâmicas são apresentadas.

Para reforço do aprendizado

Learning

Categoria Dinâmicas de Cognição

São dinâmicas que permitem uma aprendizagem ativa e participativa. Baseiam-se na ideia de que o conhecimento é construído pelos alunos com outros colegas.

Etapa 3 - Estímulo à cognição

Pam Moule (2007) Challenging the five-stage model for e-learning: a new approach, ALT-J, 15:1, 37-50, DOI: 10.1080/09687760601129588

Nossa pesquisa foi estruturada usando um modelo chamado Five Stage Model, que contempla uma série de "andaimes" para estimular o aprendizado colaborativo. Foi base teórica para os meetings e a construção das dinâmicas.

Estrutura de etapas do experimento

Skills aprendidas são levadas a outras áreas (trabalho da própria disciplina)

Processo facilitador. Durante as conferências semanais. Estudantes fazem conexões entre as dinâmicas e aprendizagem baseada no trabalho da disciplina

Dinâmicas de aprendizado e estímulo ao debate e discussão

Apresentações dos membros, icebreakers e regras básicas

Introdução, orientações iniciais e apresentação das redes

Desenvolvimento

Construção do conhecimento

Troca de informações

Socialização

Acesso e motivação

Salmon G. E-moderating: The key to online teaching and learning. Routledge; 2004 Jan 22.

Reuniões semanais e e-moderator

Semanalmente, os estudantes eram convidados a uma reunião de aproximadamente 45 minutos, onde podiam revisar as dinâmicas, compartilhar opiniões sobre as respostas de colegas e dar feedback sobre o andar do experimento.E-moderadorO pesquisador assumiu um papel de e-moderator, responsável por promover a interação e a comunicação, utilizando a mediação em ambientes projetados para interação e colaboração.Papel do e-moderador:Apresentar e tirar dúvidas sobre o experimentoConduzir reuniões semanaisMediar as dinâmicasEnviar dinâmicas (cognitivas e de interação)Avaliar momento adequado e enviar dinâmicas energizers para alunos com baixa adesão

4. Metodologia

Os alunos foram convidados a participar do experimento, preenchendo o formulário de interesses, assim que estavam habituados com o formato do CBL e com os seus grupos.

Público do Experimento

Duração

Amostra

05 semanas - 21/08 a 06/10

08

06

Decidiram não participar ou não responderam o formulário.01 não teve metas que se alocassem em redes

Participaram de menos de 30% das dinâmicas e reuniões. Aqui usuários pouco ativos

10 foram bem ativos (dinâmicas e meetings)

16 fizeram parte do Experimento

24 alunos participantes do Foundations - 2023.1 - Design

APLIQUEI NA TURMA TAL, OS OAS ERAM ESSES

Público do Experimento

Resultado esperado

Aprendizado

Reuniões semanais (visualização das dinâmicas, como estava sendo a experiência, debate aberto sobre a colaboração)

Estimulando a colaboração

Formulário de preenchimento

Através de dinâmicas interativas

Criando e apresentando os alunos com interesses similares

através de Icebreakers, energizers e interesses em comum

Apresentação do Experimento

Estimulando a interação

Estimulando a interação

Criação das redes

Instrucional

Etapas do experimento

Formação das redes

Dinâmicas

Alunos são apresentados as suas redes e aos campos em comum com colegas. Tem um ambiente para interagir

Alocação nas redes

Clusterização das redes

Através dos parametros de metas de aprendizado e interesses pessoais

Os dados do formulário foram tratados, separando as informações para os parâmetros do algoritmo de clusterização e curiosidades utilizadas para as interações sociais e cognitivas.

Criação de Dataset

Estimulando a interação

Formulário de Interesses e Metas

Os alunos foram convidados a preencher um formulário com interesses de aprendizado e gostos pessoais. Entre os campos desse formulário estavam curiosidades e gostos como os musicais, hobbies e o que gostaria de fazer com o aprendizado adquirido na formação.

Formação das Redes

A primeira etapa foi rodada a partir do segundo mês de aprendizado, quando os alunos já estavam habituados com o formato do CBL e das tecnologias necessárias para desenvolvimento do aplicativo.

O algoritmo para formação das redes usa uma adaptação do algoritmo k-MEDOIDS

Similar Others Effects of Actual (Manipulated) and Perceived Similarity on Liking in Get-acquainted Interactions: The Role of Communication

Tamaho idealDynamic Group Formation as an Approach to Collaborative Learning Support

Quantidade de parametros ideiais: A Framework for Semantic Group Formation in Education

Critérios e teorias para formação das redes

3 Parâmetros iniciais

Algoritmo dividido em duas partes:01) Regras de negócio (baseado nas metas em comum) > Caso uma meta tivesse mais de 06 alunos - dado que as teorias apontam que um agrupamento ideal tem em média de 4 a 6 integrantes02) Clusterização (k-medoids)

Krejins - Teoria da Presença Social e Similar Others

Similaridade de gostos

Meta similar 02

Parâmetro obrigatório

Meta similar 01

Formação das Redes

Do lado do aprendizado, alunos são agrupados através das metas de aprendizado que possuem, que por sua vez compreendem um conjunto de OAs em comum.

MELHORAR RELEMBRAR ISSO

Rede Visual Design Fundamentals

Rede User Centered Design

Rede Interface Development II

Rede Interface Development I

Formação das Redes

Foram criadas 4 redes com 4 membros cada

Estrutura das redes:- Meta em comum- Interesses sociais em comum dos membros- Lista de dinâmicas colaborativas- Espaço para resolução das dinâmicas- Notificações

*VISIBILIDADE DE ALUNOS APENAS PARA ESSA APRESENTAÇÃO

Meta da rede

Alunos recebiam notificações de formação da rede, novas dinâmicas, proximidade de alunos e energizers

Simulamos o método utilizado plataformas abertas já de conhecimento dos alunos, dado que após resultados positivos, tais ações serão implementadas na Ferramenta de Apoio ao Aprendizado desenvolvida para a disciplina

Etapa 02 -Simulação das redes

Objetivos relacionados a Meta da Rede

Gosto pessoais dos alunos

Lista de membros

Exemplo de uma rede - enfase aos interesses pessoais dos alunos

Etapa 02 -Simulação das redes

Formação das redes

Formação dasredes

Regras

Aluno deixa de executar X (2 em atraso) dinâmicas > Rede deixa de executar 2 rodadas de dinâmicasInicialmente pensei na correlação entre dinâmicas não realizadas e alunos que não evoluiam na quantidade de OAs realizados

Testamos duas periodicidades dessas dinâmicas, uma vez por semana e duas vezes por semana. Os alunos tinham tempo livre para executar as dinamicas com os colegas, as quais eram revisadas nos encontros semanais

Regras

Regras

Aqueles alunos ou redes com pouca adesão as dinâmicas recebiam Energizers.

O Icebreaker foi enviado apenas na formação da rede

Dinâmica Energizer

Os alunos recebiam, na sequencia, as dinâmicas que envolviam interação e cognição.

Dinâmica Learning

Estimulando a interação

Dinâmicas Icebreaker

Disparado após os alunos estarem ambientados a rede. É a primeira dinâmica para auxiliar na apresentação dos colegas

Dinâmicas

Uma vez que os alunos estavam habituados as suas redes as dinâmicas eram iniciadas.

Formação das redes

Formação dasredes

Regras

Aluno deixa de executar X (2 em atraso) dinâmicas >Rede deixa de executar dinâmicasInicialmente pensei na correlação entre dinâmicas não realizadas e alunos que não evoluiam na quantidade de OAs realizados

Testamos duas periodicidades dessas dinâmicas, uma vez por semana e duas vezes por semana. Os alunos tinham tempo livre para executar as dinamicas com os colegas, as quais eram revisadas nos encontros semanais

Regras

Regras

Aqueles alunos ou redes com pouca adesão as dinâmicas recebiam Energizers.

O Icebreaker foi enviado apenas na formação da rede

Dinâmica Energizer

Os alunos recebiam, na sequencia, as dinâmicas que envolviam interação e cognição.

Dinâmica Learning

Estimulando a interação

Dinâmicas Icebreaker

Disparado após os alunos estarem ambientados a rede como uma primeira dinâmica

Dinâmicas

Uma vez que os alunos estavam habituados as suas redes as dinâmicas eram iniciadas.

Dinâmicas das redes

Aluno deixa de executar X (2 em atraso) dinâmicas >Rede deixa de executar dinâmicasInicialmente pensei na correlação entre dinamicas não realizadas e alunos que não evoluiam na quantidade de OAs realizados

Quando Energizers foram aplicados?

Icebreakers e Energizers

Dinâmicas das redes

Exemplo de Uso

Quando é aplicado? Alunos já estão ambientados com a metodologia CBL e já sabem as áreas de aprendizado para desenvolvimento do aplicativo (business & innovation, coding, design). Tem mais autonomia para escolher uma área que deve dar mais atenção (se por dificuldade ou afinidade)

Cronograma do experimento apresentado

Etapas do experimento

5. Coleta de Dados

Dimensões avaliadas

Network

Interação social

Colaboração

Aprendizado

Questionário

Entrevista

Reuniões semanais

Observação

Coleta de dados

5. Resultados

  • Foco no OA para resolução do aplicativo em vez do que gostaria de aprender na disciplina (tempo)
  • Relação rede x comunidade (englobasse mais gente, maior número, fixa - Academy / Alumni / Foundations)
  • Badges para perceber linha do tempo de OAs (isso pode contribuir com colaboração no sentido de perceber alunos que podem me ajudar com aquele tema)
  • Dúvidas coletivas e dúvidas individuais
  • Parametros para formação das redes aqui são relativos e podem ser alterados - parece que outros parametros podem ser mais interessantes
  • Dificuldade em fazer comparação de grupos, uma vez que não tem nota e o critério quantitativo seja o número de OAs executados
  • Limitação de acesso a equipamento (não tem MAC para acessar Lissbela ou trabalhar nas atividades - portanto utilizamos ferramentas alternativas).
  • Acesso ao laboratório - nem todos alunos conseguem acessar - Uso das redes está muito relacionado ao momento que conseguem se reunir junto
  • As dinâmicas da rede incentivaram um estudo continuo sobre o tema fora do LAB uma vez que não se limitavam a espaço físico ou necessidade de equipamento específico
  • Dificuldade em encontrar tempo em comum com os alunos para promover as reuniões. Muitos alunos desmarcavam ou faltavam. Dificuldade em encontrar tempo em comum

Observações do pesquisador

Framework para dinâmicas - E-tivitiesArmellini, A. and Aiyegbayo, O. (2010), Learning design and assessment with e-tivities. British Journal of Educational Technology, 41: 922-935. https://doi.org/10.1111/j.1467-8535.2009.01013.x

Foram desenvolvidas cerca de 50 dinãmicas, distribuidas nos tipos Learning, Icebreaker e Energizer

Boa parte das dinâmcias eram genéricas para diferentes metas das redes

Critérios e teorias para criação das dinâmicas

Etapa 03-Dinâmicas das redes

55% energizers

Energizers enviados = 8 Foram efetivos (fizeram aluno responder dinâmicas) rede 50% das vezes

82% icebreakers

concluídas

51% realizadas

total de dinâmicas x alunos participantes

18 dinâmicas

5 para as duas redes iniciais e 4 para as redes posteriores) - Periodicidade Semanal

Você estudou em colaboração com algum colega de rede durante o Foundation (por exemplo codou junto, viram videos sobre o tema, debateram) fora os meetings e dinamicas?

Você pediu ajuda para algum colega de rede durante o Foundation quando travou em algum momento?

Você ajudou algum colega de rede durante o Foundation que havia travado em algum aprendizado?

Aprendizado

Das vezes que você precisou de ajuda dos colegas da rede, você conseguiu resolver o seu problema?

Você pediu ajuda para algum colega de rede durante o Foundation quando travou em algum momento?

Aprendizado

Estar em rede contribuiu de alguma maneira no seu aprendizado?

Qual beneficio da rede no aprendizado

- Não impactou diretamente na conclusão dos OAs segundo os relatos, ainda que indiretamente, alunos comentaram recorrer algumas vezes a colegas que estavam nas suas redes (por conheceram nas dinâmicas e meetings) que talvez eu não tivesse uma proximidade de outra maneira- Informaram gostar da rede para compartilhar experiências do que estavamos passando sem ser tanto apenas na parte técnica. Sentiram um espaço que podiam compartilhar dificuldades que não conseguiam resolver nos grupos- As dinâmicas ajudaram a reforçar alguns temas- Pode contar em algum momento com um colega que já tinha estudado algo parecido antes (feito uma feature similar)

Estar em rede impactou na conclusão dos seus OAs?

Aprendizado

Você acredita que saberia dos interesses de aprendizado dos colegas caso não estivessem na sua redeQuantas vezes conseguiu resolver seu problema com o seu colega de rede? a dúvida que voce tinha foi resolvida? Quem foram os perfis que você mais procurou fora rede

Média quantas vezes você ajudou ou foi ajudado por algum colega

TRAZER OS OUTROS DADOS DAS PERGUNTAS

24 dinâmicas enviadas

5 para as duas redes iniciais e 4 para as redes posteriores) - Periodicidade Semanal

55%

51%

82%

Framework para dinâmicas - E-tivitiesArmellini, A. and Aiyegbayo, O. (2010), Learning design and assessment with e-tivities. British Journal of Educational Technology, 41: 922-935. https://doi.org/10.1111/j.1467-8535.2009.01013.x

Ao todo, foram desenvolvidas 54 dinâmicas, distribuidas nos tipos Learning, Icebreaker e Energizer

Boa parte das dinâmcias eram genéricas para diferentes metas das redes

Conclusão das dinâmicas por tipo

Dinâmicas das redes

Resultado Entrevista - Como contribuiram:De acordo com os alunos, as dinâmicas auxiliaram em reforçar alguns assuntos que aprendiam durante o ambiente em aula e conhecer temas adicionas relacionados a meta de interesse, como referências e sites interessantes sobre o assunto.Aluno A) Contribuiram positivamente ainda que não consegui fazer todas mas contribuiram para conhecer melhor pessoas que tavam aprendendo algo aprecido e saber com quem contarAluno B) Serviram para fixar o conhecimento, poderiam ter dinâmicas mais tecnicas Aluno C) Ajudaram, os melhores momentos eram os meetings quando discutiamos sobre elas

Dinâmicas das redes

Você acredita que as atividades na rede contribuiram para o aprendizado de assuntos relacionados ao Foundations?

Você acredita que de alguma maneira essas dinâmicas contribuiram para manter a rede ativa?

Resultado Entrevista:No geral, estudantes relataram que as dinamicas serviam como momento de reforço do aprendizado e principalmente durante os meetings semanais como maneira de interação e percepção da opinião dos colegas de redeDepoimentos específicosAluno A) Acho que elas ajudavam a fixar o conhecimento de alguma maneiraAluno B) Contribuiram para eu contar mais com pessoas que tinham um objetivo em comum e saber com quem contarAluno C) Elas pressionaram negativamente um pouco porque eu me cobrava a fazer, queria mas não estava conseguindo por estar sem tempo

As dinâmicas foram incomodas?

Dinâmicas: Aceitação

Resultado Entrevista:Relembrando que dos alunos que receberam energizer, 55% concluíram dinâmicas após recebê-los.Quando perguntados, alunos responderam que foi uma maneira 'engraçada' de voltar suas atenções para a rede.Além disso, quando perguntados de quais dinamicas mais se recordavam na entrevista, as dinamicas Icebreakers eram sempre as primeiras citadas.

08 dinâmicas energizer enviadas. Dessas 04 resultaram em alunos retornando à rede para concluirem dinâmicas com colegas

Caso você tenha recebido alguma dinâmica energizer, essa dinâmica motivou você a realizar alguma atividade da rede?

Interação

Icebreakers contribuíram para conhecer mais sobre seus colegas e começar a interagir mais rapidamente com eles?

Alunos relataram ter ficado mais próximos de colegas que de outra maneira não teriam intimidade.Ainda que, durante a aula e no laboratório, o maior foco tenha sido contatar mentores e colegas de grupo para auxiliar em dúvidas, a rede contribuiu para aproximar alunos que não teriam contato.Durante as entrevistas houve vários relatos de alunos que estavam desenvolvendo uma feature específica e ali descobriram outros alunos que já haviam ou também estavam fazendo.Aluno A) Eu não consigo pedir ajuda a quem não tenho muita afinidade mas fiquei mais proximo de A que conheci na rede e podia tirar dúvidas com ela

Qual beneficio da proximidade com esse network

Network

Você ficou mais próximo de algum colega da sua rede durante o Foundation e que não conhecia muito?

Você já tinha tido contato com os colegas que compõem a sua rede antes?

Qual beneficio da proximidade com esse network

Alguns alunos relataram que a rede contribuiu no network e poderia contribuir ainda mais uma vez que resolve a questão do alcance, apresentando colegas de fora do seu círculo. Muitos alunos relataram firarem restritos a apenas conhecer um grupo fechado ou seu grupo de trabalho.Aluno A) Arede pode ser útil principalmente nas reuniões, para aproximar alunos tímidos que não conheciam alguns de deus colegas bem.Aluno B) Eu conseguia entender a realidade e dificuldade de outros grupos também e saber que eram parecidas com as minhasAluno C) Durante os meetings principalmente, tinhamos um tempo livre para discutir temas relacionados que não davam tempo em aula com os colegas

Network

Você sentiu que a rede lhe deu suporte (não apenas no aprendizado) de algum modo?

*Correlação não implica casualidade

média de 11 OAs concluídos por alunos sem rede

média de 15 OAs concluídos por alunos ativos na rede

média de 19 OAs concluídos por alunos ativos na rede

Alunos sem rede

Alunos em rede

média de 17 OAs concluídos por alunos em rede

Conclusão de OA por grupo

Conclusão de OA por grupo

Sugestão de outros parametros importantes para composição da rede

Parâmetros para composição da rede

Você considera que a composição da sua rede, ou seja os colegascontidos nela, foi adequada?

5. Barreiras

Trazer % de vezes da rede

Quando alunos recorriam a outros perfis para buscar ajuda, quem eram e por quê

Principais barreiras

  • Foco em resolver as questões da Academy no lab, portanto a colaboração se dava prioritariamente com quem estava perto.
  • Mentores - 92%
  • Colegas de grupo - 92%
  • Rede - 42%
  • Preferia recorrer ao meu grupo - 53%
  • Tinha que resolver algo rapidamente relacionado ao aplicativo - ??%
  • Preferia resolver meus problemas sozinho usando fontes online (como ChatGPT, Google) - 34%
  • Foquei em trabalhar com quem estava mais próximo de mim fisicamente (mentor, aluno mais experiente, colega do Foundation) - 72%

Perfis que você mais pediu ajuda ou trabalhou em colaboração fora da rede

Quais razões mais impactaram não optar pela rede

Principais barreiras

Podemos observar que quanto mais próximo da entrega final, menos os alunos completaram dinâmicasA maioria dos alunos informou que isso se deu principalmente pela pressão e falta de tempo para concluir o aplicativo final

Conclusão de dinâmicas por semana

Principais barreiras

Motivos que possam ter impedido de realizar as dinâmicas

Conclusão - Principais barreiras

Em relação a rede, motivos que podem ter diminuído a interação com colegas

5. Conclusões

Segundo a teoria uma rede é boa quando os membros optam espontaneamente pela rede diante outros meios de aprendizado e sentem um sentido de propósito partilhado. Membros sentem acolhimento na rede, uma vez que compartilham de um nível de conhecimento e necessidades em comum.Essas redes podem ser avaliadas medindo índice de satisfação dos indivíduos, quantidade de interações e performance no aprendizado.

O que constitui uma boa rede colaborativa?

Etapa 1 - Redes colaborativas de aprendizado

“Como redes de aprendizagem colaborativa influenciam o aprendizado em um contexto CBL?

  • Alunos buscam a rede para aprender?
  • Redes contribuem para 'destravar' alunos em dificuldade no aprendizado?
  • Agrupar alunos baseado em interesses sociais em comum contribui para uma maior interação?
  • Alunos em rede têm maior autonomia dos mentores?
  • Como o network promovido pela rede impacta no aprendizado?
MAIS DE UMA VEZ BUSCOU, DUAS VEZES, QUATRO VEZES

Segundo a entrevista, 77,3% dos alunos em rede procuram ao menos uma vez colegas de rede para tirar dúvidas. Sendo a rede uma alternativa para quando alunos estavam em dificuldade. Em entrevista, alguns alunos relataram que souberam através dos meetings da rede o que outros colegas estavam trabalhando e puderam tirar dúvidas relacionadas a 'features' em comum dos respectivos aplicativos.Alunos relataram que X vezes foram --- TRAZER OS DADOS DE QUANTAS VEZES O PROBLEMA FOI RESOLVIDOVale salientar, novamente, que a rede foi uma alternativa para os alunos, uma vez que buscavam pessoas próximas para resolver seus problemas de aprendizado, principalmente mentores e colegas de grupo.

Redes contribuem para 'destravar' alunos em dificuldade no aprendizado?

Alunos buscam a rede para aprender?

De acordo com a pesquisa levantada, ainda que a preferências dos alunos tenha sido buscar mentores e outros colegas de grupo para aprender, 69,3% dos alunos que compuseram o experimento trabalharam em colaboração com algum colega da rede para aprender em algum momento.Desta maneira, a rede é uma alternativa para os alunos quando se trata de algo que não conseguem resolver com seus grupos e não têm os mentores por perto, principalmente ao descobrirem que colegas estão trabalhando ou trabalharam em algo em comum relacionado aquele OA ou tem algum tema de interesse que gostaria de se aprofundar.Além disso, pelos relatos, durante as dinâmicas e os meetings alunos puderam reforçar temas aprendidos em sala. Reforço a dificuldade de mensurar uma vez que alunos apontaram não verem correlação direta entre as redes e a conclusão de OA. Algo que acredito ter que ser melhor investigado como alunos obervam OAs "obrigatórios".

Energizers conseguiram retomar a atenção para a rede em 55% dos casos. Segundo os alunos que retomaram a atenção à rede após recebe-los, isso se deu principalmente por usar curiosidades informadas previamente pelos alunos para chamar sua atenção.

Energizers são eficientes para estimular alunos a voltarem a atenção à rede?

Dinâmicas de interação e cognitivas são eficazes para manter uma rede ativa?

51% de dinâmicas foram executadas e houve uma manutenção na presença de alunos durante os meetings ao longo das semanas. Além disso, de acordo com o retorno dos alunos, 75% dos alunos concordaram que as dinâmicas contribuiram para manter a rede ativa e que, se tivessem mais tempo, teriam executado um maior número. Para o mesmo número de alunos, as dinâmicas fizeram sentido e contribuiram para reforçar o aprendizado em sala de aula em colaboração com colegas.

De acordo com a pesquisa, alunos ainda tem mentores como preferência, principalmente porque são pessoas mais próximas para resolver um determinado problema e que culturalmente alunos procuram os professores quando tem dúvidas. A rede mostra ser uma alternativa quando alunos sabem o que colegas estão trabalhando em comum, uma vez que descobrem que alunos trabalharam em alguma feature ou tem um interesse similar de aprendizado demonstra que é positiva e alunos tendem a buscar seus colegas para aprender.Faltam mais recursos a serem implementados, como visualização de features desenvolvidas pelos colegas e pedidos de ajuda(ver sessão de protótipos) para trazer mais agilidade na busca por ajuda de colegas, visto um senso de urgência dos alunos no desenvolvimento do aplicativo, visualizar alunos disponíveis naquele momento.

Alunos em rede têm maior autonomia dos mentores?

Agrupar alunos baseado em interesses sociais similares em comum contribui para uma maior interação?

De acordo com 61% dos alunos, saber o que outro colega tinha em comum de maneira indireta (ou seja fora de uma dinâmica mas apenas graficamente na ferramenta) foi indiferente para aumentar a interação. Por outro lado saber de curiosidades dos colegas, através dos icebreakers, teve a concordância de 72% dos alunos como fator impactante para melhorar a interação inicial. Os alunos também apontaram outros paramêtros que podem ser testados no futuros para formação de redes com membros compatíveis, por ordem de prioridade, tempo em comum, nível de profundidade que quer aprender um tema e então gostos em comum.

Redes são uma alternativa para dar suporte pontual aos alunos aprenderem em colaboração. De qualquer maneira as redes mostram ser capazes de se manterem ativas durante o periodo da disciplina ainda que tenha havido uma diminuição da taxa de execução de dinâmicas, devido escassez de tempo, os alunos continuaram colaborando através dos meetings e encontrando na rede um ambiente para discutir não apenas tópicos relevantes ao aprendizado mas dificuldades percebidas nos grupos de cada um dos membros.Agrupá-los é um desafio que deve ser testado com parametros distintos para que o agrupamento seja mais eficaz.

“Como redes de aprendizagem colaborativa influenciam o aprendizado em um contexto CBL?

Como o network promovido pela rede impacta no aprendizado?

76% dos alunos concordaram ter ficado mais próximos de algum colega de rede após o experimento e em diversos relatos, devido os meetings da rede, se aproximaram de colegas para pedir ajuda ou ajudar durante o Challenge.Nos relatos, muitos alunos comentaram ter passado por situações em seus cursos as quais tiveram que deixar de fazer alguma atividade devido desconhecer outros colegas com interesses similares.Ainda que, com o número reduzido da amostra, o objetivo da formação das redes é exatamente expandir para que os alunos encontrem colegas os quais não teriam alcance de encontrar, dado que isso pode ser ainda mais proveitoso em um turmas maiores.

6. Compreensão do método

O conteúdo abordado no método é relevante para os meus interesses?

O formato (o uso de dinâmicas, as ferramentas escolhidas, as notificações e mensagens) ajudaram a manter a atenção no experimento.

Consegui compreender o experimento para construção de redes.

Ao executar o método, senti confiança de que estava aprendendo.

O método foi incomodo

O método contribuiu para eu interagir mais com colegas que de alguma maneira não interagiria.

As ferramentas escolhidas no método me eram familiares.

O método foi eficaz para o meu aprendizado comparando-o com outras atividades em disciplinas que envolviam conclusão de projetos

A experiência com o método contribuiu para a minha performance na disciplina.

Você conseguiu perceber o que os membros da sua rede tinham de semelhança em gostos (musicais, esportes, cinema etc) com você?

As ferramentas escolhidas no método me eram familiares.

O método foi eficaz para o meu aprendizado comparando-o com outras atividades em disciplinas que envolviam conclusão de projetos

01) Como as redes colaborativas podem ser avaliadas? 02) O que constitui uma boa rede colaborativa? 03) Que características das redes levam à colaboração real?

6. Perguntas em aberto

A principio sería através do comparativo de evolução de OAs em grupos distintos (participantes e não-participantes, alunos mais e menos ativos). Algo que se tornou contraditório uma vez que dado o resultado da pesquisa, a rede não teve impacto, segundo os alunos, na conclusão de seus OAs. Portanto, não tenho outra maneira para perceber nesse caso além da satisfação do aluno para avaliar o impacto positivo ou não da rede.

01) Como as redes colaborativas podem ser avaliadas?

6. Perguntas em aberto

Segundo a teoria: Membros optam espontaneamente pela rede e sentem um sentido de propósito partilhado. Membros sentem acolhimento na rede, uma vez que a comunidade compartilha de um nível de conhecimento e desafios em comum.No nosso caso o resultado demonstra que a preferência dos alunos foi por pessoas próximas fisicamente para resolver seus problemas, em específico mentores que tem mais experiências para solucionar problemas pontuais, ainda que tenham recorrido a rede para ajudar ou ser ajudado em parte do desafio.

02) O que constitui uma boa rede colaborativa?

6. Perguntas em aberto

Segundo a teoria, adicionar mecanimos de estimulo a interação social, seja gamificação, sejam dinâmicas, quebra-gelos, etc. Além disso momentos de reflexão sobre o processo colaborativo.De acordo com as respostas obtidas na coleta de dados, para existir uma colaboração devemos dar atenção também à disponibilidade dos membros, facilidade de comunicação entre eles, aproximação com membros que não necessariamente sejam alunos do mesmo nível/curso e ferramentas(aplicações) para promover colaboração.

03) Que características das redes levam à colaboração real?

6. Perguntas em aberto

Beers, P. J., Boshuizen, H. P. A. & Kirschner, P. A. (2003, August). Negotiating shared understanding in collaborative problem solving. In S. Järvelä & F. Fischer (Chairs),Awareness and shared understanding of distributed collaboration: Analysis and facilitation. Paper presented in a symposium conducted at the 10th EARLI biennial meeting, Padova, Italy.Glaser, R & Bassok, M. (2003). Learning Theory and the Study of Instruction. Annual Review of Psychology. 40. 631-666. 10.1146/annurev.ps.40.020189.003215. Ikeda, Mitsuru & Go, Shogo & Mizoguchi, Riichiro. (1999). A Model of Computer-Supported Collaborative Learning: Opportunistic Group Formation. Systems and Computers in Japan. 30. 88-98. 10.1002/(SICI)1520-684X(199907)30:8<88::AID-SCJ10>3.0.CO;2-5. Kreijns, Karel & Kirschner, Paul & Jochems, Wim. (2002). The Sociability of Computer-Supported Collaborative Learning Environments. Educational Technology & Society. 5. 8-22. Shteynberg, Garriy & Galinsky, Adam. (2011). Implicit coordination: Sharing goals with similar others intensifies goal pursuit. Journal of Experimental Social Psychology, 47, 1291-1294. Journal of Experimental Social Psychology. 47. 10.1016/j.jesp.2011.04.012.

Créditos

6. Validação de Telas com Alunos

Quais elementos seríam mais interessantes para promover colaboração de acordo com os alunos

Ver completo

02

Implementações - Colaboração no Lissbela

Ter um histórico do que está e o que fezBadges grupo de OAs concluídos

03

01

Implementações - Colaboraçãono Lissbela

6. Desenvolvimento do website similar a https://www.funretrospectives.com/

Rede ser agrupada por soft skillsalunos com dificuldade em gerenciar tempo, dificuldade em comunicação,As dinâmicas podem ser criadas para esses públicos específicos.Ou rede ser formada pelos próprios grupos e as dinâmicas paralelamente atuarem em problemas observados no grupo

Proposta Projetão

6. Aplicando as redes de colaboração em outros contextos