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PADDE

Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital da Escola

Índice

Introdução

Plano de comunicação com a comunidade

Plano de Ação

Monitorização e avaliação

Processo de elaboração do PADDE

Equipa

01 Introdução

Programa de digitalização para as escolas, no âmbito do Plano de Ação para a Transição Digital, de 21 de abril de 2020 (Resolução do Conselho de Ministros n.º 30/2020).

Introdução

A construção deste plano teve por base o programa de digitalização para as escolas, que prevê o desenvolvimento de um programa para a sua transformação digital, cujo principal objetivo é alicerçar a integração transversal das TIC e de outras ferramentas digitais ...

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... nas práticas profissionais e pedagógicas dos docentes, nas suas rotinas e procedimentos diários, na vida dos alunos, nas suas práticas de aprendizagem e no exercício de cidadania.

O PADDE pretende ser um instrumento orientador e facilitador da adaptação e implementação das tecnologias digitais nos processos de ensino e de aprendizagem, definindo estratégias e ações que permitam a exploração do potencial do digital integrando-o de forma holística na organização.

Equipa de Transição Digital

Carla Lopes

Equipa TIC

Olga Carvalho

Diretor

Luís Braguês

Adjunto da direção

João Neves

Subdiretor

João Sampaio

Adjunto da direção

Bruno Cardina

Professor Bibliotecário

Álvaro Silva

Docente do grupo 240

Área atuação

Tecnológica e digital / Pedagógica

Área atuação

Organizacional

Área atuação

Organizacional / Pedagógica / Tecnológica e digital

Área atuação

Organizacional / Tecnológica e digital

Área atuação

Organizacional / Pedagógica

Área atuação

Tecnológica e digital

Área atuação

Pedagógica / Tecnológica e digital

  • Informação Geral da Escola

  • Período de vigência do PADDE:
    2021 – 2023
  • Data de aprovação em Conselho Pedagógico: 22/07/2021

Dados da Escola


Contextualização

Identidade pedagógica do agrupamento

A escola do terceiro milénio exige humanidade, capacidade de mudança e de inovação, capacidade de se transformar e de transformar.

Esta constitui, cada vez mais, uma rede de comunicação e relações humanas, que valoriza e rentabiliza recursos diversos e se assume como polo cultural, interagindo com o meio e expandindo-se à participação de toda a comunidade educativa ...

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O AENelas comtempla todos os parâmetros da formação social, integrando plenamente os seus alunos num mundo globalizado com desafios e problemas comuns. Ambiciona formar cidadãos conscientes, aptos para ocupar o seu lugar no mundo, informados, reflexivos e críticos. Pretende harmonizar o saber com o saber ser, o saber estar e o saber fazer, valorizando o universo cultural dos alunos e de toda a comunidade educativa em simultâneo com a abertura de horizontes e a apropriação dos grandes saberes e valores civilizacionais e universais, dando resposta às potencialidades e aspirações de cada jovem que frequente a nossa Escola.

Processo de elaboração do PADDE

O Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas tem por base o quadro conceptual dos documentos orientadores desenvolvidos pela Comissão Europeia, nomeadamente o DigCompEdu e o DigCompOrg.

Incidirão nos diferentes domínios da organização escolar no âmbito das tecnologias digitais.

Áreas de intervenção do PADDE

A elaboração deste Plano teve em conta diversas etapas, desde:

Etapas de elaboração do PADDE

A capacitação dos docentes e de outros profissionais de educação terá um papel determinante no alicerçar da integração transversal das TIC.


Criação de ecossistemas de desenvolvimento digital

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Áreas de intervenção do PADDE

Envolvimento Profissional/Desenvolvimento Profissional Contínuo,

Recursos Digitais/Infraestruturas e Equipamentos,

Ensino e Aprendizagem/Pedagogias: apoio e recursos; aplicação em sala de aula; práticas de avaliação,

Capacitação dos Aprendentes, Promoção da competência Digital dos Aprendentes/Capacitação dos Aprendentes e Liderança/Colaboração e Trabalho em Rede.

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Criação de ecossistemas de desenvolvimento digital

Potenciar os processos de inovação através do digital nas escolas e adequá-las aos contextos e desafios atuais da nossa sociedade.

Deverão ser definidas metas e planeadas ações para concretizar o Plano, bem como mecanismos de monitorização que possam aferir o progresso e verificar os resultados, como fatores fundamentais para o sucesso da Escola.

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Etapas de elaboração do PADDE

  • recolha de evidências: a partir da informação recolhida por processos de diagnóstico;
  • análise dos dados: interpretação e reflexão sobre os resultados alcançados;
  • elaboração: definição do Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital;
  • implementação: período temporal em que o plano é desenvolvido na prática;
  • monitorização das ações e avaliação: aferição e adequação dos níveis de implementação e consecução dos objetivos definidos no plano.

1

2

SELFIE

Período de aplicação: 12 a 28 de maio de 2021

CHECK-IN

Período de aplicação: 02 a 11 novembro de 2020

Resultados globais do diagnóstico

Participação

Posicionamento dos docentes

Referenciais para o diagnóstico

Comentários e reflexão




Embora a participação dos docentes e alunos na resposta a ambos os questionários não tenha atingido a plenitude, é possível obter dados com pertinência para caraterizar o Agrupamento. Uma percentagem significativa (63,4%) de docentes posiciona-se no nível 2 de competência digital, sendo que cerca de 28,7% dos respondentes, posicionados no nível 1, ainda faz uma utilização básica das tecnologias e ferramentas digitais, necessitando de incentivos para explorar e dominar com segurança as ferramentas tecnológicas e melhorar a sua proficiência digital no processo de ensino e de aprendizagem.

  • Questionários efetuados a professores, alunos e encarregados de educação no âmbito do Plano Ensino a Distância (E@D), durante o 3ª período do ano letivo 2019/2020.
  • Questionários aos alunos e encarregados de educação sobre a acessibilidade a equipamentos tecnológicos e internet.
  • Reflexões produzidas pelos conselhos de turma e departamentos sobre a utilização das tecnologias durante os períodos de ensino à distância.

A História Digital da Escola

Dimensão Tecnológica

Dimensão Pedagógica

Dimensão Organizacional

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[Existentes no Agrupamento]

Serviços Digitais

03

[Dados da Escola]

Disponibilidade de acesso e de equipamentos dos alunos em casa

02

[Dados do SELFIE]

Infraestruturas e Equipamento

04

indique o processo de gestão

Gestão de sistemas:

01

Dimensão Tecnológica


No que respeita à disponibilidade de acesso e de equipamentos em casa são os alunos do 3.º CEB que apresentam uma menor percentagem.

Relativamente a esta área, de acordo com os dados do SELFIE, a média dos valores apresentados é de 3,1, o que significa que as estruturas existentes no Agrupamento satisfazem, na sua maioria, as necessidades dos seus utilizadores. No entanto, na perspetiva dos docentes esta área é mais deficitária nos 1º e 3º ciclos.

Recursos digitais existentes e em utilização no Agrupamento:

EQUIPAMENTOS

Escolas Básicas do 1º CEB

Centro Escolar

Todas as salas do 1º CEB estão equipadas com quadros interativos, computador com acesso à internet e webcam;

Serviço Wireless;

Disponibilidade de 24 computadores portáteis numa sala – Laboratório de Informática

Escolas Básicas de Carvalhal Redondo, Santar e Vilar Seco

Duas salas de aula estão equipadas com quadros interativos, computador com acesso à internet e webcam;

Escola Básica Dr. Fortunato de Almeida:

Todas as salas estão equipadas com videoprojetor, computador com acesso à internet e webcam;

Sala de TIC com 24 computadores de secretária e videoprojector

Laboratório de competências com painel interativo, videoprojector, computador com acesso à internet, 24 computadores portáteis, equipamento de robótica…

Biblioteca com 7 computadores com acesso à internet, videoprojector

Escola Secundária de Nelas:

Todas as salas estão equipadas com videoprojetor, computador com acesso à internet e webcam;

Sala de TIC com 20 computadores de secretária, 4 computadores portáteis e videoprojector

Sala com painel interativo e 15 tablets

Salas/Laboratórios:

Sala de Design Gráfico com videoprojetor, computadores com acesso à Internet

Oficina de Mecatrónica com videoprojetor, Impressão 3D;

Kits de robots

SERVIÇOS DIGITAIS

• Gestão Integrada de Administração Escolar NetGIAE: Sumários, controlo de entradas, serviços (refeitório, bufete, papelaria), carregamento de cartões, alunos, ASE;

• Serviço de Email institucional (@aenelas.edu.pt) - Google Workspace;

• Serviços de Impressão e Digitalização centralizadas;

• Sítio web do agrupamento (joomla);

  • Sítio web da BE

• Redes Sociais - Facebook/ Instagram / Twitter

• Canal Youtube Escola e Biblioteca;

Newsletter (Mail Chimp)

BiblioNet - Catálogo Coletivo da RBN (Rede de Biblioteca de Nelas)

• Construção digital de horários – App DCS Horários;

• Plataformas internas

o Plano Anual de Atividades (PAA);

o Sistema de Informação pessoal docente;

o Sistema de Informação pessoal não docente;

o Base de dados para Serviço de Exames;

[Dados do Check-In]

Nível de competência dos docentes por área (em %)

02

[Dados do SELFIE]

Resultados por dimensão

01

Dimensão Pedagógica

Relativamente aos resultados por dimensão, de acordo com os dados do SELFIE, a média dos valores apresentados é de 3,3. No entanto, as Práticas de Avaliação, na perspetiva dos dirigentes e dos alunos é a área mais deficitária, tendo como média global (2,9).

Nível de competência dos docentes por área (em %)

[DADOS DO CHECK-IN]

Recursos digitais: Embora a maioria dos docentes (52,5%) se situe no nível 2 de competência, um número significativo de docentes (42,6%) ainda faz uma utilização básica das tecnologias digitais, conhece e seleciona plataformas que fornecem recursos educativos. Cria e modifica recursos (fichas de trabalho, quizzes...) utilizando ferramentas básicas de software elementar (MSOffice/ Google Workspace) e cria apresentações digitais para fins educativos. Utiliza estratégias básicas para gerir recursos como a partilha de conteúdos educativos através do envio de anexos num email ou através de links. Tem consciência da proteção de direitos de autor. Um número ainda reduzido de docentes (12%) limita-se a armazenar e organizar recursos para futura utilização, mas não os partilha. Na Selfie o domínio do apoio e recursos é o mais bem pontuado, o que significa que, a perceção dos respondentes aproxima-se ao nível 2 de competência na resposta ao Check-in (52,5%)

Ensino e aprendizagem: neste domínio, em que prevalece o nível 1, uma significativa percentagem de docentes (21,8%), ainda faz pouco uso das tecnologias digitais para o ensino e na interação com os aprendentes (através de email, por ex.) nem em atividades de aprendizagem colaborativa, não tomando em consideração como eles podem usar tecnologias digitais nas suas atividades ou tarefas colaborativas. Também fazem pouco uso das tecnologias em atividades ou tarefas autorreguladas, possivelmente ao nível do 1º ciclo.

Embora num nível seguinte (A2), uma significativa percentagem de docentes (quase 30%), usa as tecnologias digitais disponíveis na sala de aula para o ensino de forma básica (quadros interativos, projetores, computadores), selecionando-as de acordo com o objetivo e contexto de aprendizagem. Usam tecnologias digitais básicas na interação com os aprendentes (através de email, por ex.) para responder a dúvidas ou sobre trabalhos de casa. Em atividades de aprendizagem colaborativa, incentivam os aprendentes a usarem as tecnologias para apoiar o seu trabalho (pesquisas na internet ou apresentação de trabalhos). Este grupo de professores incentivam os alunos a usar as tecnologias em atividades individuais ou tarefas autorreguladas. Na SELFIE, verifica-se uma ligeira discrepância com esta perspetiva, sendo que professores e alunos consideram que as tecnologias são utilizadas na pedagogia em sala de aula.

Avaliação: Embora uma maioria de docentes considere que integra as tecnologias nas práticas de avaliação (52,5%), 11% dos docentes fazem pouco uso de tecnologias digitais para avaliação e não consultam registos digitais para verificar o grau de progresso dos aprendentes. Ainda não recorrem às tecnologias para fornecer feedback aos aprendentes ou adotar as estratégias de ensino. Ainda assim, um número significativo de docentes (30%) encontra-se no nível de competência A2 e integram tecnologias digitais nas estratégias de avaliação tradicional: criam tarefas de avaliação que são depois aplicadas em papel; planificam a utilização de tecnologias pelos aprendentes nas tarefas de avaliação. Os docentes avaliam dados básicos sobre a atividade (assiduidade) e desempenho dos docentes (classificações, ...) para prestar feedback individual e intervenções dirigidas. Têm consciência de que as ferramentas de avaliação digital podem ser utilizadas para fornecer feedback atempado sobre o progresso dos aprendentes. Usam as tecnologias digitais para informar feedback. Na perspetiva dos dirigentes e dos alunos este domínio da SELFIE é aquele que fica mais aquém das expetativas.

Capacitação dos aprendentes:

Cerca de 11% dos docentes está preocupado com acessibilidade e inclusão, receando que o uso de tecnologias digitais no ensino dificulte a participação dos aprendentes mais desfavorecidos bem como o acompanhamento dos outros. Estão indecisos sobre o potencial das tecnologias digitais para a diferenciação e personalização, não sabendo como as usar para proporcionar aprendizagens personalizadas. Fazem pouco uso das tecnologias para promover o envolvimento dos aprendentes. Cerca de 29% dos docentes exploram estratégias centradas no aprendente: compreendem a importância de garantir a todos os aprendentes a igualdade de acesso às tecnologias digitais, tendo consciência de que as tecnologias digitais podem dificultar ou melhorar a acessibilidade. Reconhecem o potencial das tecnologias para a diferenciação e personalização, proporcionando atividades a diferentes níveis e ritmos. Usam as tecnologias para envolver os aprendentes, nomeadamente para visualizar e explicar novos conceitos de forma motivadora e envolvente recorrendo a animações ou vídeos, e para realizar atividades digitais tais como jogos ou quizzes / concursos ...

Promoção da capacitação dos aprendentes:

Este é o domínio que necessita de um maior investimento. Quase 29% dos docentes em A1 faz pouco uso de estratégias para incentivar a literacia da informação e dos média dos aprendentes, para incentivar a comunicação e colaboração digital, para promover a criação de conteúdo digital pelos aprendentes e para promover o seu bem-estar digital. Fazem pouco uso de estratégias que promovam a resolução de problemas digitais por parte dos aprendentes.

Uma percentagem significativa de docentes de nível A2 (25,7%), incentiva os aprendentes a utilizarem tecnologias digitais para recolha de informação, a usar tecnologias digitais para comunicação e colaboração com outros aprendentes, com os seus educadores, com o pessoal administrativo e terceiros. Incentivam os aprendentes a criarem conteúdos e a expressarem-se usando tecnologias digitais, p. ex., através da produção de textos, imagens e vídeos. Incentivam os aprendentes a usarem tecnologias digitais de modo seguro e responsável e a usá-las para resolver problemas.

Encarregados de Educação

Competências Digitais da Comunidade Educativa

03

[Dados do Check-In]

Nível de competência dos docentes por área (em %)

02

[Dados do SELFIE]

Resultados por dimensão

04

Sistemas de informação à gestão:

01

Dimensão Organizacional

Pessoal não docente

Competências Digitais da Comunidade Educativa - Encarregados de Educação

Das reflexões produzidas dos questionários aos alunos e encarregados de educação, bem como da participação dos alunos durante o ensino à distância, há uma perceção muito favorável do envolvimento dos alunos/educandos nas atividades propostas, mas 30% considera que tem dificuldades no uso das TIC. Esta perceção é corroborada pelos docentes nas reflexões em conselhos de turma e departamentos.

Os Encarregados de Educação revelam, no contacto recorrente com os mesmos, ainda não estarem rotinados a utilizar e a consultar o email, instrumento fundamental na relação escola-família.





Sistemas de informação à gestão

Os sistemas de informação mais utilizados estão relacionados com a dinâmica organizacional do Agrupamento, bem como a comunicação com a comunidade escolar, nomeadamente através do GIAE (Gestão Integrada de Administração Escolar) que permite consultar informações relacionadas com a vida escolar/avaliação dos alunos, …

Um número reduzido de docentes faz pouco uso das tecnologias para comunicar e para colaborar com colegas. Estes docentes ainda se sentem inseguros sobre a forma de melhorar as suas competências digitais, fazendo pouco uso da internet para atualizar o conhecimento.

Cerca de 40% dos docentes usa as tecnologias para comunicar com os alunos e os encarregados de educação, e com os colegas. Usa ainda as tecnologias para colaborar com os colegas em projetos, partilha de conteúdos, conhecimentos ou opiniões. Têm consciência da necessidade de formação para ultrapassar as suas limitações ao nível das competências digitais, usando a internet para atualizar o seu conhecimento específico de conteúdo ou pedagógico (webinares, ACD online, ...)

O Agrupamento tem aderido e promovido iniciativas para desenvolver a competência digital dos docentes incentivando-os a participar em ações de formação promovidas pelo Centro de Formação EduFor, sendo que o grau de envolvimento não é idêntico em todo o corpo docente. Muitos docentes preferem a partilha de conhecimentos interpares e a frequência de ações de curta duração ou webinars.

Competências Digitais da Comunidade Educativa - Pessoal não docente

Os assistentes operacionais fazem uma utilização básica das ferramentas digitais, limitando-se à consulta esporádica do email institucional.

Relativamente aos assistentes técnicos, a sua atividade profissional exige um conhecimento generalizado e constante atualização nas diversas plataformas digitais existentes.

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Ao fazer a comparação entre dimensões das ferramentas de diagnóstico, verificamos que as piores avaliações se situam na Promoção das Competências Digitais dos Aprendentes e no Ensino e Aprendizagem, deverá salientar-se ainda, por outro lado, algum défice nas Práticas de avaliação e no Desenvolvimento Profissional Contínuo / Cooperação e Trabalho / Liderança.

Check-In Vs Selfie

Conclusões do diagnóstico efetuado

Dimensão Tecnológica

Dimensão Pedagógica

Dimensão Organizacional

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Infraestruturas e equipamentos

Principais problemas

- Deficiente funcionamento da internet e problemas com a velocidade da mesma em algumas escolas do AENelas.

- Sala de TIC da Escola Secundária com computadores obsoletos, necessitando de um upgrade a nível de memória e discos rígidos, para permitir a instalação de software e a utilização de diversas plataformas/ferramentas online.

- Desigualdade no acesso a equipamentos pelos alunos por falta de dispositivos próprios.

- Insuficiente número de dispositivos digitais da escola para disponibilizar aos alunos na sala de aula e/ou para empréstimo domiciliário.

- Poucos espaços físicos adaptados ao uso de tecnologias.

- Apoio especializado insuficiente para resolver os inúmeros problemas técnicos em tempo útil.

Dimensão Tecnológica e digital

Para a área Infraestrutura e equipamento serão identificados os principais problemas encontrados.

- Deficiente funcionamento da internet e problemas com a velocidade da mesma em algumas escolas do AENelas.

- Sala de TIC da Escola Secundária com computadores obsoletos, necessitando de um upgrade a nível de memória e discos rígidos, para permitir a instalação de software e a utilização de diversas plataformas/ferramentas online.

- Desigualdade no acesso a equipamentos pelos alunos por falta de dispositivos próprios.

- Insuficiente número de dispositivos digitais da escola para disponibilizar aos alunos na sala de aula e/ou para empréstimo domiciliário.

- Poucos espaços físicos adaptados ao uso de tecnologias.

- Apoio especializado insuficiente para resolver os inúmeros problemas técnicos em tempo útil.

Pedagogia - apoios e recursos

Competências digitais dos alunos

Principais problemas

- Utilização ao nível mais básico das tecnologias digitais e de plataformas de recursos educativos por um número significativo de docentes.

- Inexistência de repositórios online.

Pedagogia - aplicação em sala de aula

Práticas de avaliação

Principais problemas

- Implementação esporádica de metodologias ativas em sala de aula, devido à insegurança dos docentes na utilização das TIC.

Principais problemas

- Práticas de recurso às tecnologias pouco regulares e consistentes para fornecer feedback aos aprendentes com vista à adoção de estratégias de ensino diversificadas e personalizadas.

Principais problemas

- Desigualdade na utilização de tecnologias digitais para recolha de informação, para a comunicação e colaboração de modo seguro e responsável com outros aprendentes e docentes

- Pouco incentivo aos alunos para criarem conteúdos e se expressarem usando tecnologias digitais, e a usá-las para resolver problemas.

- Comportamentos pouco éticos e irresponsáveis na utilização de ferramentas digitais e redes sociais para comunicar com os outros e partilhar conteúdos.

Dimensão Pedagógica

Para cada uma das áreas (Pedagogia - apoios e recursos, Pedagogia - aplicação em sala de aula, Práticas de avaliação e Competências digitais dos alunos) serão identificados os principais problemas encontrados.

- Utilização ao nível mais básico das tecnologias digitais e de plataformas de recursos educativos por um número significativo de docentes.

- Inexistência de repositórios online.

- Implementação esporádica de metodologias ativas em sala de aula, devido à insegurança dos docentes na utilização das TIC.

- Práticas de recurso às tecnologias pouco regulares e consistentes para fornecer feedback aos aprendentes com vista à adoção de estratégias de ensino diversificadas e personalizadas.

- Desigualdade na utilização de tecnologias digitais para recolha de informação, para a comunicação e colaboração de modo seguro e responsável com outros aprendentes e docentes

- Pouco incentivo aos alunos para criarem conteúdos e se expressarem usando tecnologias digitais, e a usá-las para resolver problemas.

- Comportamentos pouco éticos e irresponsáveis na utilização de ferramentas digitais e redes sociais para comunicar com os outros e partilhar conteúdos.

Liderança

Principais problemas

- Falta de uma estratégia digital do Agrupamento envolvendo os vários agentes educativos;

- Insuficiência de tempo para explorar o ensino digital;

- Pouca eficácia dos meios de comunicação interna para divulgação de informações relativas à gestão pedagógica, devido ao excesso de informação.

- Pouca eficácia na comunicação com a comunidade educativa através de meios digitais.

Desenvolvimento profissional contínuo

Colaboração e trabalho em rede

Principais problemas

- Metade dos docentes sente necessidade de formação para ultrapassar as suas limitações e usam a internet para atualizar o seu conhecimento específico de conteúdo ou pedagógico (webinars, ACD online), sem grande impacto na sua prática pedagógica.

Principais problemas

- Metade dos docentes usam as tecnologias para comunicar e colaborar em projetos e partilhar conteúdos, conhecimentos e/ou opiniões a um nível básico.

- Insuficiente análise dos progressos e debate sobre a utilização de tecnologias com pouco reflexo na mudança das práticas pedagógicas.

- Sinergias em prol do ensino e da aprendizagem à distância pouco sustentadas para garantir a evolução para um modelo híbrido.

Dimensão Organizacional

Para cada uma das áreas (Liderança, Desenvolvimento profissional contínuo e Colaboração e trabalho em rede) serão identificados os principais problemas encontrados.

- Falta de uma estratégia digital do Agrupamento envolvendo os vários agentes educativos;

- Insuficiência de tempo para explorar o ensino digital;

- Pouca eficácia dos meios de comunicação interna para divulgação de informações relativas à gestão pedagógica, devido ao excesso de informação.

- Pouca eficácia na comunicação com a comunidade educativa através de meios digitais.

- Metade dos docentes sente necessidade de formação para ultrapassar as suas limitações e usam a internet para atualizar o seu conhecimento específico de conteúdo ou pedagógico (webinars, ACD online), sem grande impacto na sua prática pedagógica.

- Metade dos docentes usam as tecnologias para comunicar e colaborar em projetos e partilhar conteúdos, conhecimentos e/ou opiniões a um nível básico.

- Insuficiente análise dos progressos e debate sobre a utilização de tecnologias com pouco reflexo na mudança das práticas pedagógicas.

- Sinergias em prol do ensino e da aprendizagem à distância pouco sustentadas para garantir a evolução para um modelo híbrido.

02 Plano de Ação

Objetivos do PADDE - Visão e objetivos gerais

Atividades e cronograma: Dimensão; Medida; Área; Atividade; Objetivo(s); Dinamizadores / parceiros; Intervenientes; Calendarização

Visão e objetivos gerais

A preponderância das tecnologias no nosso quotidiano tem suscitado nos professores a necessidade de aprenderem a utilizar ferramentas digitais na sala de aula e implementar diferentes modelos que permitam o desenvolvimento de situações de aprendizagem flexíveis e personalizadas.

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O AENelas tem como visão tornar-se num Agrupamento inovador, aberto e comprometido com a comunidade envolvente, promovendo o sucesso, criando oportunidades e impondo-se pela excelência das suas práticas, desejando ser uma referência nos planos educacional, cultural, social e cívico, cumprindo a sua missão de serviço público e reforçando o diálogo entre todos os intervenientes da comunidade educativa.

Uma escola que concilie rigor, exigência, competência com afetividade, solidariedade, autonomia e espírito crítico, assegurados por uma visão humanista.

A opção por processos de inovação sustentados no hibridismo pode ser uma ideia atraente não só para o contexto que vivemos atualmente na educação, mas também para responder a desafios futuros uma vez que os modelos de ensino e de aprendizagem apontam para as vantagens da educação em ambientes virtuais combinadas com todos os benefícios das salas de aula.

Principais objetivos do PADDE 2021|23: o AENelas pretende desenvolver a formação em competências digitais e o trabalho colaborativo na produção de conteúdos digitais, implementar a programação e robótica ao longo dos vários ciclos, fomentar metodologias de ensino inovadoras utilizando as TD através de estratégias de aprendizagem ativas, e reforçar a cidadania digital dos aprendentes.

Planeamento de atividades e cronograma

03 Plano de comunicação com a comunidade

Estratégia e mensagem chave; Plano de comunicação

Este plano contempla: destinatários; meios de comunicação; data em que ocorre; Responsável

  • Elaboração de comunicações tendo em conta o público-alvo.
  • Mensagens sucintas e diretas privile-giando a imagem e o vídeo.


Plano de comunicação

Estratégia e mensagem chave

Plano de comunicação com a comunidade

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  • Seleção e adequação dos canais de comunicação tendo em conta o mesmo público.
  • Trabalhar os multicanais de forma a chegar a um maior número de pessoas.
  • Utilização de plataformas de marketing integrado com o MailChimp para o envio e medição da penetração das mensagens na comunidade.
  • Construção de um ou vários canais nas Rede Sociais para a difusão paralela de informação.

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04 Monitorização e avaliação

Indicadores para monitorização: Dimensão; Medida; Objetivo; Métrica / Indicador; Fonte / Dados; Periodicidade

Obrigada pela vossa atenção!