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Bem vindo à Trekpulação da Missão Stellarium Ciência Viva.

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Transcript

Missão Stellarium
EMBARQUE

3.DIRETRIZES STELLARIUM
e literacia
astronômica

2.QUE TRIPULANTE
É VOCÊ?

1.Faça contato

5. cadê O NAVEGADOR?

4. nave stellarium V0.22.1

6.indo ONDE tudo começou.

Realização

Para Registro do seu Diário Estelar de Aprendizagem:


1. Responda o formulário google Diário Estelar de Aprendizagem

Link do formulário


NprugKjfXMeaHPM6


2. Inclua um registro fotográfico de sua missão.

Faça um Print-Screen da tela de algum momento do dia em que nasceu

E inclua no Mural Estelar da Missão

Usaremos o mural Paddlet.

Clique no link abaixo:

https://padlet.com/phcolonese/momentoespecialtrekpulacao




Até a próxima missão!

Navegação


Uma das principais funções da missão diz respeito à Navegação Espacial.

O navegador precisa saber sua Localização, e estabelecer a melhor Rota para chegar onde quer.


Onde estamos?

Para onde queremos ir?

Como vamos chegar lá?


E para estabelecer a rota desejada, você dispõe de uma série de comandos de controle para navegar no espaço-tempo com a Nave Stellarium e completar suas missões.


Apresentamos, abaixo, os primeiros comandos espaço-temporais que utilizará em sua Primeira Missão Stellarium,


Onde estamos?

Ao acionar a nave, a tela principal abrirá mostrando o horizonte local de sua Localização e de sua Data.


Na imagem acima, você pode observar e se localizar no espaço-tempo:


No canto inferior esquerdo, a tela informa sua localização espacial:

Planeta: Terra

Cidade: Rio de Janeiro

Altitude: Zero metros (nível do mar)


No canto inferior direito, temos a sua localização temporal

Data local: ANO:MÊS:DIA

Horário local: HORA:MINUTO:SEGUNDO

UTC (Tempo Universal Coordenado): o tempo civil ou fuso horário de sua longitude.


A Nave Stellarium vai retirar essas informações de seu computador ou telefone celular.


Você está localizado no solo, portanto estará vendo a Linha do Horizonte, com indicação dos Pontos Cardeais e o Céu acima do horizonte.

Na imagem, a Nave Stellarium, está direcionada para o SUL (S)


A Nave Stellarium também informa quantos quadros por segundo, a câmera simuladora da Nave produz.

FPS (Frames per second. Quadros por segundo)


Aproxime o mouse da lateral esquerda e surgirá o Menu Vertical das Janelas de Controle.


Vamos conhecer a primeira janela de controle, a JANELA DE LOCALIZAÇÃO.

Clique no ícone da janela ou tecle F6 para acionar a Janela.



Após acionar a janela, surgirá a Janela de Localização com todos os comandos que você poderá operar.



A Janela de Localização apresenta muitas informações espaciais. vamos visitá-la em partes:


Na parte superior, temos o MAPA do planeta ou astro em que você está.

Você pode clicar sobre o mapa para alterar sua localização.


E ao seu lado, uma LISTA dos locais (cidades ou pontos geográficos e geológicos) registrados na memória do Sistema de Localização.

Você pode clicar em alguma localidade listada para alterar sua localização.



Na parte inferior, temos informações da localização, com suas coordenadas geográficas.

E também a possibilidade de estar em outro astro ou local do Sistema Solar ( em "Planeta")


Clicando em Planeta, você poderá escolher um astro na listagem e "tele-transportar" toda a Nave Stellarium para o local escolhido.

Que tal irmos para um satélite natural de Saturno, como a lua Prometeus?



DESAFIO:

Visite o céu de outros planetas ou luas do Sistema Solar registrados na memória da Nave Stellarium.


Agora, volte ao Planeta Terra.

Feche a Janela de Localização.

E prossiga para o próximo planeta, onde conhecerá a janela de comandos temporais

da Janela de DATA/HORA para poder viajar para o tempo que quiser.




Agora, que você já se localizou no espaço.

Vamos aprender a viajar no tempo.


Ativando a Janela de DATA/HORA, você poderá controlar o tempo.


O menu DATA é na forma do calendário gregoriano: ANO - MÊS - DIA

Você pode alterar clicando nas setinhas para cima e para baixo ou digitar diretamente sobre os valores de ano, mês ou dia.



E o Menu Dia Juliano, apresenta a Data Stellarium do Calendário Romano Juliano.

A data juliana é apresentada em dois formatos:

- A data completa JD: 24.59735,54771

- A data simplificada MJD: 59735,04771

A versão simplificada exclui os dois primeiros algarismos, pois eles mudam a cada 4 séculos, permanecendo com o mesmo valor durante um longo período da vida humana.

A importância desse sistema de datação é histórica, pois ajuda a converter datas históricas muito antigas corretamente.



DESAFIO:

- Existe alguma data que gostaria de visitar?

- Descubra qual a data mais distante no futuro que a Nave Stellarium consegue chegar.

- Descubra qual a data mais distante no passado que a Nave Stellarium consegue chegar.


PRIMEIRA MISSÃO

Clique no Foguete para descobrir outras Janelas de Comando da Nave Stellarium!



OS COMANDOS


Clique no link e obtenha o Guia Resumido de Comandos da Nave Stellarium.


Vá para a próxima (+) e ao planeta para descobrir quais as atividades e fazer o registro de sua missão.

Para embarcar nessa missão, faça seu cadastro no whatsup da tripulação.

Clique na imagem do Satélite de Comunicação Space Ciência Viva.

Que tripulante é você?

Audaciosamente indo onde nenhum humano jamais esteve.


Crie o seu avatar TREK-pulante e se apresente à Missão.


1. Clique no PLANETA para criar o seu avaTrek e salve a imagem.


2. Em seguida, clique no FOGUETE, inclua sua foto e faça seu cadastro no TREKpulante.pptx

A NAVE STELLARIUM


A Nave Stellarium é um planetário de código aberto para o seu computador, disponível em vários sistemas operacionais e web.

.

O planetário digital mostra um céu realista em três dimensões igual ao que se vê a olho nu, com binóculos ou telescópio.


Clique na nave alienígena para visitar o Portal Stellarium e escolher o sistema de sua nave.

Instale o sistema escolhido para finalmente embarcarmos na nave e nos preparar para a missão.


Clique no planeta para receber os códigos dos primeiros comandos de navegação.



JANELA DATA/HORA [F5]


Ative no menu lateral esquerdo, a Janela de DATA/HORA.

Clique no ícone (Relógio) ou use a tecla de controle F5.

Vá para o planeta, descobrir as Janelas de Comando e teclas de atalho dos comandos que a Nave Stellarium possui.



Sua primeira Jornada Espaço-Temporal será:


VIAJAR à cidade onde nasceu e na data quando nasceu.


OBSERVAR o CÉU ao longo desse dia especial em que você alterou o Universo.


E depois, vá ao satélite

REGISTRAR e COMPLETAR a sua primeira missão.


Viajar pelo Universo é um sonho de todos os seus habitantes conscientes.


A viagem exige compromisso, responsabilidade e diretrizes éticas. Conheça as Diretrizes Estelares (da série Star Trek) e reflita sobre seu valor nas relações sociais e exosociais no Universo.

Clique no planeta para conhecer as Diretrizes Star Trek.


A viagem também exige uma formação e preparação. E você não será um tripulante comum, terá como missão pessoal educar as futuras gerações de viajantes do Universo.

E nada melhor do que conhecer e discutir os Princípios Educacionais da Literacia Astronômica que discutem a questão:

O que os cidadãos de um planeta devem saber acerca da Astronomia?”

Clique nos dois satélites naturais para acessar os Princípios P1 e P2 da Literacia Astronômica.



DIRETRIZES DA FROTA STELLARIUM


D1. CULTURA E VIDA SÃO SAGRADOS.

Considerando que o direito de cada espécie consciente de viver de acordo com a sua evolução cultural normal é sagrado, nenhum membro da Frota Stellarium pode interferir com o desenvolvimento normal e saudável da vida e da cultura de uma espécie alienígena. Essa interferência inclui a introdução de conhecimentos, força ou tecnologia superiores num mundo cujo a sociedade é ainda incapaz de lidar com essas vantagens sabiamente. Os membros da Frota Stellarium não podem violar esta Primeira Diretriz, mesmo para salvar as suas vidas e/ou a sua nave, a não ser que eles estejam a corrigir uma anterior violação ou contaminação desta diretriz. Esta diretriz têm precedência sobre todas as outras considerações, e carrega consigo a maior obrigação moral.

D2. FORÇA NÃO É ARGUMENTO

Nenhum membro da Frota Stellarium recorrerá sem razão ao uso da força, quer seja coletivamente ou individualmente, contra membros da Federação Unida dos Planetas, seus representantes autorizados, porta-vozes ou líderes designados, ou membros de qualquer espécie consciente que não faça parte da Federação Unida dos Planetas.

D3. DEMOCRACIA

A soberania de cada membro da Federação Unida dos Planetas deve ser respeitada em todos os aspectos, os membros da Frota Stellarium deve respeitar todos os estatutos, leis, ordens e regras de governarão correntemente em uso dentro da jurisdição do planeta membro. Os infratores serão sujeitos a punições ou correções determinadas pelos corpos governamentais locais.

D4. UNIVERSO CONHECIDO

Se se realizar um contato com uma espécie inteligente desconhecida, sob nenhuma circunstância devem os membros da Frota Stellarium, quer seja por palavras ou por atos, informar essa respectiva espécie que outros mundos que não sejam os deles ou espécies que não sejam a deles, existem para além dos limites do seu espaço.

D5. EMERGÊNCIAS

Em casos de emergência extrema, os representantes especiais da Federação Unida dos Planetas estão autorizados a assumir poderes de emergência para lidarem com uma condição ou circunstância que é designada perigosa para o bem estar dos cidadãos da Federação Unida dos Planetas. Dentro do âmbito destes poderes de emergência, pessoal civil, devidamente autorizado, pode assumir um comando temporário de uma nave da Frota Stellarium e/ou de pessoal da Frota Stellarium. O pessoal da Frota Stellarium têm que se submeter à sua autoridade enquanto a crise durar.

D6. PRIORIDADE DE EMERGÊNCIAS

O pedido de assistência de emergência por parte de cidadãos da Federação de Planetas Unidos exige uma prioridade incondicional dos membros da Frota Stellarium, os quais deverão responder imediatamente a esse pedido, adiando todas as outras atividades.

D7. RESTRIÇÃO PLANETÁRIA

Nenhuma nave da Frota Stellarium deve visitar o planeta Talos IV sob qualquer circunstância, emergências ou de outro tipo. Esta ordem sobrepõe-se à DIRETRIZ 6. Qualquer transgressão a esta DIRETRIZ é punida com a morte.

D8. AMEAÇA DE GUERRA

Após avistar uma nave de guerra dentro do espaço da Federação Unida dos Planetas e identificando-a como pertencente a uma potência estrangeira, o capitão de uma nave da Frota Stellarium deve determinar a(s) razão(ões) para a presença dessa dentro do território. Se houverem provas conclusivas que indiquem que a nave têm intenções hostis, a nave da Federação Unida dos Planetas pode tomar uma ação mais apropriada para salvaguardar as vidas e a propriedade dos membros da Federação Unida dos Planetas. Nestes casos, o capitão pode decidir se recorre ou não ao uso da força para danificar a nave hostil. Contudo, deve-se ter cuidado para evitar as perdas desnecessárias de vida consciente.

D9. ASILO POLÍTICO

Nenhum capitão de uma nave da Frota Stellarium, militar ou auxiliar, pode conceder asilo político a qualquer indivíduo sem que primeiro tenha autorização expressa de um representante do governo da Federação Unida dos Planetas.

D10. VIOLAÇÃO PRIMEIRA DIRETRIZ

Se existir um testemunho ou prova similar verificável por parte de oficiais seniores de que um indivíduo tenha violado a Primeira diretriz, tal indivíduo deve ser dispensado imediatamente do serviço por um representante da Federação dos Planetas e ser colocado na prisão. O representante da Federação Unida dos Planetas deve então tomar as iniciativas que ele ache necessário para minimizar os efeitos da violação da Primeira Diretriz.

D11. ACORDOS E TRATADOS

Oficiais da Frota Stellarium com a patente de capitão ou superior estão autorizados a negociar as condições de um acordo e/ou tratados com os representantes legais de planetas que não pertençam à Federação Unida dos Planetas. Em tais circunstâncias, o oficial de comando têm os poderes de um Embaixador Especial da Federação Unida dos Planetas. Todo e qualquer acordo conseguidos desta maneira estão sujeitos à aprovação pelo Chefe de Operações da Frota Stellarium e pelo Secretário da Frota Stellarium.

D12. ZONAS NEUTRAS

Os oficiais da Frota Stellarium podem violar as Zonas Neutras designadas por tratado, somente se tal ação for necessária para salvar as vidas dos cidadãos da Federação Unida dos Planetas sob condições de grande emergência.

D13. INTEGRIDADE DE SISTEMAS E GOVERNOS PLANETÁRIOS

Excetuando ordens em contrário, os membros da Frota Stellarium deverão respeitar a integridade territorial de governos e sistemas planetários independentes, e não violarão o espaço territorial pertencente a esses mundos.

D14. MEDIADORES PLANETÁRIOS

Os membros da Frota Stellarium podem intervir em assuntos planetários locais de modo a restaurarem a ordem geral e proteger as vidas e propriedades dos membros da Federação Unida dos Planetas, mas somente após receberem uma ordem direta do oficial civil com o título de governador ou mais graduado.

D15. ZONAS DE PERIGO

Nenhum oficial com a patente de comando deverá viajar para uma zona potencialmente perigosa sem uma escolta armada.

D16. AUXÍLIO TECNOLÓGICO E MÉDICO

Os membros da Frota Stellarium podem conceder assistência tecnológica, médica, ou científica a membros de uma espécie previamente desconhecida, mas de modo a que tal assistência não viole a Primeira diretriz ou ponha em causa a segurança da Frota Stellarium ou da Federação Unida dos Planetas.

D17. PRIORIDADE TRIPULANTES

Os capitães das naves da Frota Stellarium deverão considerar sagradas as vidas dos seus tripulantes. Em qualquer situação potencialmente hostil, o capitão colocará as vidas da sua tripulação acima do destino da sua nave.

D18. TRAIÇÃO À FEDERAÇÃO

Após ter sido acusado de traição contra a Federação Unida dos Planetas, o pessoal da Frota Stellarium pode exigir um julgamento conduzido pelos órgãos judiciários da Federação Unida dos Planetas. Se o indivíduo for absolvido, o Comando da Frota Stellarium não terá mais recursos legais contra o acusado nesta matéria.

D19. (NÃO) COLABORAR EM CONFLITOS

Excetuando em tempos de emergência declarada, os membros da Frota Stellarium não podem em nenhuma circunstância, transportar material ou pessoal entre planetas ou sistemas planetários onde há razões para se crer que serão usados para cometer agressões. Esta ordem também aplica-se a planetas independentes dentro do espaço da Federação Unida dos Planetas.

D20. ESCRAVIDÃO PLANETÁRIA

Os oficiais do Comando da Frota Stellarium podem empregar quaisquer meios para impedir a posse, o transporte, a venda ou a troca comercial de seres conscientes contra os seus desejos, dentro do espaço da Federação Unida dos Planetas.

D21. SERVIÇOS PLANETÁRIOS

Nenhum membro da Frota Stellarium pode oferecer os seus serviços a um governo estrangeiro independente sem autorização expressa da Assembleia da Federação.

D22. DEBATES DEMOCRÁTICOS

Considerando que o direito da livre expressão e o direito do livre discurso são sagrados, os membros da Frota Stellarium podem debater privadamente as políticas e decisões dos seus representantes governamentais em qualquer altura, até ao limite de que tais discussões não violem os seus juramentos de comando ou as tarefas específicas contidas nestas Ordens Gerais ou no Regulamento da Frota Stellarium .

D23. SUBSTITUIÇÃO DE OFICIAIS

Quando forem apresentadas provas verificáveis de que um representante da Federação Unida dos Planetas esteja a atuar ou já tenha atuado de modo a violar a Primeira diretriz, os oficiais da Frota Stellarium podem substituir no cargo esse mesmo representante até que seja realizada uma investigação pelos oficiais do governo.

D24. SEGURANÇA DE CIDADÃOS PLANETÁRIOS

Se um oficial no comando verificar que um grupo de indivíduos representam uma ameaça aos membros da Frota Stellarium ou aos cidadãos da Federação Unida dos Planetas, esse oficial pode tomar as medidas necessárias (incluindo a força) de modo a garantir a segurança daqueles ameaçados.

D25. PRISIONEIROS E CUSTÓDIAS

O pessoal militar ou civil que esteja na custódia dos membros da Frota Stellarium durante situações de grande emergência deverão receber o tratamento consistente com a sua patente ou estado, mas de modo a que tal tratamento não comprometa a segurança da Federação Unida dos Planetas ou da Frota Stellarium.

D26. RESPONSABILIDADE HIERÁRQUICA

Nenhum membro de uma tripulação de uma nave ou de uma instalação terrestre pode ser diretamente responsabilizado pelas ações dos seus superiores. De igual modo, nenhum membro de uma tripulação ou pessoal da Frota Stellarium sofrerá as consequências das medidas disciplinares tomadas contras o(s) oficial(ais) de comando, se tal indivíduo não estiveram envolvidos nas ações que levaram às medidas disciplinares. Esta ordem estende-se às condições que envolvem as violações provadas da Primeira Diretriz, quando prova de tal exista.

D27. JORNADAS DE MISSÕES

Nenhum membro da Frota Stellarium pode ser obrigado a separar-se da família durante uma grande extensão de tempo, se tal separação for causada pelo cumprimento das suas tarefas e responsabilidades normais e se a sua família estiver a viver na mesma nave ou instalação que o respectivo membro.

D28. REMOÇÃO DE COMANDO

Nenhum oficial de patente de comando pode ser removido do comando sem que tal ação tenha o acordo completo de pelo menos três oficiais seniores presentes. Sempre que seja possível, tais oficiais devem incluir o Oficial Executivo, o Oficial Médico Chefe, e um oficial júnior da estação de comando.

D29. BEM-ESTAR DA TRIPULAÇÃO

A maior responsabilidade de qualquer capitão de uma nave ou instalação da Frota Stellarium é o bem-estar e segurança da sua tripulação, incluindo os membros civis. Não deve ser tomada nenhuma ação que possa originar uma ameaça indesejada para os indivíduos sob responsabilidade do oficial, excetuando no cumprimento do dever e quando seja inevitável.

D30. CONTEXTUALIZAÇÃO DA PRIMEIRA DIRETRIZ

O Comando da Frota Stellarium reconhece o direito da cada capitão de uma nave da Frota Stellarium de interpretar a Primeira diretriz do modo que achar mais adequado, de modo consistente com as condições das outra ordens gerais existentes, e baseadas em circunstâncias que possam ocorrer durante o contato com raças conscientes recém-descobertas.

D31. APLICAÇÃO DA PRIMEIRA DIRETRIZ

As condições e especificações da Primeira diretriz dever ser aplicada a todas as formas de vida consciente descobertas, quer sejam de origem natural ou artificial.

D32. LIMITE DE DOBRA

Exceto nos casos de extrema emergência, nenhum capitão da Frota Stellarium pode ordenar que a sua nave viaje a velocidades superiores a Dobra 6 sem autorização expressa do Comando da Frota Stellarium.


O que os CIDADÃOS do planeta Terra devem saber acerca de ASTRONOMIA?


Princípio 1

A Astronomia é uma das ciências mais antigas da história humana.


Ideia FundamentalConceitos
IF1. Compreender o céu e os movimentos do Sol, Lua e dos planetas foi uma das primeiras tentativas para compreender o mundo natural.
  • Os primeiros registros de observações astronômicas encontram-se em desenhos e artefatos criados por indivíduos da pré-história, documentando o que observavam no céu.
  • Nas culturas antigas, a Astronomia estava relacionada com crenças religiosas e mitológicas.
  • Os fenômenos astronômicos eram usados para medir o tempo e criar calendários, permitindo a essas culturas planear eventos diários e sazonais.

Movimentos celestes
(Sol, planetas e Lua).
IF2. As primeiras culturas imaginavam padrões a ligar as estrelas do céu noturno.
  • Padrões no céu noturno formados ao unir as estrelas usando linhas imaginárias são chamados constelações [asterismos].
  • As primeiras constelações foram definidas pelas primeiras culturas. Estes grupos reconhecíveis de estrelas foram muitas vezes associados às histórias e à mitologia de culturas como a grega, a maia, a ameríndia e a chinesa.
  • Na Astronomia moderna, as constelações são regiões bem definidas no céu, que combinam tanto as constelações antigas como as definidas nos séculos XV, XVI, XVII e XVIII.
  • Algumas culturas, como a aborígene da Austrália e as populações indígenas da América do Sul, também identificaram padrões nas silhuetas escuras da faixa luminosa da Via Láctea.

Padrões: asterismos e indicadores espaço-temporais.
IF3. A Astronomia inspirou e está representada na arte e na cultura de muitas civilizações.
  • Ao longo dos séculos, artistas, poetas, escritores e muitos criativos usaram o céu noturno como inspiração e/ou tema do seu trabalho.
  • A representação de temas astronômicos pode ser observada, por exemplo, em pinturas, esculturas, música, filmes e literatura. Estes trabalhos usaram os motivos observáveis no céu para, direta ou indiretamente, comunicar a essência, beleza, [propriedades e dúvidas] do céu noturno.
  • A universalidade da arte, e a sua ligação íntima com a cultura, podem ser assim meios poderosos para que as pessoas apreciem não apenas a beleza inata de objetos e fenômenos celestes, mas também o conhecimento que adquirimos sobre eles.
  • Isto aumenta o interesse mundial pela Astronomia e promove uma compreensão intercultural contida na ideia de estarmos sob o mesmo céu.

Conexões com arte e cultura.

Ilustrações e Mapas Celestes.
IF4. A Astronomia forneceu conhecimento importante sobre a medição do tempo, essencial para a agricultura no passado.
  • Em muitas culturas antigas, a Astronomia foi desenvolvida para aumentar a exatidão dos calendários agrícolas. Como exemplo, os egípcios desenvolveram um calendário baseado nas suas observações da estrela Sirius, usando-o para determinar as cheias anuais do rio Nilo.

O tempo, o clima, os calendários e a agricultura.
IF5. A Astronomia foi importante para os navegadores no passado.
  • Muitas civilizações usaram a posição das estrelas e outros objetos celestes para a orientação em terra, nos mares e nos oceanos.
  • A navegação astronômica é ainda ensinada nos dias de hoje.


Orientação espacial.

Navegação: longitude e latitude.
IF6. A Astronomia, ao usar o método científico, é diferente da Astrologia.
  • Até aos tempos pré-modernos, a distinção entre Astronomia e astrologia era vaga.
  • Hoje, Astronomia e astrologia são claramente distintas.
  • A Astronomia é uma ciência, a astrologia não.
  • A Astrologia usa as posições dos objetos celestes para prever eventos futuros. Contudo, um grande número de estudos sobre a astrologia e as suas previsões mostram que esta não é exata nas suas previsões e não tem qualquer base científica.

Método científico.

Astronomia.

Astrologia.

Ciência.

Pseudociência.
IF7. Acreditava-se, na maioria das culturas antigas, que a Terra era o centro do Universo.
  • A maioria das culturas antigas, com as exceções notáveis de alguns astrônomos gregos ativos por volta de 300 a. C., acreditava que a Terra era o centro do Universo.
  • Esta visão geocêntrica prevaleceu mais de dois milénios nas culturas europeia e asiática até à chamada revolução copernicana no século XVI. Os astrônomos modernos descobriram que o Universo não parece ter um centro específico no espaço.

Geocentrismo: Terra como centro do Universo.

O Universo não tem centro.
IF8. A revolução copernicana, que durou mais de um século, levou ao reconhecimento do Sol, em vez da Terra, como o "centro" do Sistema Solar.
  • No século XVI, Copérnico apresentou argumentos para a teoria heliocêntrica, na qual o Sol era o centro do Universo e a Terra se deslocava à sua volta.
  • Apesar de sabermos agora que o Sol não é o centro do Universo, ele é o centro do Sistema Solar e a teoria do heliocentrismo copernicano foi revolucionária naquele tempo, contribuindo para o desenvolvimento da Astronomia moderna.


Heliocentrismo: Sol como "centro" do Universo.

Sol é um foco elíptico do sistema solar.

O Universo não tem centro.

IF9. Há mais de 400 anos, astrônomos realizaram as primeiras observações metódicas em Astronomia usando um telescópio.
  • Apesar de não ter inventado o telescópio, Galileu foi o primeiro a utilizá-lo para fins científicos. Os seus melhoramentos do telescópio refrator levaram-no a descobertas como as fases de Vênus e as quatro maiores luas de Júpiter, ainda hoje referidas como as luas galileanas. As suas descobertas forneceram evidência convincente a favor da visão heliocêntrica do Universo.


Telescópio.

Galileu Galilei.

Ciência Moderna: Experimentação e Matemática.

Validade Científica.
IF10. O planeta Terra tem uma forma aproximadamente esférica, e isto tem sido mostrado ao longo de séculos de muitas formas diferentes.
  • Algumas das primeiras culturas em muitas regiões do mundo descreveram a Terra como uma superfície plana ou um disco, como parte da sua descrição do Universo.
  • A ideia de que a Terra é uma esfera está presente há já alguns milénios e tem sido uma parte significativa das visões do mundo de muitas culturas, tendo-se tornado no paradigma dominante há mais de 1.000 anos.
  • Há numerosas formas empíricas de testar que a Terra tem uma forma aproximadamente esférica (é tecnicamente referida como um esferoide oblato). Um dos primeiros métodos matemáticos foi o de Erastóstenes, que mediu a circunferência da Terra analisando os comprimentos das sombras de estacas colocadas em diferentes locais no Antigo Egito (século III a. C.).

Forma da Terra.


O que os CIDADÃOS do planeta Terra devem saber acerca de ASTRONOMIA?


Princípio 2

Podemos experienciar fenômenos astronômicos no nosso dia-a-dia.


Ideia FundamentalConceitos
IF1. Experienciamos o dia e a noite devido à rotação da Terra sobre o seu eixo.
  • A face da Terra virada para o Sol experiencia o dia, enquanto a face oposta experiencia a noite.
  • O tempo que a Terra demora a rodar sobre o seu eixo de modo a que o Sol retorne à mesma posição no céu define a duração de um dia solar, que é, em média, 24 horas.

Dia, Dia Claro, Noite.
Rotação da Terra.
IF2. Experienciamos as estações devido à inclinação do eixo de rotação da Terra enquanto o planeta se desloca ao redor do Sol durante um ciclo solar (ano solar).
  • O eixo de rotação da Terra está inclinado 23,4 graus em relação à perpendicular do seu plano orbital em torno do Sol. Por esta razão, durante parte da órbita da Terra em torno do Sol, o hemisfério norte ou sul está inclinado na direção do Sol, enquanto o outro está inclinado na direção oposta à do Sol. O primeiro experiencia o verão, pois a luz do Sol incide mais diretamente na sua superfície e os dias claros são mais longos porque o Sol atinge uma maior altura no céu.
  • Por outro lado, o hemisfério que se encontra inclinado na direção oposta à do Sol, experiencia o inverno, porque a luz solar incide na superfície da Terra com um ângulo muito inclinado, sendo espalhada por uma área maior. Os dias claros são mais curtos porque o Sol está a uma altura inferior no céu.

Ciclo solar.
Ciclo de estações solares.
Estações solares e o clima.
IF3. Vemos diferentes fases da Lua durante um ciclo lunar.
  • À medida que a Lua orbita a Terra, a sua posição em relação ao Sol e à Terra vai mudando.
  • A região da superfície da Lua iluminada pela luz do Sol muda, produzindo as diferentes fases que vemos da Terra — Lua Nova, Quarto Crescente, Lua Cheia e Quarto Minguante, demorando 29,53 dias de Lua Cheia a Lua Cheia.
  • Enquanto que as fases da Lua são (mais ou menos) as mesmas para qualquer observador na Terra, a orientação da Lua varia, dependendo do hemisfério do observador. Por exemplo, alguns observadores podem ver o crescente da Lua a abrir para a esquerda enquanto outros, a observar a mesma fase mas de um local diferente, podem ver o crescente a abrir para a direita.

Ciclo lunar na esfera celeste.
Fases lunares (iluminação).
IF4. Os eclipsesocorrem devido a alinhamentos especiais entre o Sol, a Terra e a Lua.
  • Quando a Lua passa exatamente entre o Sol e a Terra, bloqueia a luz do Sol e projeta uma sombra na Terra, criando um eclipse solar.
  • Ocasionalmente, a Terra pode estar diretamente entre o Sol e a Lua. Nesse caso, projeta uma sombra na Lua, obscurecendo a sua superfície e criando um eclipse lunar.
  • Os eclipses podem ser parciais, quando apenas uma fração do objeto está eclipsado, ou total, quando todo o objeto está eclipsado.
  • Um eclipse lunar só ocorre na Lua Cheia e, consequentemente, só pode ser observado à noite. Em qualquer lugar da Terra, é mais provável observar um eclipse lunar do que um solar. Os eclipses lunares também têm uma duração maior do que os eclipses solares.

Eclipses solares.

Eclipses lunares.
IF5. As marés na Terra são um resultado da gravidadedo Sol e da Lua.
  • A Lua e, em menor grau, o Sol causam marés na Terra.
  • Ligeiros bojos na Terra, sobretudo nos seus oceanos, formam-se tanto no lado mais próximo da Lua e mais próximo do Sol, como no lado oposto.
  • À medida que a Terra gira, estes bojos atingem as linhas de costa, fazendo subir o nível da água nesses locais.
  • Quando o Sol, a Terra e a Lua estão quase numa linha reta (na Lua Cheia e Lua Nova), ocorrem as “marés vivas”.
  • Em contraste, quando o Sol e a Lua formam um ângulo reto entre eles em relação à Terra (no Quarto Crescente e Quarto Minguante), ocorrem as “marés mortas”.

Marés e Gravidades.

Marés vivas.

Marés mortas.
IF6. A luz do Sol é essencial para a maioria das formas de vidana Terra.
  • O Sol é a fonte primária de energia utilizada pelas formas de vida na Terra. Por exemplo, as plantas realizam a fotossíntese usando a luz do Sol, o que permite o seu crescimento e, consequentemente, a produção de oxigênio molecular. Esse oxigênio é usado por animais na respiração.
  • Acredita-se que a devastação do ambiente global decorrente da colisão de um asteroide com a Terra, terá sido a causa da extinção dos dinossauros não voadores e da maioria das espécies na Terra. A explosão resultante transportou grandes quantidades de poeira para a atmosfera, bloqueando a luz do Sol e dando origem a um inverno duradouro.
  • A luz solar também afeta a nossa saúde física e mental. Quando exposta à luz, a nossa pele produz vitamina D, que desempenha um papel importante nos processos bioquímicos do nosso corpo.
  • Alguns estudos mostram uma relação entre a depressão no ser humano e a falta de exposição à luz solar.


Vida, Saúde e Energia.
IF7. Partículas do Sol viajam até à Terra e causam as auroras.
  • Durante uma erupção solar, partículas com carga elétrica provenientes do Sol (essencialmente elétrons e prótons) viajam 150 milhões de quilômetros até à Terra.
  • Estas partículas são capturadas pelo campo magnético da Terra, deslocam-se na direção dos polos magnéticos, e interagem com partículas na atmosfera.
  • As partículas mais rápidas podem viajar do Sol à Terra em cerca de meia hora; as mais lentas demoram cerca de cinco dias. Ocasionalmente, estas tempestades de partículas perturbam o campo magnético terrestre, danificando satélites e redes energéticas.
  • É frequente as partículas do Sol interagirem com o oxigênio e o nitrogênio da atmosfera da Terra. Esta interação origina as auroras — espetáculos de luz maravilhosos que iluminam o céu noturno em torno dos polos magnéticos do hemisfério norte (auroras boreais) e sul (auroras austrais).


Partículas.

Auroras.

Atmosfera.
IF8. A tecnologia desenvolvida para a investigação astronômicafaz parte do nosso dia-a-dia.
  • Ferramentas analíticas e métodos usados para estudar dados astronômicos têm sido aplicados à indústria, ciências médicas e tecnologia que usamos diariamente.
  • Detectores inicialmente desenvolvidos para a investigação astronômica são hoje também utilizados em câmeras digitais, como as dos nossos telefones celulares.
  • Vidro especial, desenvolvido para telescópios astronômicos, é utilizado na produção de telas LCD e chips de computador, bem como tampas de fogão de cerâmica.
  • A transferência de conhecimento entre a Astronomia e a medicina contribuiu para o desenvolvimento da imagiologia de ressonância magnética (RM) e da tomografia computorizada (TAC), entre outros instrumentos.

Tecnologia astronômica (aplicações).



A Trekpulação da Missão Stellarium gostaria de compartilhar com os novos cadetes, alguns personagens apaixonados pelo céu e pelo Universo que estão no Hall da Fama Universal no refeitório da Nave.


A personagem de nosso primeiro encontro é uma desbravadora incrível.

A astrônoma Caroline Lucretia Herschel.


Clique no link abaixo e receba um poster para colorir e colocar em seu quarto.


https://drive.google.com/file/d/1yzrE44zPotJFHYBXRvbFBgH0iiO33-5C/view?usp=sharing


Em breve, vamos inaugurar, no HOLODECK da Nave Stellarium,

uma apresentação interativa sobre essa astrônoma pioneira!


Nave

Deep Space Ciência Viva


Comandante Oficial de Ciências

Paulo Henrique Colonese


Comandantes de Navegação

Mariana de Souza Lima

Jackson Almeida de Farias


Comandante de Comunicações

Mariana de Souza Elysio


Apoio

Federação de Museus e Centros de Ciência

Museu da Vida Fiocruz