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Basta clicares em cada dia e terás sempre uma surpresa neste Natal!

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Tradições de Natal✨🎄✨Biblioteca AE CristeloA ceia Natal Sabes o que a maioria dos Portugueses comia na ceia de natal há 100 anos?Pois, NADA!Estão a ver aquela posta alta e deliciosa de bacalhau cozido com couves, cenouras, batatas e muito azeite por cima? Pois no início do século XX, isso era coisa que só existia cá pelo Norte! Do Porto para baixo, a véspera de Natal era passada no mais rígido e rigoroso jejum! A partir do início do Advento, as famílias faziam jejum de carne e, na véspera de Natal, no Sul do país, era jejum total até à Missa do Galo!Nos anos 30, depois da missa, tinha-se direito a comer algo, normalmente doce, para quebrar o jejum. A 25, então, era servido um almoço completo, e no Alentejo, era sempre porco – peru nem vê-lo!Na verdade, a festa só começava depois da missa.Hoje em dia, a ceia da véspera tem tanta importância como o almoço do dia 25. Mas, há 100 anos, era coisa que existia essencialmente no Norte do país, acima do Porto. Aí, sim, havia uma tradição de jantar em família, com bacalhau – cozido ou em pastéis –, polvo guisado, arroz de polvo ou outros pratos sem carne. Na véspera de Natal, a família reunia-se à mesa para celebrar a festa em conjunto. E Missa do Galo não existia na região.No Norte, ninguém rezava pelo Menino Jesus à meia-noite. A essa hora toda a gente estava sentada à mesa, à volta de um polvo ou de um bacalhau. Só as famílias da nobreza nortenha fugiam à tradição.No final da II Guerra Mundial, o bacalhau começou então a espalhar-se por todo o país. O Estado Novo via no bacalhau um prato "simples" e "humilde" que ajudava a educar o povo a ser poupadinho e bem comportadinho. Com a massificação da televisão e a distribuição de bacalhau garantida pelo Estado, a ditadura aproveitou para impor uma propaganda nacional em defesa do bacalhau, tornando-o tradição em todo o país e enriquecendo os cofres do empresário Tenreiro que detinha o monopólio da pesca e distribuição do “Fiel amigo”...Hoje, bacalhau cozido é coisa que não falta no dia 24, embora o preço não seja o mesmo... Com o 25 de Abril acabou-se a proteção do Estado ao Bacalhau e ...ao Tenreiro...😂

Lendas de Natal✨🎄✨Biblioteca AE CristeloLENDA DA ARANHA DE NATALHá muitos, muitos anos vivia na Alemanha uma família muito feliz. Naquele dia era véspera de Natal e a mãe andava ocupadíssima a limpar a casa e a decorar a árvore.Num canto da casa, lá mesmo junto ao tecto, estava uma aranha que, ao ver a mãe com a vassoura na mão a limpar, subiu escadas acima e foi esconder-se no sótão.Quando já era noite e toda a casa estava em silêncio, a aranha desceu as escadas devagarinho e foi então que viu a linda árvore de Natal brilhando de mil cores. Não conseguiu resistir à tentação e apressou-se a subir pelo tronco acima e ao longo dos ramos. Sentia-se tão feliz que se esqueceu de que era uma aranha, e que as aranhas andam sempre a tecer teias.Pobre árvore! Quando a aranha chegou ao cimo da árvore, esta já estava toda coberta de poeirentas teias de aranha cinzentas.A aranha ficou triste e não sabia o que fazer quando ouviu um barulho e viu que era o Pai Natal que chegava com os presentes para as crianças.Encheu-se de coragem e pediu-lhe humildemente para a ajudar a reparar o que tinha feito.O Pai Natal viu a árvore coberta de teias de aranha e ficou um pouco embaraçado. Mas pôs-se a pensar e logo depois sorriu. Já sabia como resolver esta triste situação, deixando ao mesmo tempo a aranha feliz e sem que a mãe visse a árvore coberta das desgraciosas teias.O Pai Natal transformou pura e simplesmente as teias em fios de prata e de ouro!E a árvore luzia e tremeluzia como nunca!E foi assim que a partir daquele dia as pessoas passaram a enfeitar as árvores de Natal com grinaldas e outras decorações cintilantes e a colocar uma aranha nos ramos para lhes dar sorte.

Lendas de Natal✨🎄✨Biblioteca AE CristeloLenda do Pinheirinho de 🎄 NatalConta a história que na noite de Natal, junto ao presépio, se encontravam três árvores: Uma tamareira, uma oliveira e um pinheiro. As três árvores ao verem Jesus nascer, quiseram oferecer-lhe um presente. A oliveira foi a primeira a oferecer, dando ao menino Jesus as suas azeitonas. A tamareira, logo a seguir, ofereceu-lhe as suas doces tâmaras. Mas o pinheiro, como não tinha nada para oferecer, ficou muito infeliz.pinheirinhoAs estrelas do céu, vendo a tristeza do pinheiro, que nada tinha para dar ao menino Jesus, decidiram descer e pousar sobre os seus galhos, iluminando e adornando o pinheiro que assim se ofereceu ao menino Jesus. Quando isto aconteceu, o Menino Jesus olhou para o pinheiro, levantou os braços e sorriu! Reza a lenda que foi assim que o pinheiro – sempre enfeitado com luzes – foi eleito a árvore típica de Natal.

Tradições de Natal✨🎄✨Biblioteca AE CristeloO Presépio Para os cristãos, o presépio é uma das mais antigas tradições de celebração do Natal. Normalmente montado ao lado da árvore e dos presentes, recria o nascimento do menino jesus num estábulo. A sua origem, na forma atual, remonta ao século XVI, mas há registo de presépios desde o século III. É habitualmente composto por José, Maria e Jesus, pelos 3 reis magos, por animais e por um ou mais anjos. Todos os outros que eventualmente aparecem, não faziam parte da lista de convidados inicial...😂

Tradições de Natal✨🎄✨Biblioteca AE CristeloOrigem da🎄Árvore de Natal A árvore de Natal é um dos principais símbolos desta data comemorativa, e suas origens remontam a povos pagãos que encaravam as árvores como um símbolo da fertilidade.Os Romanos, por exemplo, durante a Saturnália, festival em homenagem ao deus Saturno, usavam árvores para enfeitar os templos. Já os Egípcios usavam palmeiras durante os rituais de adoração a Rá, o deus Sol. Para muitas culturas antigas, as árvores que ficavam verdes durante todo o ano, eram símbolos de prosperidade. Nos povos que habitavam locais de inverno rígido, essas árvores eram marcantes, pois permaneciam verdes mesmo durante o inverno. Assim, a ideia de colocar árvores com folhas permanentemente verdes dentro de casa passou a ser associada à ideia de garantia de fertilidade. À medida que a Europa foi sendo cristianizada, a árvore, como outros símbolos e tradições pagãs, foram aos poucos integradas nos costumes cristãos.🎄🎄🎄Mas quando se dá o surgimento da árvore de Natal moderna? Como não podia deixar de ser, nunca há apenas uma teoria...mas a mais provável é que tenha surgido na Alemanha, em Bremen, durante o século XVI. Foram inseridas no interior das residências ao longo desse século e eram decoradas com maçãs e nozes. Mas a sua popularidade e propagação a maior escala foi sem dúvida alguma somente no século XIX por influência do marido da Rainha Vitória, o Príncipe Albert, do Reino Unido. Vitória, que subiu ao trono aos 17 anos, governou durante 64 anos ( 1837-1901), deixando marcas profundas na sociedade e nos costumes, sendo influência dela também, o vestido branco de noiva. Tanto a mãe da rainha, como o marido, eram alemães, e a tradição de decorar árvores de Natal nesse país já era mais comum, passando daí então a ser realizada também na Inglaterra. A ideia de uma família real feliz, com 9 filhos, à volta de uma bela árvore lindamente decoradora, foi uma publicidade excelente tanto para a árvore como para a Rainha Vitória... O facto de seus filhos, posteriormente, se terem casado com as principais monarquias europeias, ajudou também a espalhar por toda a Europa a tradição que já no Reino Unido se tinha popularizado, e a partir daí por outras partes do mundo, fazendo história!

Lendas de Natal✨🎄✨Biblioteca AE CristeloLENDA DAS PINHAS DE PRATA Reza a lenda, que em tempos que já lá vão, existia uma família muito pobre, que mal tinha pão para comer e lenha para se aquecer. O Natal estava quase à porta e fazia muito frio, mas a mãe decidiu ir apanhar pinhas na floresta mais próxima, que depois venderia no mercado. Com o dinheiro da venda, compraria comida para alimentar a família. Assim que apanhou a primeira pinha, ouviu uma voz perguntar-lhe:- Porque é que estás a apanhar as minhas pinhas? A mãe levantou a cabeça e viu um anão, a quem contou a sua triste história. O anão teve um sorriso bondoso e disse-lhe:- Vai até ao bosque mais próximo e colhe lá as pinhas, pois são muito melhores do que estas. A mulher assim fez, mas como o bosque ainda era longe, quando lá chegou estava muito cansada. Sentou-se debaixo de um pinheiro e pôs o cesto ao lado. Então, para seu espanto, viu que as pinhas caíam da árvore como por milagre. Apanhou-as rapidamente e voltou para casa. Quando lá chegou, destapou o cesto e viu que as pinhas se tinham transformado em prata. E assim, aquela família pobre nunca mais passou fome nem frio. A acreditar na lenda, devemos ter sempre em casa uma pinha para nos dar sorte, principalmente no 🎄 Natal!

Lendas & Tradições de Natal✨🎄✨Biblioteca AE CristeloA origem das Rabanadas Como a grande maioria das tradições natalícias, a rabanada também é importada. A origem é incerta, o mais provável é que seja de origem francesa – daí que os ingleses lhe chamem:“ French toast”. As rabanadas variam de região para região e cada família tem a sua receita.Ingredientes como sumo de laranja ou raspas da casca da fruta, alguns licores e especiarias como canela e noz-moscada são misturados aos ovos batidos com leite ou creme de leite, açúcar e essência de baunilha. Restaurantes e cafés preferem o pão branco cortado em fatias grossas. Em casa, predomina o de forma. As french toasts podem ser doces ou salgadas, nesse caso temperadas com pimenta-da-jamaica, e também com queijo derretido em cima. Em Nova York, a comunidade judaica faz uma deliciosa rabanada com chalá, o pão festivo, em forma de trança, servido no shabat e feriados religiosos. Há informações contraditórias, porém. Há quem diga - americanos, em geral - que seria uma receita espanhola da Idade Média. Outros dizem que fritar pão não tem exactamente uma origem única, porque seria uma forma generalizada de melhorar o sabor do pão. Nesse caso, a primeira referência, segundo o famoso dicionário de inglês Oxford, dataria de 1660. Apesar de hoje já venderem pão para rabanada e usarem outros tipos de pães, brioches ou panetones como matéria-prima, o único ingrediente que se repete na imensa maioria das receitas é: pão seco. As receitas referem-se ao pão que não se pode comer porque está duro ou seja um pão perdido. Os franceses chamam-lhes de “pain perdu “(pão perdido), em referência ao reaproveitamento que proporciona. A mais antiga referência à rabanada está no clássico De Re Coquinaria (Livro VII, XIII-3), o mais importante receituário do Império Romano, escrito pelo gastrónomo latino Marco Gavio Apício, que viveu no primeiro século da nossa era:"Corte um sigiliano (pão de aveia) em fatias grossas.Coloque-as de molho no leite e frite em óleo.Espalhe mel em cima e sirva". Portanto, a rabanada é uma forma de salvar o pão, não tem nacionalidade própria e tem milhares de anos de existência, possivelmente anterior a Cristo! Em Portugal, existem vários nomes para as conhecidas rabanadas: fatias de parida, ou o nome inteiro: pão de mulher parida. Já num post anterior aqui referimos a lenda das rabanadas que deu origem a este nome tão invulgar.Misturam-se pão (trigo), ovos, leite, açúcar e fritam-se. Dizia-se que era bom para mulheres que estavam a amamentar porque daria leite e muita energia.A Lenda...Reza a lenda, que numa aldeia remota do norte de Portugal, vivia uma jovem mãe, tão pobre, tão pobre que nada tinha para comer. As necessidades eram tantas que, enfraquecida, deixou de ter leite para amamentar o seu recém-nascido. Resolveu então bater às portas da vizinhança, implorando por algo que pudesse comer. Por fim, uma alma mais caridosa, deu-lhe apenas pão duro, um pouco de leite, açúcar e um ovo. Agradecida pela oferta, foi para casa e com os parcos ingredientes fez uma sopa. Mas fez uma sopa tal que a alimentou e lhe fez subir o leite ao peito, sem parar. Nos dias seguintes repetiu a receita e admirada, verificou que cada vez tinha mais leite! A partir daí nunca mais passou necessidades pois tinha tanto leite que já nem o seu próprio bebé conseguia consumir na totalidade. Tal facto levou-a a sair da miséria, arranjando emprego como ama de leite em famílias mais abastadas e nunca mais passando fome.Daí que no nosso país, as rabanadas tenham o nome, principalmente no norte do país, de fatias paridas ou de pão de mulher parida ( mulher que deu à luz). Muito ligadas à natalidade e à fartura, daí terem passado a ser uma iguaria natalícia presente em todos os lares portugueses.