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As Plantas de Marvão

PRESENTAtion

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No âmbito do Projeto con.raízes, fomos conhecer as espécies vegetais existentes no concelho de Marvão.Para tal, contámos com a colaboração de um técnico superior do ICNF que nos acompanhou durante o Percurso Pedestre e nos mostrou os limites naturais e as caraterísticas do Parque Natural da Serra de S. Mamede.Também nos explicou e esclareceu sobre a biodiversidade encontrada no decorrer do percurso.Depois da visita, reunimos os nossos apontamentos e elaborámos esta apresentação, na disciplina de Ciências Naturais.

Plantas

Aveleira

oliveira

nogueira

sobreiro

Carvalho Negral

Cerejeira

dedaleira

esteva

silvas

giesta

fetos

pinheiro bravo

rosmaninho

erva das sete sangrias

arroz dos telhados

umbigo de vénus

A avelã é o fruto da aveleira, avelaneira ou avelãzeira, um arbusto da família Betulaceae que cresce naturalmente em quase toda a Europa, Ásia Menor e também parte da América do Norte. A avelã é um fruto mais ou menos esférico a ovoide, lenhoso e indeiscente, cuja casca é extremamente resistente.

Aveleira

Corylus avellana

Oliveira

A oliveira é uma árvore perene que, em condições adequadas, pode atingir quinze metros de altura. De fato, o tronco sinuoso da casca escura e áspera chega a medir mais de 100 cm de raio nas plantas adultas. O caule é caracterizado por um tronco curto que se ramifica irregularmente, formando uma coroa muito fechada. O tronco apresenta protuberâncias particulares devido ao seu crescimento lateral permanente e casca de tons de cinza-esverdeado.

Olea europaea L

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Nogueira

A nogueira-comum, cujo fruto se denomina noz inglesa, também chamada de noz persa, mais vulgarmente conhecido apenas por noz, é uma árvore que pode medir até 25m, da família Juglandaceae, nativa da Europa e da Ásia, cuja madeira é de ótima qualidade.

Juglans regia L

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Sobreiro

O sobreiro, sobro, sobreira ou chaparro é uma árvore da família do carvalho, cultivada no Sul da Europa e a partir da qual se extrai a cortiça. O sobreiro é, juntamente com o Pinheiro-bravo, uma das espécies de árvores mais predominante em Portugal, sendo mais comum no Alentejo litoral e serras algarvias. Graças à cortiça, o sobreiro tem sido cultivado desde tempos remotos. A extração da cortiça não é (em termos gerais) prejudicial à árvore, uma vez que esta volta a produzir nova camada de "casca" (súber) com idêntica espessura a cada 9 anos, período após o qual é submetida a novo descortiçamento.

Quercus suber

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Carvalho negral

Vulgarmente conhecido como carvalho-negral ou carvalho-das-beiras ou carvalho-pardo. O termo pardo deve-se ao facto de no outono a folhagem adquirir uma coloração parda característica. A designação pyrenaica deriva da sua expansão, desde o norte de África aos Pirenéus, passando densamente pela Península Ibérica

Quercus pyrenaica

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Cerejeira

As cerejeiras encontram-se em regiões frias. Necessitam de 800 a 1000 horas de frio para que possam produzir satisfatoriamente.Os pequenos frutos das cerejeiras são conhecidos por cerejas, a sua coloração varia entre o amarelo e várias tonalidades de rosado, desde o claro ao quase negro.As cerejas são muito apreciadas por pássaros como por exemplo o melro e a tordoveia. As flores fornecem alimento a abelhas, borboletas e aves como o chapim-azul.

Prunus avium L.

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Pinheiro-bravo

O pinheiro-bravo é uma árvore de grande porte, podendo atingir 30 – 40 metros de altura. O tronco tem um casca espessa, de cor castanha avermelhada, profundamente fissurada. As folhas são agulhas emparelhadas, de cor verde escura, com 10 a 20 cm, rígidas e grossas.As utilizações principais do Pinheiro-bravo são as madeiras (pranchas, aglomerados e outras utilizações) e a produção de resina.

Pinus pinaster

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Rosmaninho

O rosmaninho tem o aroma característico das "lavandas", ou alfazemas , e tradicionalmente era utilizado para cobrir o chão durante as procissões[1] O rosmaninho, ou alfazema, era também utilizado como combustível nas fogueiras dos santos populares, e continua a ser também usado em perfumaria, ornamentação e para fins medicinais, apesar da sua toxicidade, pela presença de cumarinas em grande quantidade.

Lavandula stoechas

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Dedaleira

Digitalis purpurea, normalmente chamada dedaleira ou “campainha”, pelo formato das suas flores, é uma erva lenhosa ou semilenhosa da família Scrophulariaceae, nativa da Europa. É usada como planta ornamental, com inúmeras variedades hortícolas de flores rosas ou branca. É excelente para bordaduras e maciços, jardineiras ou vasos.

Digitalis purpurea

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Esteva

É muito abundante no Alentejo e AlgarveÉ um arbusto perene de crescimento muito rápido que pode chegar a atingir 3 metros de altura. Muito resistente à seca e ao vento, mesmo ao vento marítimo, pode encontrar-se até nas areias da praia ou nos intervalos das rochas. Cresce também em altitude até cerca de 1000 metros acima do nível do mar.

Cistus ladanifer

Giesta amarela

Esta espécie de giesta cresce em moitas, o que ocasiona a degradação de conjuntos arbóreos tais como pinhais e florestas de carvalhos. Podemos encontrá-la por toda a Península Ibérica. Como o seu nome indica, as suas flores são amarelas e papilionáceas. De facto, também se lhe costuma chamar giesta das serras.

Cytisus striatu

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Silvas

Pode atingir até 3 m e 25 anos de vida, mas visto a espécie conseguir multiplicar-se vegetativamente ganhando raízes através dos seus ramos, pode durar indefinidamente.

Rumus ulmifolius

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Fetos

As samambaias, ou fetos, são vegetais vasculares membros do táxon das pteridófitas. Elas possuem tecidos vasculares, folhas verdadeiras, reproduzem-se através de esporos e não produzem sementes ou flores. Apresenta um rizoma subterrâneo muito desenvolvido que chega a alcançar muitos metros de comprimento, de cor cinzenta, coberto por vilosidades escuras.

Pteridium aquilinum

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Arroz dos telhados

A planta arroz-dos-telhados é uma suculenta perene e herbácea, que pode atingir 30 cm de altura. É glabra e da sua raiz nascem vários caules com numerosas folhas verdes ou com manchas avermelhadas. É uma planta espontânea em Portugal, que cresce por todo o território, podendo ser encontrada em zonas arenosas, muros, telhados, rochedos e sebes.

Sedum Album

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Erva das sete sangrias

Planta herbácea ereta, pouco ramificada, de 20 a 60 cm de altura, tendo o caule revestido por pêlos glandulares vermelhos e ásperos. As folhas verdes, simples, são opostas, com pecíolo curto e piloso na face inferior, mais clara. Medem 1,5 a 2,5 cm de comprimento. Flores pequenas, axilares, de cor rosa-arroxeada. Floresce o ano todo, tendo seu auge nos meses de junho e julho. Habitat- Em pastagens e terrenos baldios de todo Portugal, sendo considerada indesejada pelos agropecuaristas.

Cuphea carthagenensis

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Umbigo de Vénus

O seu nome deve-se ao aspeto das folhas muito redondas e com uma pequena depressão no centro, à semelhança de um umbigo.Crescem em paredes com musgo, fendas, bosques, cascas de árvores e telhados. Mede entre 15 a 50cm e floresce normalmente a partir de Abril. São mais comuns as suas utilizações externas do que internas, sendo usada para tratar calosidades, feridas, úlceras cutâneas, picadas de inseto e dores de ouvidos. Aplica-se diretamente a planta esmagada em compressas ou o seu suco. Uma das utilizações populares é aquecer em azeite para aliviar dores reumáticas e amaciar a pele. Consome-se em saladas, sandes, omeletas e batidos, apresentando um sabor fresco e agradável.

Umbilicus rupestris

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